… não será por acaso que quando os alunos sentem que o ambiente da aula está mais “murcho”, mudou o ritmo, a vivacidade em relação a outros dias, a tolerância, a paciência… a pergunta, em jeito de adivinhar razões, lhes sai : ” o professor hoje vem chateado ?!”…
… as pessoas em geral, não têm a noção, que uma sala de aula, não tem espaço para chorar quando ” a dor aperta”… ( nem para uma dor de barriga) … mas que mesmo assim “o pior de suportar” é o inferno que esses senhores se vangloriam de ter instalado, sob a bandeira da inovação pedagógica e da causa do sucesso… pensaram que se benziam… partiram a cabeça…
Sim, sim…claro, que estou chateado…
É triste verificar que há assíduos frequentadores deste fórum que se comportam como verdadeiros arruaceiros em outros blogues, mostrando que gostariam de transformar o debate democrático em pancadaria. Para já não falar na tara que é a mania da perseguição.
Outro assunto:
sinto que, nesta fase, precisamos de uma protecção jurídica, já que esta diarreia-legislativa que voltou a assolar-nos, pode criar instabilidade e dúvidas.
Fui ao blog dos dias do fim ( de um colega da fenprof que considero sensato) e perguntei-lhe pq não accionavam uma batalha jurídica.
Respondeu-me que estão tb a ir por esse lado, mas que o simplex só pode ser sujeito a providência cautelar depois de passar a lei, pq pode ainda ser vetado pelo PR.
Estranhei isto, não percebo nada destas coisas, mas parece-me que a ilegalidade do mesmo poderia/ deveria ser desmontada antes da votação. Imaginemos que o PR, para não ter mais guerras com o governo, promulga a lei. O que nos resta?
Acabo de ouvir a ministra dizer que é acusada simultaneamente de INTRANSIGÊNCIA e de CEDÊNCIA.
Pena que seja isto que passa para a opinião pública.
Alguém informado poderia ter-lhe dito que cedeu na forma e manteve o conteúdo!
Nunca cedeu na essência: a divisão da classe em avaliadores e avaliados.
SE este é o cerne de toda esta luta, pq será que não conseguimos passar a mensagem???
Colegas:
Há bons advogados. Caros , mas bons! Se a causa for a mesma o valor dos honorários será a dividir por todos aqueles que querem justiça!
Juntos seremos muitos e vamos conseguir vencer esta guerra
Reb:
hoje uma prima disse-me:” então agora os professores podem reformar-se sem penalização? Ouvi ontem nas notícias!” Tive que a corrigir e dizer “não é sem penalização é sem avaliação!”. De facto nunca vamos conseguir passar a mensagem , porque o assunto é de grande especificidade e a manipulação que está a ser feita por este governo é muito grande!
Sim, vai haver bastante trabalho a atolar os tribunais, lá isso vai.
Mas antes vamos ter de resolver a questão em cada escola, uma a uma…
Imaginam como o clima de trabalho vai ficar estupendo!
Outros pormenores que farão alguma diferença: a partir de agora nunca mais as escolas terão professores a trabalhar fora do seu horário, nem a pagar os materiais do seu bolso, nem a prestar serviços e técnicos de informática, nem a prestar serviços de assistência, nem… nem… nem…
Será que o trio maravilha é um partidário oculto do nosso Sebastião José de Carvalho e Mello (Marquês de Pombal para os menos versados nestas coisas da História)? É que, afinal, foi ele (o Marquês) quem mandou os Jesuítas dar uma volta…
” Estudo do Observatório da Avaliação de Desempenho
Quase 75 por cento dos professores mudavam de profissão se tivessem alternativa
18.12.2008 – 11h51 Lusa
Quase 75 por cento dos professores mudavam de profissão se tivessem alternativa e 81 por cento admitem que, se pudessem, pediam a aposentação, mesmo com penalizações, segundo um inquérito a mais de mil docentes que será apresentado hoje.
De acordo com dados do Observatório da Avaliação de Desempenho, órgão criado pela Federação Nacional dos Sindicatos da Educação e pelo Instituto Superior de Educação e Trabalho, apenas 26 por cento dos inquiridos continuariam a escolher a profissão de professor.
O inquérito – realizado nos últimos dois meses a nível nacional a cerca de 1100 professores – conclui, também, que mais de 60 por cento dos docentes consideram que o processo de avaliação de desempenho vai “prejudicar” ou “prejudicar muito” a preparação e concretização das aulas.
Maioria antevê piores relações com colegas
Por outro lado, quase 70 por cento dos inquiridos pensam que este processo vai ainda prejudicar a sua relação com os conselhos executivos, com os professores avaliadores e a colaboração com os colegas.
Quanto aos avaliadores, 40 por cento dos professores questionados não lhes reconhecem “capacidade de avaliar com rigor e isenção”, nem tão pouco “conhecimento na sua especialidade”.
Mais de 65 por cento dos docentes discordam com a intervenção dos pais no processo de avaliação docente. No entanto, quando questionados sobre o seu caso concreto, 16 por cento aceitaram a participação dos encarregados de educação.
O estudo aborda ainda os objectivos e metas estabelecidos nos projectos educativos das escolas: 40 por cento dos professores acreditam que os mesmos são alcançáveis, mas com menos sobrecarga de trabalho administrativo, enquanto 23 por cento sublinham a necessidade de mais condições de trabalho.”
Este indicador revela bem como estamos na nossa profissão
Ontem, fui até Espinho assistir à missa de 7º dia de um familiar. Era também a missa por alma do nosso colega da Escola Secundária.
Assisti, comovida, a uma sentida e sincera homenagem dos seus alunos e colegas.
Senti naquele momento o quanto tudo é fugaz e transitório. Senti um misto de tristeza e, simultaneamente, de comoção ao ver e ouvir aquelas palavras dos seus alunos.
Essa foi e será sempre a sua mais valiosa «avaliação». Deixou frutos nos seus alunos certamente e duvido que alguma vez algum político possa dizer o mesmo.
Os professores dão uma excelente imagem deles próprios e da sua “dedicação” à escola Pública!
Mas que falta de escrúpulos!
Pois que se vão embora que há muita gente capaz e trabalhadora a quem recorrer!
Reformem-se depressa e deixem os pais educar os filhos.
Que miséria intelectual!
MFerrer
Pais que pais? Pedófilos quer vossa excelência dizer!
Conheci vários no meu périplo pelo país e deixe quer lhe diga desde a alcoolatras , workholics, querem lá saber dos filhos, ausentes, etc..
Meu caro ainda vão ter que pagar e bem para ter professores.
De fonte oficiosa sabe-se que foram apresentadas DEZANOVE (19) candidaturas os Prémios do Ministério da Educação, na edição de 2008. Pergunta-se : como foi possível obter tantas candidaturas !!??
Para travar a fuga dos professores, o OE 2009 ainda está a tempo de incluir uma alínea para os obrigar a fazer um exame de acesso à aposentação. É a crise!
Creio que somos ambos de Aveiro e que ambos trocámos cumprimentos, nem menos nem mais, nem mais nem menos, no início da década de 80 (para aí em 82). Estarei enganado?
Se não o estou, então acho que posso dizer isto: na altura eras militante da JS e presidente da AE de uma escola secundária. Continuaste suponho militante do PS e tinhas, pelo menos à época, claras ambições quanto a uma carreira política. Nada tenho, à partida, contra tal coisa, tal como não sou anti-PS. Mas arrependo-me pública e claramente de ter votado neste partido, na versão socrática do mesmo, nas últimas eleições. É que para além de não ter filiação partidária, não gosto de tiques obsessivamente autoritários, nem gosto de promover a falsidade a todo o custo, apenas porque interessa salvar a face política da coisa. Política? Não! Privada, pois são interesses bem privados e bem parciais que, regra geral, este governo tem protegido.
Não frequento o teu blog, mas desde já repudio toda e qualquer grosseria cometida.
Sem que isto sirva de justificação para o que afirmo anteriormente, há que entender por que razão a esmagadora maioria dos professores anda revoltada. Sabes porquê?
Apenas um exemplo: não fui eu, nem qualquer destes colegas que por aqui comentam, tanto quanto eu saiba (e sei, ou presumo que sei, pelo menos algumas coisas), que numa sessão sobre educação do PS (eu estava lá), estabeleceu “metaforicamente” (nas suas palavras) uma comparação entre o comportamento dos professores e dos seus sindicatos com o comportamento de ratos (!), utilizando um provérbio chinês. É isto decente? Tal como é decente ameaçar professores, através dos mais diversos meios, utilizando métodos que talvez nem o regime de Marcelo Caetano utilizasse? Percebe-se que, por vezes, “nos foge a boca para a verdade”, isto é, acabamos por confessar o que nos vai no íntimo. Pensamos genuinamente uma coisa e quando menos esperamos ela sai-nos de um fígado biliosamente convertido à experimentação de tretas pedagógicas, infernizando não apenas a vida de professores, mas cometendo um crime contra a educação pública de qualidade, travestindo-se de pretenso rigor que não passa de mera teimosia – a mesma que estava por detrás da da OTA (vá-se lá saber porquê…).
Perante um cenário destes de que é que estamos à espera. Que muitos de nós sejamos hipócritas? Que se finja que nada de grave se passa e que não se está, probabilisticamente, a hipotecar o futuro do país a nível da educação, mas não só?
#16
É essa a estrategia. Correr com “eles” e substitui-los por carneiros obediantes e mal pagos. Agora em materia de educação fugiu-lhe a boca para a verdade. Cabe aos pais educar os seus filhos. Eu dou educação ao meu filho. Não estou á espera que os professores lhe dêem educação.
Excelente vídeo!
O lado negativo é que a Lisboa Editora passará a figurar no Index e as escolas irão receber instruções para “non imprimatur” quando houver lugar à aprovação de manuais.
Uma daquelas notícias que o Trio Maravilha não vai comentar:
Estudo do Observatório da Avaliação de Desempenho
Quase 75 por cento dos professores mudavam de profissão se tivessem alternativa
18.12.2008 – 11h51 Lusa
#29
Aquando da questão das aulas de substituição pus uma acção em tribunal contra o ME, apoiado pela advogada do SPN, e ganhei. Vou receber este mês o dinheiro.
É uma publicidade interessante, mas nada inocente, tendo em conta o momento.
Na Inglaterra e em Espanha há uma campanha de (re)valorização da classe docente, os ingleses estão a tentar emendar os ataques de há uns anos atrás. Por cá pagam-se páginas de publicidade em jornais para enganar os “lorpas”.
Não sei muito bem a que propósito vem a ideia de tentar uma biografia política da minha pessoa, falando de “claras ambições quanto a uma carreira política”. O que eu sou é conhecido de quem conhece, não escondo nada e não me envergonho de nada. Pode até ser que ainda algum dia tire as minhas credenciais do bolso, para as mostrar a alguns “revolucionários” com pouca memória ou pouca informação.
Vim aqui na qualidade de autor de um blogue onde me pronuncio sobre a vida da cidade e do mundo, qualidade na qual não gosto de ser insultado nem ameaçado, muito menos por quem se esconde atrás de um nickname. E vim aqui por haver sinais públicos de um frequentador deste fórum estava activo nessa actividade. E tiro as minhas conclusões quando outros frequentadores deste local “desculpam” essas atitudes.
Eu, pela minha parte, quando aparece algum comentador no meu blogue a falar dos professores em termos impróprios, respondo mostrando que não aceito essa atitude. Outros, na situação inversa, acham sempre necessidade de desculpar os agressores. São escolhas.
Boa noite a todos.
Pois, mas este é “o grande mérito” deste ministério da educação: acabar com a boa disposição na classe docente.
Parabéns Sra ministra
Gata,
Quem me conhece, sabe que sou uma pessoa bem disposta. Mas não achas que o clima se deteriorou nestes últimos tempos?
Eu da minha parte, deixei de ter a mesma alegria, que sempre tive, ao entrar “naquela” sala de professores.
Só há um sítio que não mudou nada: dentro da sala de aula. E isso é a verdadeira essência do ensino. Restou pelo menos isso.
Ná, joão. Quais decretos?! Já estou “congelada” há séculos. A avaliação vai avançar? Ok. Bom proveito. Vou ficar no 7º escalão até me apetecer…
Dentro da sala de aula é, como diz o Miguel, tudo igual e a verdadeira essência do ensino. Tudo o resto é paisagem.
Penso que devemos preservar a nossa sanidade mental. Por isso, pouco importa que 3 estarolas lancem decretos para chatear os professores. Que se danem!!!
também vejo na sala de professores gente deprimida. ainda hoje uma colega me confessou estar com uma depressão e vai, nas férias, procurar ajuda médica…
Um pouco depressiva estive eu, no passado ano lectivo, quando me deram um horário só com CEFs… Habituei-me. Tanto se me dá que se portem bem como mal. Faço o meu trabalho, preparo as aulas. Quando chego à aula logo vejo o que acontece. Portanto, “viagens alucinantes” todos os dias!!! 😆
nesse aspecto o clima já não é o mesmo de outrora. Criaram a divisão na classe. O titulares são “especiais” na minha escola. Que se dane! O meu PCE tornou-se um adesivo. O meu avaliador é um “cagarolas”: nada de contrariar a Milú. Há colegas que querem ser avaliados e entregaram os objectivos. São olhados de soslaio. Portanto, o clima não está bom…
«Até os Jesuítas»? Eles foram os primeiros…
Outra coisa que estes poços de ignorância que nos governam NÃO SABEM: os professores jesuítas são obrigados (desde sempre) A ESTUDAR… e não é nas ESEs e depois … mais nada! Independentemente da praga que este modelo de avaliação se tornou para os professores, já antes a preclara senhora nos tinha tirado o tempo para ler, para estudar e para TRABALHAR para o nosso próprio conhecimento científico e geral.
Qualquer dia reeditam as Regentes Escolares com o 5º ano do Liceu… vão ver! Dêem-lhes mais uma maioriazita e verão!
Mas ainda há quem lute…
São poucos, mas bons. Não me interessa que estivessem apenas umas dezenas de professores no buzinão em Braga. Eu estava lá. E não fui a Lisboa apenas para comer Leitão (isto é uma piada da minha escola…
1) Não intentei uma biografia de quem quer que seja. Estás a cometer literalmente uma falácia. Com que então a partir de uns dadozitos (já agora – eu disse alguma falsidade?), inferes uma coisa pomposa daquele tipo? Afirma qualquer coisa como: alguém (eu) tenho a “ideia de tentar uma biografia política da minha pessoa” (sic). Isto é plausível? Ficas a saber que: a) não tenho talento, b) nem paciência para isso, c) muito menos tenho interesse.
2) Será estranho que alguém da minha área (tu) e que cometa uma falácia elementar destas, não o reconheça publicamente, pois todos erramos. E nada há de mais nobre do que reconhecer erros na praça pública quando efectivamente cometemos erros. Qual é o problema?
3) Não vieste para aqui comentar APENAS desagravar a tua honra, o que é legítimo. Aliás disse-o. Se não fui claro, estou a tentar sê-lo agora. Constatei que colocaste o MESMO comentário (ou variações do mesmo) em vários posts. Acho isso obsessivo e inadequado num blog.
4) Mas se estás tão preocupado com questões de honra por que razão não te vejo preocupado com a honra de toda uma classe profissional insultada, por ex., por um responsável da tutela numa sessão do PS sobre educação?
5) Dizes “O que eu sou é conhecido de quem conhece (…). De que tipo de conhecimento estás a falar? Isto é, contextualmente, alguma tentativa de falácia de apelo à autoridade?
E até fui bondoso, pois deixei passar mais esta tentativa de argumentar falaciosamente:
“Pode até ser que ainda algum dia tire as minhas credenciais do bolso, para as mostrar a alguns “revolucionários” com pouca memória ou pouca informação.”
Já agora podias e devias tirar as tuas credenciais e esclarecer pessoas como eu de que falácia ou falácias estás aqui a tentar usar. Isso, sim, seria útil, muito útil. Por esta simples razão: pelo menos assim aprendíamos um pouco a avaliar esboços de argumentos.
Dezembro 18, 2008 at 11:05 am
Por algum motivo os jesuítas foram donos da educação no mundo católico durante tanto tempo. E obtinham bons resultados.
Dezembro 18, 2008 at 11:24 am
… não será por acaso que quando os alunos sentem que o ambiente da aula está mais “murcho”, mudou o ritmo, a vivacidade em relação a outros dias, a tolerância, a paciência… a pergunta, em jeito de adivinhar razões, lhes sai : ” o professor hoje vem chateado ?!”…
… as pessoas em geral, não têm a noção, que uma sala de aula, não tem espaço para chorar quando ” a dor aperta”… ( nem para uma dor de barriga) … mas que mesmo assim “o pior de suportar” é o inferno que esses senhores se vangloriam de ter instalado, sob a bandeira da inovação pedagógica e da causa do sucesso… pensaram que se benziam… partiram a cabeça…
Sim, sim…claro, que estou chateado…
Dezembro 18, 2008 at 11:37 am
as batalhas hoje em dia ganham-se na comunicação social e com BONS advogados…
esqueçam o tempo do PREC com greves e manifs…
ACORDEM
Dezembro 18, 2008 at 12:02 pm
O texto mais completo está no terrear há algum tempo.
Dezembro 18, 2008 at 12:16 pm
É triste verificar que há assíduos frequentadores deste fórum que se comportam como verdadeiros arruaceiros em outros blogues, mostrando que gostariam de transformar o debate democrático em pancadaria. Para já não falar na tara que é a mania da perseguição.
O que acima afirmo compreende-se bem lendo este post bem como este comentário e ainda este outro comentário de alguém que mostra ser frequentador desta casa.
Bela pedagogia!
Dezembro 18, 2008 at 1:00 pm
Sim, Olinda, eu tb já conhecia este texto.
Os jesuítas ainda hoje têm fama de ter boas escolas. vIde colégio s. joão de brito.
O presidente desse colégio tem-se insurgido contra a política deste ministério, várias vezes, na comunicação social
Dezembro 18, 2008 at 1:04 pm
Outro assunto:
sinto que, nesta fase, precisamos de uma protecção jurídica, já que esta diarreia-legislativa que voltou a assolar-nos, pode criar instabilidade e dúvidas.
Fui ao blog dos dias do fim ( de um colega da fenprof que considero sensato) e perguntei-lhe pq não accionavam uma batalha jurídica.
Respondeu-me que estão tb a ir por esse lado, mas que o simplex só pode ser sujeito a providência cautelar depois de passar a lei, pq pode ainda ser vetado pelo PR.
Estranhei isto, não percebo nada destas coisas, mas parece-me que a ilegalidade do mesmo poderia/ deveria ser desmontada antes da votação. Imaginemos que o PR, para não ter mais guerras com o governo, promulga a lei. O que nos resta?
Dezembro 18, 2008 at 1:10 pm
Reb, está aqui:
http://terrear.blogspot.com/2008/11/ratio-studiorum.html
Dezembro 18, 2008 at 1:38 pm
Acabo de ouvir a ministra dizer que é acusada simultaneamente de INTRANSIGÊNCIA e de CEDÊNCIA.
Pena que seja isto que passa para a opinião pública.
Alguém informado poderia ter-lhe dito que cedeu na forma e manteve o conteúdo!
Nunca cedeu na essência: a divisão da classe em avaliadores e avaliados.
SE este é o cerne de toda esta luta, pq será que não conseguimos passar a mensagem???
Dezembro 18, 2008 at 1:54 pm
Colegas:
Há bons advogados. Caros , mas bons! Se a causa for a mesma o valor dos honorários será a dividir por todos aqueles que querem justiça!
Juntos seremos muitos e vamos conseguir vencer esta guerra
Dezembro 18, 2008 at 1:57 pm
Reb:
hoje uma prima disse-me:” então agora os professores podem reformar-se sem penalização? Ouvi ontem nas notícias!” Tive que a corrigir e dizer “não é sem penalização é sem avaliação!”. De facto nunca vamos conseguir passar a mensagem , porque o assunto é de grande especificidade e a manipulação que está a ser feita por este governo é muito grande!
Dezembro 18, 2008 at 2:01 pm
Sim, vai haver bastante trabalho a atolar os tribunais, lá isso vai.
Mas antes vamos ter de resolver a questão em cada escola, uma a uma…
Imaginam como o clima de trabalho vai ficar estupendo!
Outros pormenores que farão alguma diferença: a partir de agora nunca mais as escolas terão professores a trabalhar fora do seu horário, nem a pagar os materiais do seu bolso, nem a prestar serviços e técnicos de informática, nem a prestar serviços de assistência, nem… nem… nem…
Certo?
Dezembro 18, 2008 at 2:17 pm
Será que o trio maravilha é um partidário oculto do nosso Sebastião José de Carvalho e Mello (Marquês de Pombal para os menos versados nestas coisas da História)? É que, afinal, foi ele (o Marquês) quem mandou os Jesuítas dar uma volta…
Dezembro 18, 2008 at 2:39 pm
” Estudo do Observatório da Avaliação de Desempenho
Quase 75 por cento dos professores mudavam de profissão se tivessem alternativa
18.12.2008 – 11h51 Lusa
Quase 75 por cento dos professores mudavam de profissão se tivessem alternativa e 81 por cento admitem que, se pudessem, pediam a aposentação, mesmo com penalizações, segundo um inquérito a mais de mil docentes que será apresentado hoje.
De acordo com dados do Observatório da Avaliação de Desempenho, órgão criado pela Federação Nacional dos Sindicatos da Educação e pelo Instituto Superior de Educação e Trabalho, apenas 26 por cento dos inquiridos continuariam a escolher a profissão de professor.
O inquérito – realizado nos últimos dois meses a nível nacional a cerca de 1100 professores – conclui, também, que mais de 60 por cento dos docentes consideram que o processo de avaliação de desempenho vai “prejudicar” ou “prejudicar muito” a preparação e concretização das aulas.
Maioria antevê piores relações com colegas
Por outro lado, quase 70 por cento dos inquiridos pensam que este processo vai ainda prejudicar a sua relação com os conselhos executivos, com os professores avaliadores e a colaboração com os colegas.
Quanto aos avaliadores, 40 por cento dos professores questionados não lhes reconhecem “capacidade de avaliar com rigor e isenção”, nem tão pouco “conhecimento na sua especialidade”.
Mais de 65 por cento dos docentes discordam com a intervenção dos pais no processo de avaliação docente. No entanto, quando questionados sobre o seu caso concreto, 16 por cento aceitaram a participação dos encarregados de educação.
O estudo aborda ainda os objectivos e metas estabelecidos nos projectos educativos das escolas: 40 por cento dos professores acreditam que os mesmos são alcançáveis, mas com menos sobrecarga de trabalho administrativo, enquanto 23 por cento sublinham a necessidade de mais condições de trabalho.”
Este indicador revela bem como estamos na nossa profissão
Dezembro 18, 2008 at 2:56 pm
Ontem, fui até Espinho assistir à missa de 7º dia de um familiar. Era também a missa por alma do nosso colega da Escola Secundária.
Assisti, comovida, a uma sentida e sincera homenagem dos seus alunos e colegas.
Senti naquele momento o quanto tudo é fugaz e transitório. Senti um misto de tristeza e, simultaneamente, de comoção ao ver e ouvir aquelas palavras dos seus alunos.
Essa foi e será sempre a sua mais valiosa «avaliação». Deixou frutos nos seus alunos certamente e duvido que alguma vez algum político possa dizer o mesmo.
Dezembro 18, 2008 at 3:11 pm
Os professores dão uma excelente imagem deles próprios e da sua “dedicação” à escola Pública!
Mas que falta de escrúpulos!
Pois que se vão embora que há muita gente capaz e trabalhadora a quem recorrer!
Reformem-se depressa e deixem os pais educar os filhos.
Que miséria intelectual!
MFerrer
Dezembro 18, 2008 at 3:42 pm
Pais que pais? Pedófilos quer vossa excelência dizer!
Conheci vários no meu périplo pelo país e deixe quer lhe diga desde a alcoolatras , workholics, querem lá saber dos filhos, ausentes, etc..
Meu caro ainda vão ter que pagar e bem para ter professores.
Dezembro 18, 2008 at 4:08 pm
De fonte oficiosa sabe-se que foram apresentadas DEZANOVE (19) candidaturas os Prémios do Ministério da Educação, na edição de 2008. Pergunta-se : como foi possível obter tantas candidaturas !!??
Dezembro 18, 2008 at 4:08 pm
ferrer qual é a tua profissão?
Dezembro 18, 2008 at 4:10 pm
Que ideias tem (ou não tem) o PSD para o nó cego da educação nacional ?
Dezembro 18, 2008 at 5:01 pm
Para travar a fuga dos professores, o OE 2009 ainda está a tempo de incluir uma alínea para os obrigar a fazer um exame de acesso à aposentação. É a crise!
Dezembro 18, 2008 at 5:11 pm
Bia, concordo com a tua proposta. Se nos unissemos, poderiamos contratar bons advogados para a nossa causa.
Não é verdade que, há uns anos, alguns colegas conseguiram que lhes fossem pagas horas de substituição como extraordinárias?
Dezembro 18, 2008 at 5:12 pm
#16 “…e deixem os pais educar os filhos.”
É por isso que temos filhos “desses pais” tão bem educados nas nossas escolas…
Dezembro 18, 2008 at 5:40 pm
#16:Então, PORQUE NÃO OS EDUCAM????!!!!
Dezembro 18, 2008 at 5:44 pm
Vamoa avançar para um ou dois advogados?
Quem conhece alguém capaz de nos defender convenientemente e desmascarar todas estas ilegalidades?
Dezembro 18, 2008 at 5:50 pm
sobre advogados com A grande:
http://josemariamartins.blogspot.com/2008/11/solidariedade-para-com-os-professores.html
Dezembro 18, 2008 at 5:54 pm
Comecem, digam como é que pode haver outros grupos interessados – estou a falar em advogados.
Já agora o Porfírio (#5)queria que o pessoal fosse ver o seu blog. Não queria mais nada. Ele e o F que se entretenham um ao outro.
Dezembro 18, 2008 at 6:02 pm
#5 Caro Porfírio Silva,
Creio que somos ambos de Aveiro e que ambos trocámos cumprimentos, nem menos nem mais, nem mais nem menos, no início da década de 80 (para aí em 82). Estarei enganado?
Se não o estou, então acho que posso dizer isto: na altura eras militante da JS e presidente da AE de uma escola secundária. Continuaste suponho militante do PS e tinhas, pelo menos à época, claras ambições quanto a uma carreira política. Nada tenho, à partida, contra tal coisa, tal como não sou anti-PS. Mas arrependo-me pública e claramente de ter votado neste partido, na versão socrática do mesmo, nas últimas eleições. É que para além de não ter filiação partidária, não gosto de tiques obsessivamente autoritários, nem gosto de promover a falsidade a todo o custo, apenas porque interessa salvar a face política da coisa. Política? Não! Privada, pois são interesses bem privados e bem parciais que, regra geral, este governo tem protegido.
Não frequento o teu blog, mas desde já repudio toda e qualquer grosseria cometida.
Sem que isto sirva de justificação para o que afirmo anteriormente, há que entender por que razão a esmagadora maioria dos professores anda revoltada. Sabes porquê?
Apenas um exemplo: não fui eu, nem qualquer destes colegas que por aqui comentam, tanto quanto eu saiba (e sei, ou presumo que sei, pelo menos algumas coisas), que numa sessão sobre educação do PS (eu estava lá), estabeleceu “metaforicamente” (nas suas palavras) uma comparação entre o comportamento dos professores e dos seus sindicatos com o comportamento de ratos (!), utilizando um provérbio chinês. É isto decente? Tal como é decente ameaçar professores, através dos mais diversos meios, utilizando métodos que talvez nem o regime de Marcelo Caetano utilizasse? Percebe-se que, por vezes, “nos foge a boca para a verdade”, isto é, acabamos por confessar o que nos vai no íntimo. Pensamos genuinamente uma coisa e quando menos esperamos ela sai-nos de um fígado biliosamente convertido à experimentação de tretas pedagógicas, infernizando não apenas a vida de professores, mas cometendo um crime contra a educação pública de qualidade, travestindo-se de pretenso rigor que não passa de mera teimosia – a mesma que estava por detrás da da OTA (vá-se lá saber porquê…).
Perante um cenário destes de que é que estamos à espera. Que muitos de nós sejamos hipócritas? Que se finja que nada de grave se passa e que não se está, probabilisticamente, a hipotecar o futuro do país a nível da educação, mas não só?
Dezembro 18, 2008 at 6:06 pm
Regina, alguém conhece colegas que recorreram a advogados, aquando das aulas de substituição e ganharam o recurso?
Dezembro 18, 2008 at 6:09 pm
#28 Perante um cenário destes de que é que estamos à espera?
“da da OTA”, pode ficar, pois qualquer português decente pelo menos gagueja perante uma das mais requintadas aberrações deste governo.
Dezembro 18, 2008 at 6:11 pm
Pois é, Paulo. Os Jesuítas, regra geral, entendiam da poda. Ui! De que eu fui falar 🙂
Dezembro 18, 2008 at 6:47 pm
#16
É essa a estrategia. Correr com “eles” e substitui-los por carneiros obediantes e mal pagos. Agora em materia de educação fugiu-lhe a boca para a verdade. Cabe aos pais educar os seus filhos. Eu dou educação ao meu filho. Não estou á espera que os professores lhe dêem educação.
Dezembro 18, 2008 at 6:49 pm
Excelente vídeo!
O lado negativo é que a Lisboa Editora passará a figurar no Index e as escolas irão receber instruções para “non imprimatur” quando houver lugar à aprovação de manuais.
Dezembro 18, 2008 at 6:59 pm
Uma daquelas notícias que o Trio Maravilha não vai comentar:
Estudo do Observatório da Avaliação de Desempenho
Quase 75 por cento dos professores mudavam de profissão se tivessem alternativa
18.12.2008 – 11h51 Lusa
Dezembro 18, 2008 at 7:01 pm
Uma “chapada” bem dada no trio maravilha.
Dezembro 18, 2008 at 7:01 pm
#29
Aquando da questão das aulas de substituição pus uma acção em tribunal contra o ME, apoiado pela advogada do SPN, e ganhei. Vou receber este mês o dinheiro.
Dezembro 18, 2008 at 7:02 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2008/12/18/o-triunfo-dos-porcos/
Dezembro 18, 2008 at 7:05 pm
É uma publicidade interessante, mas nada inocente, tendo em conta o momento.
Na Inglaterra e em Espanha há uma campanha de (re)valorização da classe docente, os ingleses estão a tentar emendar os ataques de há uns anos atrás. Por cá pagam-se páginas de publicidade em jornais para enganar os “lorpas”.
Dezembro 18, 2008 at 7:11 pm
Gastão, não podes entrar em contacto com essa advogada e perguntar-lhe se nos pode representar nesta fase>?
Dezembro 18, 2008 at 7:24 pm
# 28
Caro João Paulo Maia Diz:
Não sei muito bem a que propósito vem a ideia de tentar uma biografia política da minha pessoa, falando de “claras ambições quanto a uma carreira política”. O que eu sou é conhecido de quem conhece, não escondo nada e não me envergonho de nada. Pode até ser que ainda algum dia tire as minhas credenciais do bolso, para as mostrar a alguns “revolucionários” com pouca memória ou pouca informação.
Vim aqui na qualidade de autor de um blogue onde me pronuncio sobre a vida da cidade e do mundo, qualidade na qual não gosto de ser insultado nem ameaçado, muito menos por quem se esconde atrás de um nickname. E vim aqui por haver sinais públicos de um frequentador deste fórum estava activo nessa actividade. E tiro as minhas conclusões quando outros frequentadores deste local “desculpam” essas atitudes.
Eu, pela minha parte, quando aparece algum comentador no meu blogue a falar dos professores em termos impróprios, respondo mostrando que não aceito essa atitude. Outros, na situação inversa, acham sempre necessidade de desculpar os agressores. São escolhas.
Dezembro 18, 2008 at 7:39 pm
«Até os Jesuítas…» Não havia necessidade de ofender. Mas, enfim, também há o monopólio da inteligência!
Dezembro 18, 2008 at 8:04 pm
Boa noite a todos.
Pois, mas este é “o grande mérito” deste ministério da educação: acabar com a boa disposição na classe docente.
Parabéns Sra ministra
Dezembro 18, 2008 at 8:08 pm
#42,
Estou sempre bem disposta, talvez um pouco cansada, mas… não desarmo. 😆
Dezembro 18, 2008 at 8:13 pm
#43
Nem com decretos natalícios?
Dezembro 18, 2008 at 8:17 pm
Gata,
Quem me conhece, sabe que sou uma pessoa bem disposta. Mas não achas que o clima se deteriorou nestes últimos tempos?
Eu da minha parte, deixei de ter a mesma alegria, que sempre tive, ao entrar “naquela” sala de professores.
Só há um sítio que não mudou nada: dentro da sala de aula. E isso é a verdadeira essência do ensino. Restou pelo menos isso.
Dezembro 18, 2008 at 8:21 pm
pelos vistos, hoje está em brasa…
Dezembro 18, 2008 at 8:22 pm
#44,
Ná, joão. Quais decretos?! Já estou “congelada” há séculos. A avaliação vai avançar? Ok. Bom proveito. Vou ficar no 7º escalão até me apetecer…
Dentro da sala de aula é, como diz o Miguel, tudo igual e a verdadeira essência do ensino. Tudo o resto é paisagem.
Penso que devemos preservar a nossa sanidade mental. Por isso, pouco importa que 3 estarolas lancem decretos para chatear os professores. Que se danem!!!
Dezembro 18, 2008 at 8:27 pm
Miguel,
também vejo na sala de professores gente deprimida. ainda hoje uma colega me confessou estar com uma depressão e vai, nas férias, procurar ajuda médica…
Um pouco depressiva estive eu, no passado ano lectivo, quando me deram um horário só com CEFs… Habituei-me. Tanto se me dá que se portem bem como mal. Faço o meu trabalho, preparo as aulas. Quando chego à aula logo vejo o que acontece. Portanto, “viagens alucinantes” todos os dias!!! 😆
Dezembro 18, 2008 at 8:27 pm
#46,
quem, raiva?!
Dezembro 18, 2008 at 8:35 pm
Gata,
Estava a falar da “mossa” que este modelo de avaliação está a provocar. Depende das escolas, é evidente, mas o clima deixou de ser o mesmo.
Dezembro 18, 2008 at 8:40 pm
#49 gata escondida
As noticias no blogue.
Dezembro 18, 2008 at 8:40 pm
#50,
nesse aspecto o clima já não é o mesmo de outrora. Criaram a divisão na classe. O titulares são “especiais” na minha escola. Que se dane! O meu PCE tornou-se um adesivo. O meu avaliador é um “cagarolas”: nada de contrariar a Milú. Há colegas que querem ser avaliados e entregaram os objectivos. São olhados de soslaio. Portanto, o clima não está bom…
Dezembro 18, 2008 at 8:43 pm
«Até os Jesuítas»? Eles foram os primeiros…
Outra coisa que estes poços de ignorância que nos governam NÃO SABEM: os professores jesuítas são obrigados (desde sempre) A ESTUDAR… e não é nas ESEs e depois … mais nada! Independentemente da praga que este modelo de avaliação se tornou para os professores, já antes a preclara senhora nos tinha tirado o tempo para ler, para estudar e para TRABALHAR para o nosso próprio conhecimento científico e geral.
Qualquer dia reeditam as Regentes Escolares com o 5º ano do Liceu… vão ver! Dêem-lhes mais uma maioriazita e verão!
Dezembro 18, 2008 at 8:48 pm
Mas ainda há quem lute…
São poucos, mas bons. Não me interessa que estivessem apenas umas dezenas de professores no buzinão em Braga. Eu estava lá. E não fui a Lisboa apenas para comer Leitão (isto é uma piada da minha escola…
Dezembro 18, 2008 at 8:56 pm
Mas sejamos felizes. Como diz Édouard Rey, “Na fidelidade há preguiça, medo, cálculo, pacifismo, fadiga e algumas vezes fidelidade”.
Dezembro 18, 2008 at 9:03 pm
“até os jesuítas”, essa cambada de ignorantes e trogloditas que o bem avisado Sebastião José pôs oportunamente a andar.
Que lhe deu, caro Paulo?
Dezembro 18, 2008 at 9:17 pm
Como isto está um pouco parado, cá vai uma proposta musical: America dos Yes (num tema do Paul Simon).
Dedicado a todos os que atiram sapatos…
Dezembro 18, 2008 at 9:18 pm
http://br.youtube.com/watch?v=lS2FUW7UkR0
Dezembro 18, 2008 at 9:22 pm
Olhem o que eu descobri:
http://www.tsgnet.com/pres.php?id=46832&altf=Nbsjb1Mvseft&altl=Spesjhvft
Foi pena não ter ganho.
Dezembro 18, 2008 at 9:24 pm
Se no tempo do Marquês já existissem pulseiras electrónicas, os Távoras teriam sido salgados?
Dezembro 18, 2008 at 10:08 pm
Estão à espera de quê para voltar entregar a educação a quem percebe do assunto?
Dezembro 18, 2008 at 10:31 pm
#40 Caro Porfírio,
1) Não intentei uma biografia de quem quer que seja. Estás a cometer literalmente uma falácia. Com que então a partir de uns dadozitos (já agora – eu disse alguma falsidade?), inferes uma coisa pomposa daquele tipo? Afirma qualquer coisa como: alguém (eu) tenho a “ideia de tentar uma biografia política da minha pessoa” (sic). Isto é plausível? Ficas a saber que: a) não tenho talento, b) nem paciência para isso, c) muito menos tenho interesse.
2) Será estranho que alguém da minha área (tu) e que cometa uma falácia elementar destas, não o reconheça publicamente, pois todos erramos. E nada há de mais nobre do que reconhecer erros na praça pública quando efectivamente cometemos erros. Qual é o problema?
3) Não vieste para aqui comentar APENAS desagravar a tua honra, o que é legítimo. Aliás disse-o. Se não fui claro, estou a tentar sê-lo agora. Constatei que colocaste o MESMO comentário (ou variações do mesmo) em vários posts. Acho isso obsessivo e inadequado num blog.
4) Mas se estás tão preocupado com questões de honra por que razão não te vejo preocupado com a honra de toda uma classe profissional insultada, por ex., por um responsável da tutela numa sessão do PS sobre educação?
5) Dizes “O que eu sou é conhecido de quem conhece (…). De que tipo de conhecimento estás a falar? Isto é, contextualmente, alguma tentativa de falácia de apelo à autoridade?
Fica bem
Dezembro 18, 2008 at 10:38 pm
Gralhas #62
1) (…) Afirmas qualquer coisa como: (…)
3) Não vieste para aqui APENAS comentar e desagravar a tua honra, o que é legítimo. (…)
Dezembro 18, 2008 at 10:48 pm
Miguel,
Existe um sítio onde reina sempre a bos disposição… “a sala de fumo”, tens lá muitos amigos, não?
Dezembro 18, 2008 at 10:51 pm
#40 Caro Porfírio,
E até fui bondoso, pois deixei passar mais esta tentativa de argumentar falaciosamente:
“Pode até ser que ainda algum dia tire as minhas credenciais do bolso, para as mostrar a alguns “revolucionários” com pouca memória ou pouca informação.”
Já agora podias e devias tirar as tuas credenciais e esclarecer pessoas como eu de que falácia ou falácias estás aqui a tentar usar. Isso, sim, seria útil, muito útil. Por esta simples razão: pelo menos assim aprendíamos um pouco a avaliar esboços de argumentos.
Dezembro 18, 2008 at 10:56 pm
Um cheirinho a Natal…
http://br.youtube.com/watch?v=NDU4Z_BBkTA
Dezembro 18, 2008 at 11:42 pm
Natal… Na província neva.
Nos lares aconchegados,
Um sentimento conserva
Os sentimentos passados.
Coração oposto ao mundo,
Como a família é verdade!
Meu pensamento é profundo,
Stou só e sonho saudade.
E como é branca de graça
A paisagem que não sei,
Vista de trás da vidraça
Do lar que nunca terei!
Fernando Pessoa
Dezembro 20, 2008 at 12:33 am
porque assim sempre podemos ter gente como o vinte e quatro, por que mais haveria de ser……..