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Na notícia de Margarida Davim hoje inserida no Sol (p. 17) ficamos a saber pelas declarações de Alexandre Ventura, actual Presidente do CCAP que os estudos deste tipo podem ser feitos da seguinte maneira.

  • Numa semana.
  • Fazendo visitas a escolas com agendamento pelo ME e com base em relatórios do ME.
  • Visitando sete autarquias do partido no poder e a de…  Gondomar.
  • Que numa semana, com esses materiais, a equipa formada por um inglês, um irlandês, uma holandesa e uma húngara, conseguiram fazer o dito estudo à maneira da OCDE.
  • Que «o estudo foi encomendado, mas as recomendações não», o que significará que os especialistas fizeram as recomendações por sua conta e risco (pelo que deveriam ser melhor pagos do que o contrato original). Ficamos sem saber se a introdução foi encomendada ou não, assim como a bibliografia bem sumária que foi usada.

Acrescenta Alexandre Ventura que quando participou neste estudo, não sabia que iria desempenhar as funções de Presidente do CCAP. Acredito que sim e reservo-me a fazer o comentário que me ocorre que inverteria a lógica linear e causal sugerida por AV.

Só receio que o CCAP, com esta presidência, passe a funcionar com estes métodos e abordagens que seguem de «perto a abordagem e metodologia da OCDE».