Embora possamos considerar que é apenas fruto da ignorância ou incapacidade para compreender o que lê, o que é habitual em muitos editoriais do DN, como o de hoje. Afirma-se por lá o seguinte:
As coisas ficaram claras na educação. A plataforma sindical, apoiada numa base radicalizada, começa a revelar o que se adivinhava: exige a suspensão do modelo actual, por inexequível; propõe um outro (ainda não revelado) que tem de incluir a eliminação da separação da classe em duas categorias (os professores e os titulares); tudo deverá ser negociado a partir de Janeiro; assim, no ano lectivo 2008/09 não pode haver avaliação, só no próximo ano lectivo; logicamente, para que 2008/09 não conte contra quem tudo isto propõe, a progressão, de todos os professores por igual, terá de ser automática.
O ministério parte de outros pressupostos: atendeu às queixas no plano operacional; simplificou o modelo; cada professor avaliador terá de classificar, apenas, três colegas num processo mais rápido (…).
São várias as incorrecções factuais, as opiniões apresentadas como informações fidedignas e as ilações especulativas sem fundamento.
Vamos lá:
– A que base radicalizada dos sindicatos se refere o articulista? Aos professores? Mas então os sindicatos estariam a representar correctamente as aspirações dos representados. Se o editorialista se refere a algo diverso, seria bom que o explicasse. Serão 85% dos docentes uma camabada de saudosistas do PREC? Eu tinha 10 anos, pá, não tenho saudades desses tempos, que andava de calção e soquete branco.
– Pode ser fraquinho, mas o modelo de avaliação da Plataforma, para o período transitório, foi apresentado ao ME e existe outro desenvolvido no âmbito do SPGL, que o DN, por alguma razão, nunca noticiou.
– É falso que, suspendendo este modelo, não possa existir avaliação em 2008/09. O ano passado a avaliação simplificada foi desenvolvida apenas a partir de Maio. De qualquer modo, desconhecerá o articulista aquilo que o SE Pedreira se tem cansado a propagandear, ou seja, que neste ciclo de avaliação não existirão efeitos negativos para ninguém? Então, qual o problema? Ou apenas querem distinguir o mérito dos 15% de oprimidos, chantageados e intimidados, representados hoje no ME por uma delegação de notáveis?
– É falso que todos os professores possam, mesmo não existindo avaliação, progredir automaticamente, pois pelas novas regras (e pelas antigas já todos deveriam ter progredido há anos), nem todos poderão progredir este ano, por não terem o módulo de tempo de serviço completo. Eu sei, este tipo de conhecimento é demasiado técnico, o editorialista desconhece. Nem se incomodou em informar-se, tão certo se sentiu da sua razão fulminante.
– Em que parte do novo despacho de delegação de competências, ou no sedução dos avaliadores se lê que cada avaliador só terá três avaliados? Não terá o editorialista confundido que, por cada três avaliados, os avaliadores têm uma hora semanal de crédito horário? Neste caso, só se colocam duas hipóteses: o editorialista não saber ler ou então é objectivamente desonesto. Qualquer das hipóteses conduziria, num mundo que privilegia o mérito, a uma avaliação negativa do impante prosador, tão firme nas suas posições quanto vazias de fundamento e verdade elas são.
Para a próxima, caro editorialista (e sei que quase por certo estas linhas lhe chegarão…) informe-se, aprenda a ler ou, pelo menos, opte pela seriedade.
Ficar-lhe-ia bem, para variar…
Mesmo para jornalismo de combate, alinhadinho com o poder, há que manter padrões mínimos de qualidade.
Eu sei que a avaliação não depende do rigor, mas não há uma coisa, tipo código deontológico, livro de estilo, sei lá?
Ahhh, o editorial é apenas uma opinião. Inimputável, claro.
Dezembro 12, 2008 at 2:58 pm
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=119809
Dezembro 12, 2008 at 2:59 pm
Ainda bem que lhe respondeu, Paulo.
Quando li há pouco,nem queria acreditar nas mentiras (não é falta de rigor, são mesmo mentiras)
É o vale tudo!
Dezembro 12, 2008 at 3:02 pm
O desespero é mais que muito. Daí que qualquer mentira seja boa para fundamentar o que não conhecem… Valha-lhes S. Ambrósio e o S. Jerico também!
Dezembro 12, 2008 at 3:20 pm
Paulo o DN é da empresa de um senhor chamado Oliveira.
A empresa que controla o DN tem um enorme passivo e é concorrente a um canal privado.
Logo precisa das benesses deste governo!
É a vidinha…
Dezembro 12, 2008 at 3:27 pm
Rigor? O editorial não vinha nem assinado… E hoje, logo por sorte minha, li o DN. Quase vomitava ao fim da sexta página por ver transformado o DN num pasquim do PS.
Dezembro 12, 2008 at 3:41 pm
o Paulo está certo. Ou o articulista não compreende o le lê, o q é grave na sua profissão (q pressupõe capacidades básicas de cognição), ou então deturpa intencionalmente o q lê, o q é ainda mais grave. Será q no DN, o princípio da imparcialidade n consta do código deontológico dos jornalistas?!?! lol
Por me sentir lesada na qualidade de leitora do DN (ainda q acidental), proponho à chefia q lhe atribua Insuficiente na avaliação de desempenho.
Dezembro 12, 2008 at 3:44 pm
QUEM ESCREVE O EDITORIAL NÃO É O SR MARCELINO QUE ERA DIRECTOR DO CORREIO DA MANHÃ? SE FOR ELE, OUTRA COISA NÃO É DE ESPERAR! SE FOR A PESSOA Q EU PENSO, DEVE TER BOAS CUNHAS, PQ NÃO VALE NADA COMO JORNALISTA. NEM SEQUER É UM JORNALISTA DE REFERÊNCIA. ESTÁ A DEFENDER O “TACHO”.
Dezembro 12, 2008 at 3:45 pm
“Avaliação: Negociações estão “encerradas”
O processo de negociações sobre a avaliação dos professores neste ano lectivo “está encerrado”, disse esta sexta-feira o secretário de Estado Jorge Pedreira.
“As negociações terminaram e o Governo aprovará muito em breve todas as medidas e instrumentos legislativos e normativos que permitirão o desenrolar do processo de avaliação para este ano lectivo”, disse o governante, em Coimbra, à margem da sessão do lançamento do concurso “A nossa escola pela não violência”.
Contudo, a tutela não fecha a porta e futuras negociações “para os anos lectivos, como estava previsto no memorando de entendimento”.
“Esperamos que os sindicatos reconheçam e aceitem a legitimidade democrática do Governo para governar”, sublinhou Jorge Pedreira, acrescentando que “há um tempo para ouvir, para escutar, mas também há um tempo para decidir”. O secretário de Estado fez ainda “um apelo à reflexão serena dos professores sobre as medidas que o Governo tomou”.
Relativamente ao descontentamento vivido na classe dos professores, Jorge Pedreira disse esperar que “a insatisfação e o protesto não atinjam de forma alguma os alunos e as famílias”.” in Correio da manhã
Eles encerram as negociações…nós encerramos as escolas.
Dezembro 12, 2008 at 3:52 pm
A PROPÓSITO DA REVISÃO DAS CARREIRAS: OS SINDICATOS DOS MÉDICOS JÁ DISSERAM QUE NEM PENSAR EM FAZER REVISÃO DA CARREIRA. SE O FIZERAEM ELES IRÃO CONTESTAR NA RUA. AFINAL, NÃO SÃO SÓ OS PROFS Q CONTESTAM. NA MINHA OPINIÃO ISSO DEVIA TER SIDO A 1ª REIVINDICAÇÃO DOS PROFS, PQ TERÁMOS LOGO TRAVADO À NASCENÇA TODA ESTA TRAPALHADA. OUVI QUE UNS QUANTOS ADESIVOS VÃO SER RECEBIDOS PALA MINISTRA E PERGUNTO: ALGUÉM SABE O QUE PRETENDEM? QUERERÃO SER OS FUTUROS GESTORES?
Dezembro 12, 2008 at 4:03 pm
Director do DN, e outros lacaios do Sócrates,
Expliquem, sff, porque é que os professores portugueses não podem ser tratados como os outros. Na avaliação e em tudo. Apenas isso. Expliquem!
Nem Salazar desceu onde estes democrates desceram. Não esqueçamos os três professores mortos na sequência desta política de perseguição.
Expliquem também como é que se pode confiar num P.M. com falsas habilitações e outras acrobacias lamentáveis, que se veste de avental na troupe maçónica – deve ser para trocar receitas de culinária…
Expliquem como é possível manter um monstro como Margarida Moreira em funções, uma coisa estalinista que ressuscitou os famigerados “saneamentos” à PREC!
Dezembro 12, 2008 at 4:06 pm
Mª Emília, tem toda a razão. Expliquem porque é que nenhuma profissão, e,m Portugal ou no resto do mundo, é “avaliada” assim! Como se não nos bastasse a humilhação diária por parte dos alunos violentos e ordinários, que é impossível punir graças às leis de Guterres(outro súcialista..)! Sem esquecer os papás dos meninos. Continuem a esticar a corda, súcialistas, pode ser que se arrependam amargamente!
Dezembro 12, 2008 at 4:20 pm
O bando dos 30 pela avaliação.
Adesivos mor – em CE
Tempo de antena com fartura na sicnot
mais uma vergonha dos nossos media.
Dezembro 12, 2008 at 4:23 pm
Paulo, ânimo na luta, sempre. Estamos aqui apoiar firmemente a tua (nossa) luta, mas não esqueças que não há argumento, verdade e ou facto que demova esta das gente das direcções (de alto a baixo)do JN e do DN. Por isso, não vale a pena esgrimir muito com eles. É ferro frio que resiste ao malho.
Saudações
Elias
Dezembro 12, 2008 at 4:29 pm
Perante a intransigência e a má-fé do governo contra a esmagadora maioria dos professores só existe uma solução: lutar até ao fim!
Esta luta vai ser desgastante, tanto para nós como para o governo, e só haverá um vencedor: aquele que tenha mais paciência.
O diálogo está definitamente encerrado, porque Sócrates meteu na “cabeça” que ganhará as eleições combatendo os comunistas dos professores.
Iremos assistir ao desfile na imprensa de “testas de ferro” ao serviço do governo que irão fazer todos os possíveis para denegrir a imagem da classe, porque já todos percebemos que existe uma enorme promiscuidade entre este governo e alguns jornalistas a soldo, que, fazendo pela vidinha, esperam ser pagos através de convites para gabinetes de imprensa deste governo.
Um dos méritos deste governo foi ter conseguido construir uma teia muito difusa de interesses que envolvem alguns cavaquistas conhecidos e altos militantes do PS que se inatalaram em pontos chave do mundo empresarial e de jornalistas promíscuos com o poder. Todo este centrão cinzento protege Sócrates e deseja que este permaneça muitos anos no poder, enquanto for uma marioneta destes Kapos que dominam os bastidores da República Portuguesa.
Estes neo-liberais que vivem à custa do orçamento de Estado já são tantos que a única solução para satisfazer os seus apetites é sugar os contribuintes e dimimuir os custos, ou seja, atingir os direitos alcançados pelos funcionários públicos, que ostracizados pela opinião pública, serão vítimas fáceis desta senha persecutória deste governo Socratino.
Os professores foram sem dúvida as grandes vítimas destes vampiros do estado, mas o que estes senhores não contavam é que a dada altura os professorzecos se revoltassem em massa.
Estes senhores, sabendo que uma enorme massa de licenciados revoltados é um detonador muito perigoso para a estabilidade do status quo, tudo farão ao seu alcance para defenderem a “ordem” ao serviço do centrão de interesses que domina a vida económica da nação.
Por esse motivo só nos resta ser pacientes: saber esperar, desgastar, lutar, recuar, contra-atacar, até que no momento em que o País atingir o auge da recessão (alguns economistas dizem que será já no fim do ano), fazermos o assalto final a Sócrates, fazendo da Escola Pública a nossa bandeira.
Se nos mantivermos unidos e firmes, e não ligarmos à opinião pública, uma das nossas fraquezas na acção, conseguiremos levar este barco a bom porto.
A opinião pública é como o éter que tem a propriedade de se volatizar. Tanto está do lado de lá como mudará rapidamente para o nosso campo!
O que nos resta é lutar:
– não entregar os objectivos individuais.
– fazer greves rotativas.
– mais uma mega-manifestação a Lisboa
– pressionar os sindicatos.
– declarar que não queremos ser avaliados.
E VERÃO QUE MUITO BREVEMENTE MLR CAIRÁ E SE CALHAR COM ELA :
O NOSSO QUERIDO MENINO GUERREIRO!
Isto se não houver antes algo parecido com a Grécia…
Dezembro 12, 2008 at 4:36 pm
Já disse que o bando dos 30 são PCE’s desesperados que querem continuar a…
NÃO DAR AULAS POR MUITOS ANOS!
Dezembro 12, 2008 at 4:39 pm
Então meus senhores há que respeitar os direitos dos 0,02%…
Dezembro 12, 2008 at 4:40 pm
OFERTA DE EMPREGO
Precisamos de:
jornalistas cultos, honestos, rigorosos,não manipuláveis, que não estejam à venda,que pensem e não sejam covardes.
Resposta para:
País dos Medrosos,nº 120000-Políticamente Correctos
Código Postal-120000-GREVE POR TEMPO INDERTIMINADO
Dezembro 12, 2008 at 4:41 pm
INDERTEMINADO
Dezembro 12, 2008 at 4:41 pm
Compreenderam , compreenderam, mas escrevem o que lhes mandam… sem critério nem honestiddae… que ainda torna as coisas mais graves, porque se não soubessem ler, o problema era só analfabetismo… assim é má-fé…
Dezembro 12, 2008 at 4:43 pm
Eu continuo a achar que paramos a luta, no momento em que está o edifício a abanar… depois lá lhe põem umas talas defeituosas para se aguentar de pé… e não saímos disto… ou saímos… lá para Junho… fica tudo resovido. É ter paciência até lá…
Dezembro 12, 2008 at 4:44 pm
Leio:
12.12.2008 – 15h32 Lusa, PÚBLICO
“O Governo aprovará muito em breve todas as medidas e instrumentos legislativos e normativos que permitirão o desenrolar do processo de avaliação para este ano lectivo”.
Se bem li, vão aprovar os instrumentos legislativos para me avaliarem este ano lectivo, ou seja, 1º Período incluído.
Anedóticos, patéticos.
Dezembro 12, 2008 at 4:44 pm
renda, o que nós temos de fazer é desgastar… desgastar… e …ter paciência!
Dezembro 12, 2008 at 4:46 pm
o M.E.
http://www.franciscotrindade.blogspot.com/2008/12/o-me.html
Dezembro 12, 2008 at 4:47 pm
Renda, o Van Zeller avisou que muitas empresas irão fechar! Infelizmente.
Isto vai ser um autêntico terramoto contra este governo!
Vais ver quantos aliados teremos daqui a alguns meses!
Dezembro 12, 2008 at 4:50 pm
Já repararam que qualquer badameco seja jornalista ou não opina sobre o que não sabe? Já repararam que temos 10 milhões de professores mas não temos o mesmo em médicos e juristas?
Já repararam que o ser professor foi um anátema lançado por um senhor ex presidente da república e agora representante da ONU num cargo qualquer , que quando foi à – Finlândia lançou uma boca? Já repararam que este problema vem do tempo de um Cherne que fugiu para Bruxelas?
Já repararam que os nossos opinadores opinam tanto, sobre nada, de nada sabem mas opinam na mesma?
Já repararam que vivemos num País de opinadores, sobretudo no que respeita à educação/ensino, mas não têm qualificações nem conhecimento para opinarem?
BRAS – “Glória ou Morte”
Dezembro 12, 2008 at 4:50 pm
Acabei de ouvir na TSF que o Presidente da República, se congratulou com a “abertura” negocial entre sindicatos e ME. Após estas declarações, surgiram as declarações do secretário Pedreira, informando que a srª ministra “encerrou as negociações” para este ano lectivo.
Merecem uma reflexão estas 2 noticias… Uma reflexão muito alargada…
Estranhei o “encerramento das negociações” sem mais nem menos. A ter lugar, deveria ter sido ontem, após a reunião. Porquê hoje e após o comentário do Presidente da República?
Que posição tomará a Plataforma? Não iriam continuar no dia 15 as negociações sobre as possíveis alterações do ECD?
Como pode o governo decidir unilateralmente este “encerramento”, quando ainda ontem afirmou que continuariam 2ª feira?
Que se está a passar? Como podemos “ler” esta notícia? O governo, não “dá ponto sem nó”…
Dezembro 12, 2008 at 4:52 pm
http://raivaescondida.wordpress.com/2008/12/12/bras-brigadas-revolucionarias-anti-socrates-3/
Dezembro 12, 2008 at 4:53 pm
Excelente comentário, Pedro Castro.
Dezembro 12, 2008 at 4:55 pm
Embora O Crápula tenha muito dinheiro para distribuir pela comunicação social(ista) em publicidade institucional e de empresas públicas e de capitais públicas, por mim o Pasquim de Notícias não vende mais nenhum exemplar.
DN NUNCA MAIS!
Dezembro 12, 2008 at 4:55 pm
#18
Indeterminado, Sra. Professora!
Dezembro 12, 2008 at 4:57 pm
Associação de Pais da melhor Escola Pública do ranking
Eu já desconfiava, mas a prova está aqui:
OS MELHORES PROFESSORES ESTÃO CONTRA O MINISTÉRIO.
OS MELHORES PAIS ESTÃO COM OS PROFESSORES.
http://www.legoergosum.blogspot.com/2008/12/associao-de-pais-da-melhor-escola.html
Dezembro 12, 2008 at 4:59 pm
Faço uma proposta:
1)Nas vossas escolas tentem aprovar moções em que recusem ser avaliados.
2) Verifiquem no V/ concelho quais as escolas que estão em estado de apatia. Escolham professores dessas escolas que vos pareçam que tenham fortes convicções e espírito de liderança.
3) Entreguem um abaixo-assinado a esses professores de forma a que estes convençam nas suas escolas a recusarem a avaliação. Ao mesmo tempo que essa recolha de assinaturas estejam a ser recolhidas enviem sms aos professores dessas escolas.
4) NÃO HOSTILIZEM os professores renitentes!
Foi assim que um grupo de 3 professores do distrito do Porto conseguiram que cerca de meia centena de escolas (algumas já adesivadas) de repente, contra os prognósticos dos respectivos PCE’s viram as suas escolas recusarem a serem avaliadas por este modelo! E mais não digo…
3) Peçam a pr
Dezembro 12, 2008 at 5:01 pm
#32 Coorigir 3) para ” Entreguem um abaixo-assinado a esses professores de forma a que estes convençam nas suas escolas a recusarem a avaliação. Ao mesmo tempo que essa recolha de assinaturas esteja a ser executada enviem sms aos professores dessas escolas.
Dezembro 12, 2008 at 5:02 pm
#27,
raiva, parabéns! Foste o Post do Momento na página do wordpress, hoje de manhã!
Dezembro 12, 2008 at 5:02 pm
# 32 retirar “3) Peçam a pr”
Dezembro 12, 2008 at 5:02 pm
#32 pedro castro
explica-me melhor os subentendidos. Tens o meu mail. Bora ai.
BRAS- “Glória ou Morte”
Dezembro 12, 2008 at 5:05 pm
#34 gata escondida
Fui o quê?
Só fui o momento do meu almoço… A qual post te estás a referir? À Bras?
Bora com ela. Força BRAS.
“Glória ou Morte” – pela dignidade da profissão docente e contra os atropelos e escravatura desta classe arrogante e autoritária.
Dezembro 12, 2008 at 5:05 pm
#15,
o meu PCE está numa de Operação de Charme. circula pela sala de profs, “seduzindo” este e aquele, sendo agradável e afável. Uma delícia!
Comigo, foi há 2 dois dias. Tema: As viagens. Falámos de viagens…
Dezembro 12, 2008 at 5:06 pm
Isto está a aquecer no Inverno.
Vai dar molho.
Dezembro 12, 2008 at 5:09 pm
#37,
Na página do WordPress.com há sempre destaques: os blogues mais lidos (o Umbigo está quase sempre lá) e também, em destaque, o Post do Momento. Lá estavas tu, de manhã: o post da BRAS!!
Dezembro 12, 2008 at 5:11 pm
Caros,
vou jantar que não tarda há reunião de EFA, e depois aulas. Até mais logo, pela noitinha…
(coeh, isto vai MESMO aquecer!)
Dezembro 12, 2008 at 5:12 pm
http://raivaescondida.wordpress.com/2008/12/12/bras-brigadas-revolucionarias-anti-socrates-denuncia/
Dezembro 12, 2008 at 5:15 pm
Este não é o sr.Armani, o engenheireiro da marquises…
http://gataescondida.wordpress.com/2008/12/12/olha-eis-outro-orgulho-nacional/
Dezembro 12, 2008 at 5:38 pm
#14, só não concordo com as “intercalares”.Ou é tudo ou para ser de faz-de-conta não faço.Por tempo INDETERMINADO ou então copiamos os gregos de uma vez!
Dezembro 12, 2008 at 5:42 pm
Por aqui circulam sempre boas propostas, não podemos desanimar. Temos de nos apoiar uns aos outros.
Dezembro 12, 2008 at 5:43 pm
Paulo peço boleia para esta posta com base na notícia do Público…
Deixe-os trabalhar!
Usando da mesma vergonhosa hipocrisia que já revelara, ao fazer da negociação um simulacro que apenas serviu os seus objectivos propagandísticos, “o Ministério da Educação deu hoje como encerradas as negociações sobre o modelo de avaliação dos professores para este ano […] e pediu aos sindicatos que aceitam a “legitimidade democrática do Governo para governar”.
Desprezando completamente o protesto massivo de mais de cem mil professores, fazendo letra morta das propostas e reivindicações dos parceiros sociais (por ele declarados como inimigos), ignorando os apelos ao diálogo da Presidência da República, da Igreja, de toda a oposição parlamentar (incluindo alguns correlegionários que ousam sair do redil governamental), e das mais diversas personalidades de reconhecido mérito da sociedade portuguesa, o Governo varre apressadamente o lixo para baixo do tapete e tenta esconder o país real atrás do biombo esfarrapado do seu fiel rebanho de deputados.
E pede aos sindicatos que o deixem governar???!!!…
Pois os professores hão-de continuar a pedir, a exigir, ao Governo, que os deixe trabalhar!!!…
in Cantigas do Maio
Dezembro 12, 2008 at 5:47 pm
É isso mesmo, Coeh!
Mas também concordo que, a partir de agora, a luta tem de ser mesmo a doer.
Greves aos bochechos, ou às avaliações, nesta altura, não nos vão conduzir a lado nenhum.
Dezembro 12, 2008 at 5:49 pm
Paulo, peço uma boleia para esta posta com base na notícia do Público (2.ª tentativa: a 1.ª não passou por causa dos dep*tados… do redil socratino!…)
Deixe-os trabalhar!
Usando da mesma vergonhosa hipocrisia que já revelara, ao fazer da negociação um simulacro que apenas serviu os seus objectivos propagandísticos, “o Ministério da Educação deu hoje como encerradas as negociações sobre o modelo de avaliação dos professores para este ano […] e pediu aos sindicatos que aceitam a “legitimidade democrática do Governo para governar”.
Desprezando completamente o protesto massivo de mais de cem mil professores, fazendo letra morta das propostas e reivindicações dos parceiros sociais (por ele declarados como inimigos), ignorando os apelos ao diálogo da Presidência da República, da Igreja, de toda a oposição parlamentar (incluindo alguns correlegionários que ousam sair do redil governamental), e das mais diversas personalidades de reconhecido mérito da sociedade portuguesa, o Governo varre apressadamente o lixo para baixo do tapete e tenta esconder o país real atrás do biombo esfarrapado do seu fiel rebanho de dep*tados.
E pede aos sindicatos que o deixem governar???!!!…
Pois os professores hão-de continuar a pedir, a exigir, ao Governo, que os deixe trabalhar!!!…
in Cantigas do Maio
Dezembro 12, 2008 at 5:50 pm
Acho que devíamos dar início ao 2º período com uma greve durante toda essa 1ª semana.
Vivam as BRAS! ;))
Dezembro 12, 2008 at 6:03 pm
Eu agora só leio o Público e o NOTÍCIAS DA MINHA ALDEIA. Assim, não me enervo tanto…
Dezembro 12, 2008 at 6:09 pm
Por falar em rigor e porque hoje me deu para fazer contas 🙂 vou repetir aqui o que disse noutro post.
Fala-se muito nos relatórios da OCDE como se fossem uma bíblia sagrada. Ainda hoje a Câncio o citou.
São rigorosos? Fui ver na questão salarial
http://www.oecd.org/document/9/0,3343,en_2649_39263238_41266761_1_1_1_1,00.html
Ora bem, aqui, se se for ao item
# Indicator D3: How much are teachers paid?
são apresentados os valores do salário anual para 2006 em Portugal:
Starting salary/ minimum training-20072,4359823971
Salary after 15 years of experience /minimum training-32 866
Salary at top of scale /minimum training-51 552
Ok. Vejamos a que correspondem.
Um professor além do salário recebe o subsídio de refeição. Era de 3,95 em 2006.
Considerando 11 meses de 22 dias úteis (na realidade é bem menos pois não se recebe nas férias de Natal, Carnaval, Páscoa, etc) dá um valor anual de 955,90
Para saber qual o vencimento base considerado pela OCDE basta ir aos valores anuais e retirar 955,90.
Depois divide-se por 14 (12 meses de trabalho mais subsídio de férias e subsídio de Natal)
Exemplo:
20072,43598-995,90=19116,53598
19116,53598/14=1365,466856
Assim sendo teremos um vencimento mensal segundo a OCDE:
Starting salary/ minimum training-1365,47
Salary after 15 years of experience /minimum training-2279,29
Salary at top of scale /minimum training-3614,00
Agora é só ir a uma tabela de vencimentos de 2006 e ver a que escalões correspondem.
Está aqui uma http://www.anprofessores.pt/user/documentos/Tabela%20Vencimentos%202006.pdf
Em 2006 o 3º escalão era € 1.287,67 e o 4º € 1.424,11
Portanto segundo a OCDE um professor inicia a carreira entre o 3º e o 4º escalões.
O 8º escalão era € 2.089,26 e o 9º € 2.549,75
Portanto segundo a OCDE um professor com 15 anos de serviço estava algures entre o 8º e o 9º escalões.
Por fim vejamos o topo de carreira, o 10º escalão em 2006
Era € 2.899,38
Segundo a OCDE era € 3614,00
Solicito que me digam se cometi algum erro.
Se fiz bem as contas digam-me:
Ainda acreditam nos relatórios da OCDE?
Dezembro 12, 2008 at 6:12 pm
Não desanimem.
Mas eu já disse aqui noutro post, que a vossa principal preocupação deve ser com a sistematização e clareza das vossas propostas.
Vocês só conseguem vergar o governo se o Sócrates vir a opinião pública a fugir-lhe.
Como com a comunicação social é o que se vê, vocês precisam de chegar às pessoas doutra forma.
Não combatam num campo de batalha escolhido e dominado pelo adversário. Definam o vosso e lutem no vosso. Depois a comunicação social irá atrás, mas aí vocês levam a melhor.
Façam acções voltadas para os pais e para as comunidades. Nessas acções, não falem tanto do ECD, da avaliação, etc. Falem dos problemas dramáticos das escolas e dos alunos, falem do vosso trabalho de professores, psicólogos, assistentes sociais, assistentes administrativos, etc.
As pessoas em geral precisam de conhecer melhor a vossa vida e o vosso trabalho e os vossos problemas.
Quando isso acontecer, e só então, o Governo verga.
São os meus 10 cêntimos…
Dezembro 12, 2008 at 6:18 pm
Portanto acabaram as negociações.
segundo aqui dizem:
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1352883&idCanal=58
Dezembro 12, 2008 at 6:21 pm
Deixem trabalhar a Tia Milú! Basta!
http://bandeiranegra1.wordpress.com/2008/12/12/ai-o-professor-e-que-sabe-levar-o-povo-e-e-homem-decente-discreto-valente-sexta-feira/
Lolololol…boa tarde e nós, PIMBA!
Dezembro 12, 2008 at 6:21 pm
#51
Comentário muito oportuno que lembra coisas muito simples, mas que de tão óbvias, por vezes, nos escapam:
1. Sistematização e clareza das propostas
2. Acções voltadas para os pais e para as comunidades.
De acordo, mas sem abrandar a luta nas escolas.
Dezembro 12, 2008 at 6:22 pm
OCDE desmente o Ministério da Educação
1. A OCDE DESMENTE O MINISTÉRIO
O que o Ministério sabe mas esconde cobardemente, de forma a virar os
portugueses menos esclarecidos contra os que trabalham dia a dia para dar um futuro melhor aos filhos dos outros.
‘Os PROFESSORES em Portugal não são assim tão maus…’
Consulte a última versão (2006) do Education at a Glance, publicado pela OCDE, em
http://www.oecd.org/dataoecd/44/35/37376068.pdf.
Se for à página 58, verá desmontada a convicção generalizada de que os professores portugueses passam pouco tempo na escola e que no estrangeiro não é assim.
É apresentado, no estudo, o tempo de permanência na escola, onde os professores portugueses estão em 14º lugar (em 28 países), com tempos de permanência superiores aos japoneses, húngaros, coreanos, espanhóis, gregos, italianos, finlandeses, austríacos, franceses, dinamarqueses, luxamburgueses, checos, islandeses e noruegueses!
No mesmo documento de 2006 poderá verificar, na página 56, que os professores portugueses estão em 21º lugar (em 31 países) quanto a
salários!
Na página 32 poderá verificar que, quanto a investimento na educação em relação ao PIB, estamos num modesto 19º lugar (em 31 países) e que estamos em 23º lugar (em 31 países) quanto ao investimento por aluno.
E isto, o M.E. não manda publicar…
Não tem problema. Já estamos habituados a fazer todos os serviços.
DIVULGUE, POR FAVOR
Dezembro 12, 2008 at 6:24 pm
O Almeida Santos acaba de propor uma solução para eliminar as faltas dos depuuutados à sexta-feira. Propôe o ilustre causídico, fadista nas horas vagas e político xéxé que acabem os plenários à sexta-feira…
Dezembro 12, 2008 at 6:25 pm
Paulo Guinote acha-se acima do comum dos mortais. Para esta personagem, a única pessoa inteligente e culta neste país é…. (adivinhem)… ELE!
Dezembro 12, 2008 at 6:27 pm
#51
Comentário com sentido
“Não desanimem.
Mas eu já disse aqui noutro post, que a vossa principal preocupação deve ser com a sistematização e clareza das vossas propostas.
Vocês só conseguem vergar o governo se o Sócrates vir a opinião pública a fugir-lhe.
Como com a comunicação social é o que se vê, vocês precisam de chegar às pessoas doutra forma.
Não combatam num campo de batalha escolhido e dominado pelo adversário. Definam o vosso e lutem no vosso. Depois a comunicação social irá atrás, mas aí vocês levam a melhor.
Façam acções voltadas para os pais e para as comunidades. Nessas acções, não falem tanto do ECD, da avaliação, etc. Falem dos problemas dramáticos das escolas e dos alunos, falem do vosso trabalho de professores, psicólogos, assistentes sociais, assistentes administrativos, etc.
As pessoas em geral precisam de conhecer melhor a vossa vida e o vosso trabalho e os vossos problemas.
Quando isso acontecer, e só então, o Governo verga.”
Dezembro 12, 2008 at 6:28 pm
Estranhamente o ME proclama o encerramento das negociações com a Plataforma Sindical dos Professores, logo que o Presidente admitiu o seu contentamento por terem começado as negociações… E não antes de terem sido recebidos os 30 apoiantes da ADD.
Estranhamente, apesar das gigantescas manifestações de descontentamento que lhe alumiam caminho, a Plataforma Sindical dos Professores continua a desorientada e promete reagir lá para as calendas…
Assim, quando dermos conta, já fomos trucidados como dizia o outro!
Dezembro 12, 2008 at 6:32 pm
pssssstttttt…
os ratos andam aí…
Aproveito para lhes dar este queijo:
BRAS
– Brigadas Revolucionárias Anti Sócrates
BRAS
– Estamos a combater pela democracia!
BRAS
– Estamos a defender a Escola Pública!
BRAS – Acabou-se o Ministério! Queremos um governo sério!
BRAS
– Escravatura era dantes! Devemos mudar os governantes!
Dezembro 12, 2008 at 6:32 pm
Tenho dito com alguma frequencia: Pessoas que têm experiencia de negociaçao de varias dezenas de anos e com as mais diversas equipas ministeriais, são “papados” (desculpem o termo) por esta equipa ao pequeno almoço com uma facilidade que até dói…
Dezembro 12, 2008 at 6:32 pm
Avaliação do editorial: insuficiente, não satisfaz, fraco. Coloquei três alternativas para o caso do editorialista não conhecer algum dos vocábulos. Leia uns livros, até lhe alvitro o seguinte: ” Ensaio sobre a cegueira” ou outro ” Ensaio sobre a lucidez” do nosso Nobel.
Dezembro 12, 2008 at 6:33 pm
#57: e andas tu a perder tanto tempo com ignorantes, não?
Mas não te animes muito, que quando a maré vira, os primeiros a esborrachar-se são, vê lá tu, as lapas…Percebeste, ó inteligência?
Dezembro 12, 2008 at 6:34 pm
#51
#58
Desanimar, Jamais!
Mas lá que estes governantes são irritantes, lá isso são!
Dezembro 12, 2008 at 6:36 pm
POIS é:
Falar para fora, dos nossos problemas.
Toda a gente ouve falar dos nossos problemas… E o resultado?- conta nós!
Toda a gente sabe que o professor é ZERO na sociedade de hoje… E o resultado? – contra nós, igualmente!
Toda a gente percebe que em vez de ensinar temos que educar os alunos… E o resultado? Ainda contra nós!
NINGUÉM NOS OUVE! NINGUÉM NOS QUER OUVIR!
Que fazer então?
GREVE POR TEMPO INDETERMINADO, pois claro! Vamos a isso!
Dezembro 12, 2008 at 6:39 pm
Continuando o #51
Vocês não se podem esquecer que a opinião pública não entende os vossos problemas com o ECD, etc.
Para ganhar a opinião pública, não podem partir daí, não podem partir de coisas que, em geral, as pessoas não percebem, nem têm tempo nem vontade para perceber.
Dezembro 12, 2008 at 6:40 pm
Voltando ao texto do editorial do DN
A plataforma sindical, apoiada numa base radicalizada, (…)
Bem se isto é radicalização, como classifcar o que se passa na Grécia?
Hummm… E se o “modelo grego” for implementado em Portugal?
Para onde irão os ratitos que costumam vir aqui deixar a “pestilência”?
Dezembro 12, 2008 at 6:40 pm
BOA TARDE COLEGAS!
Obrigado Paulo Guinote pelo comentário e artigo sobre a falta de rigor por parte da comunicação social relativamente a assuntos relacionados com os professores.
Creio que o editorial sabe ler, tanto que lê, subesreve e escreve tudo o que o Ministério lhe coloca sob os olhos.
O que acontece é que o governo tem um belo modelo de propaganda, com a comunicação social totalmente vendida…
Estamos muito mal, num país, em que a verdade e o rigor nada valem! Parecem-me outros tempos…
Dezembro 12, 2008 at 6:42 pm
Cristal, #51 e 58,
Acho que tem razão. Não vale a pena pregar no deserto!
Só quando conseguirmos passar a nossa mensagem junto das nossas comunidades, é que poderemos esperar algum apoio mais consistente.
Na escola onde trabalho, por exemplo, no painel de avaliação externa com os EE, eles foram unânimes em evidenciar que os profs, sobretudo os DT, faziam um óptimo trabalho com os alunos. Há que aproveitar a onda e fazer alguma coisa por nós.
Dezembro 12, 2008 at 6:44 pm
http://raivaescondida.wordpress.com/2008/12/12/bras-apresenta-medina-carreira-no-negocios-da-semana-arrasador/
Dezembro 12, 2008 at 6:47 pm
#63 Pipa,
essa inteligência deve estar ao serviço de alguém porque passa realmente bastante tempo com as nossas “futilidades”.Em Março disse que os poucos professores q se manifestariam a 8 se afogavam…. Enganou-se nos “poucos” e no “afogavam”, mesmo que fosse metáfora… querem afogar-nos na indignidade mas, se nos afogar-mos, é a lutar contra o fedor nauseabundo das fossas das ditaduras…
Dezembro 12, 2008 at 6:48 pm
Agora a culpa dos media. Eu farto-me de ver o verme do Nogueira nas tv’s e nos jornais. O Público está ao serviço dos professores e dos sindicatos. Como se não bastasse, até lhe juntaram agora o umbigo cheio de cotão.
O DN, que tem uma opção editorial divergente da vossa, é acusado de tudo e mais alguma coisa. É preciso ter lata…
Dezembro 12, 2008 at 6:48 pm
Volto a dizer quase ipsis verbis aquilo que disse, há dias atrás:
Mas alguém AINDA lê o DN?
Aquele jornal está sempre à beira de falir…
A imagem que eu tenho deste pasquim é a de um caixote de lixo, onde todos os jornalistas falhados e rejeitados por todas as redacções deste país, lá conseguem arranjar um cantinho e uma secratariazinha estilo Continente, mal aparafusada e a tombar para os lados.
Dezembro 12, 2008 at 6:48 pm
A nossa capacidade de resistência não tem limites. Devemos lançar um debate para encontrar as melhores propostas e combater de vez esta tríade. Cada declaração, cada aparição, cada tirada me dá mais alento para a luta. Vamos resistir e ganhar, porque os bons ganham sempre. Já que se fala tanto em Gregos, relembro a batalha das termópilas. Estamos quase na mesma até no sentido irónico da palavra. Por mais o desejem, não me ajoelharei.
Dezembro 12, 2008 at 6:49 pm
Não estou a pensar na opinião pública, pois esta é feita através dos opinadores de serviço que são apresentados nos meios de comunicação aos quais temos pouco acesso, ou o acesso é restrito a algumas pessoas.
O que interessa é a nossa luta estejam ou não as opiniões públicas a favor ou não, Quando a luta endurecer a verdade virá.
Se estivermos à espera da opinião dos outros nada faremos.
Como diz Medina carreira, somos um País de papagaios.
Olhemos para nós e lutemos.
BRAS – “Glória ou Morte”.
Dezembro 12, 2008 at 6:51 pm
Acho que não devem preocupar-se com a opinião publica. A opinião publica será sempre contra os professores, como é contra os medicos os juizes os funcionarios publicos, etc. Ninguem representa melhor a opinião publica Portuguesa que aquela figura brilhante dos “Contemporaneos” que está sempre a dizer “Vai trabalhar”.O Portugues tipico considera que ele e apenas ele trabalha…
Dezembro 12, 2008 at 6:51 pm
Não li nenhum comentário.
Não acho que a plataforma sindical tenha apresentado um processo de avaliação, para este ano, assim tão mau. Numa fase transitória, o processo apresentado é bem mais complexo do que o simplex do ano anterior.
Dezembro 12, 2008 at 6:52 pm
ao #71, você tem boa memória.
Mas olhe que não me enganei. O que ganharam até agora nesta guerra comandada pelo verme Nogueira?
Dezembro 12, 2008 at 6:53 pm
“78 contra a maré
Verme? Ok e você é a lesma. Ok?
Vá-se catar que está com pulgas.
BRAS – “Glória ou Morte”
Dezembro 12, 2008 at 6:56 pm
# 66
Obrigado pelo seu apoio e sugestões.
Agora uma coisa é certa, as pessoas tiveram imensas ocasiões de ver durante meses os governates achincalhando os professores, fazendo passar a ideia, ainda hoje expressa pela Fernanda Câncio (ela tem obrigação de estar informada) de que somos uns tipos baldas, calaceiros a viver à custa dos impostos, privilegiados e que não se interessam pelos alunos.
As pessoas que são Pais e Mães e EEs, que vão à escola e se interessam, sabem que não é assim, mas muitas vezes, evidenciam apenas os casos de incompetência.
Centenas de milhares de Pessoas inteligentes contactam anualmente com os Directores de Turma e sabem que há aspectos positivos e de promoção da dignidade e do sucesso dos miúdos, feitas pelos professores, mas alguém dá ouvidos a esses?
Raramente!
Para a opinião pública passou-se sempre a mensagem “os professores não querem ser avaliados”, alguém se importou em fazer a correcção dessa ideia melíflua?
Raramente!
Para os mais novos, com quem lidamos todos os dias, o ME passou a imagem de que os professores, são apenas dignos de desprezo e podem ser agredidos à vontade, pois toda a legislação entretanto produzida visa “desculpabilizar” o(s) agressor(es)
isso foi o golpe de misericórdia sobre um
Neste processo violentíssimo os professores foram acumulando a indignação e falando apenas por mim, acabou-se a paciência!
Já não me interessa a opinião pública, nem tenho intençõesde respeitar leis que oprimem nem governantes que não me respeitam como Ser Humano.
Dezembro 12, 2008 at 6:57 pm
Pela Pátria, pela saúde mental de todos nós, pelo futuro dos nossos filhos:
GREVE POR TEMPO INDETERMINADO.
Vou voltar aos meus 35 testes que me estão a pôr os olhos em bico…
Dezembro 12, 2008 at 6:58 pm
#79
raiva, não te irrites. Esse senhor não sabe que não ter perdido a dignidade (que nos querem roubar) é uma enorme vitória. Infelizmente há muita gente que não percebe dessas coisas…
Dezembro 12, 2008 at 6:59 pm
Não entregar objectivos individuais. Não assinar nada. Trabalhar única e esclusivamente para e com os alunos. Não é esse o papel do professor?
Os avaliadores que não avaliem.
Processos disciplinares? Teriam 120 000 ou mais em novas manifestações.
Greve indeterminada no 2º período parece ser uma luta acertada.
Somos os maus da fita. Então tenhamos o proveito.
Dezembro 12, 2008 at 6:59 pm
Repondo a falha no texto:
Para os mais novos, com quem lidamos todos os dias, o ME passou a imagem de que os professores, são apenas dignos de desprezo e podem ser agredidos à vontade, pois toda a legislação entretanto produzida visa “desculpabilizar” o(s) agressor(es)
isso foi o golpe de misericórdia sobre um conjunto de situações criadas intencionalmente para fragilizar os professores
Neste processo violentíssimo os professores foram acumulando a indignação e falando apenas por mim, acabou-se a paciência!
Já não me interessa a opinião pública, nem tenho intenções de respeitar leis que oprimem nem governantes que não me respeitam como Ser Humano.
Dezembro 12, 2008 at 7:00 pm
raiva,
isso é falta de fair-play. Vocês maltratam a ministra. Será que eu não tenho o direito de fazer o mesmo em relação ao verme Nogueira?
Dezembro 12, 2008 at 7:00 pm
– http://raivaescondida.wordpress.com/2008/12/12/bras-apresenta-medina-carreira-no-negocios-da-semana-arrasador/
Dezembro 12, 2008 at 7:01 pm
Repito para que os ratos possam assimilar bem:
Não tenho intenções de respeitar leis que oprimem nem governantes que não me respeitam como Ser Humano.
Dezembro 12, 2008 at 7:01 pm
#72
Não diga mal deste “nosso umbigo”.
Se quer insultar alguém deixo-lhe aqui uma pequena lista de sugestões:
1ª – A si próprio;
2ª- A “Senhora Ministra”;
3ª- Todos os seus acólitos;
4ª- Todos os controleiros blogueiros invejosos…
Dezembro 12, 2008 at 7:01 pm
Gusanos como o contra a maré
esmagam-se com o pé
Não percam tempo com essa sub-espécie.
Dezembro 12, 2008 at 7:03 pm
em termos de insultos tenho muuuuuiiiiitoooo a aprender com os professores que por aqui passam. Ó se tenho…
Dezembro 12, 2008 at 7:03 pm
Vejam e divulguem esta entrevista que passou na clandestinidade na SIC Notícias com o Professor Medina Carreira.
Este Sr. é mesmo professor e não andou na Independente.
O 4º vídeo diz algumas verdades sobre a Educação, o fim dos cursos técnicos, etc.
Este homem sabe do que fala e avisa sobre o que pode acontecer…
Dezembro 12, 2008 at 7:07 pm
“Quem nao se sente não é filho de boa gente”, lá diz o povo e com razão.Quem insulta os professores desde 2005 é esta equipa ministerial…Queria o quê? Carneirada?Não obrigado. Fazem muito bem!
Dezembro 12, 2008 at 7:08 pm
#90 contra a maré
maltrate quem quiser, mas não posso deixar de afirmar que a sinistra é incompetente e o inginheiro que não o é de nada percebe.
Para políticas de marketing dirija-se ao inginheiro.
– http://raivaescondida.wordpress.com/2008/12/12/bras-apresenta-medina-carreira-no-negocios-da-semana-arrasador/
Bras – “Glória ou Morte”
Dezembro 12, 2008 at 7:10 pm
“Aumento de salários para os depuuutados e fim dos plenários à sexta-feira”, são as propostas do presidente do Partido Socialista para melhorar a imagem dos depuuutados…
Dezembro 12, 2008 at 7:10 pm
Continuo achar que é desperdício de energias dialogar com contras.
Dezembro 12, 2008 at 7:11 pm
Segismundo essa só poderia vir dsse lado:)
hahahahahahaha
Dezembro 12, 2008 at 7:14 pm
meus caros:
eu sou professor e não me sinto maltratado.
Esta equipa trouxe mais exigência ao nosso trabalho porque, simplesmente, era necessária. E nós até nos pusemos a jeito… faltando a torto e direito, horários maravilhosos e… pouca produtividade. Basta olharmos para o TIMSS e para o PISA. A culpa é só dos pais e dos alunos? Não creio.
Dezembro 12, 2008 at 7:22 pm
“Eu só professor e não me sinto maltratado”
Hum .. Onde dá aulas? Em Marte?
Dezembro 12, 2008 at 7:23 pm
Mito 1 – É um processo muito pesado e burocrático.
Não. Os professores avaliados, cerca de 70% do total de professores, apenas intervêm no processo na definição dos seus objectivos individuais e na auto-avaliação. A definição dos objectivos, que inicia o processo de avaliação, segue as orientações de cada escola e é um processo semelhante ao adoptado em todas as organizações. É em função destes objectivos que cada avaliado preenche, no fim do ciclo avaliativo, a ficha de auto-avaliação. Os professores avaliadores têm um volume de trabalho maior, motivo pelo qual lhes foram atribuídas condições especiais de horário.
Mito 2 – A avaliação impede os professores de darem aulas.
Não, uma vez que os professores avaliados têm intervenções pontuais no processo, e os horários dos professores avaliadores já integram, regra geral, as horas necessárias ao exercício das actividades de avaliação. Além disso, eventuais necessidades adicionais de redução de horário, na sequência das recentes medidas de simplificação da aplicação do modelo de avaliação, poderão ser ultrapassadas por recurso ao pagamento de horas extraordinárias, de forma a evitar que os professores abandonem as suas turmas.
Mito 3 – O modelo de avaliação de desempenho docente não é exequível.
O modelo de avaliação está a ser aplicado em muitas escolas e milhares de professores já desenvolveram, no corrente ano lectivo, actividades associadas à concretização da avaliação. No entanto, face a dificuldades identificadas por escolas e professores, foram tomadas medidas que visam a melhoria das condições de concretização da avaliação.
Mito 4 – Os professores têm que organizar um portefólio exaustivo e complexo.
Não. A escola apenas deverá requerer que o professor reúna elementos decorrentes do exercício da sua profissão que não constem dos registos e dos sistemas de informação da escola e que sejam relevantes para a avaliação do seu desempenho. Aliás, no modelo de avaliação anterior, todos os professores já tinham de organizar um portefólio para poderem ser avaliados, constituindo este (juntamente com o relatório crítico de auto-avaliação) o único instrumento de avaliação.
Mito 5 – As escolas têm que registar o desempenho dos avaliados em instrumentos complexos.
Os instrumentos de registo de informação e indicadores de medida são definidos e elaborados nas escolas, no quadro da sua autonomia, devendo estes ser simples e claros. Nos casos em que tenham sido definidos procedimentos e instrumentos demasiado complexos, as direcções executivas das escolas devem garantir a sua simplificação, estando o Ministério da Educação a apoiar este trabalho junto de todas as escolas.
Mito 6 – Os professores avaliam-se uns aos outros.
A avaliação de desempenho docente é feita no interior da cada escola, sendo avaliadores os membros do órgão executivo e os professores coordenadores de departamento, que exercem funções de chefias intermédias. Não se trata, pois, de pares que se avaliam uns aos outros, mas de professores mais experientes, investidos de um estatuto específico, que lhes foi conferido pelo exercício de um poder hierárquico ou pela nomeação na categoria de professor titular.
Mito 7 – Os professores titulares não são competentes para avaliar.
Acederam à categoria de professor titular, numa primeira fase, aqueles que cumpriam critérios de experiência profissional, formação e habilitações considerados fundamentais para o exercício de funções de maior complexidade, como sejam a coordenação do trabalho, o apoio e orientação dos restantes docentes e a avaliação de desempenho. Assim, não é compreensível nem sustentável a ideia de que os cerca de 35 000 professores titulares que existem actualmente, seleccionados, por concurso, de entre os professores mais experientes, não tenham as competências necessárias ao exercício da função de avaliador.
Mito 8 – Avaliados e avaliadores competem pelas mesmas quotas.
Não. As percentagens definidas para a atribuição das menções qualitativas de Excelente e Muito Bom, em cada escola, são aplicadas separadamente aos diferentes grupos de docentes. Está assim, assegurada a atribuição separada de quotas a avaliadores e avaliados.
Mito 9 – A estruturação na carreira impede os professores de progredir.
Não. Todos aqueles que obtiverem a classificação de Bom (para a qual não existem quotas) podem progredir na carreira. Para além disso, é importante referir que, neste primeiro ciclo avaliativo, os efeitos de eventuais classificações negativas ficam condicionados ao resultado de uma avaliação a realizar no ciclo avaliativo seguinte. Ou seja, uma classificação negativa só terá consequências na carreira se for confirmada na avaliação seguinte.
Mito 10 – A avaliação de desempenho é injusta e prejudica os professores.
Este modelo não prejudica os professores, assegurando as condições para a progressão normal na carreira, incluindo o acesso à categoria de professor titular, para quem atinja a classificação de Bom, para a qual não existem quotas. Neste período transitório existe uma protecção adicional para os professores, que decorre da não aplicação de efeitos das classificações negativas. É, assim, mais vantajoso que o sistema em vigor para a administração pública.
Dezembro 12, 2008 at 7:24 pm
#96 contra a maré
Julgo que a culpa é do governo americano.
Não é nossa, não é dos portugueses.
“Eu só professor e não me sinto maltratado”!!!!
Olá, mais uma ovelha do rebanho sócratino. Professor que se preze não faz essas afirmações.
Já agora , eu sou médico e não me sinto maltratado.
Eu sou político do PS e não me sinto maltratado.
eheheheheheheh.
Dezembro 12, 2008 at 7:24 pm
93 – Isso é inacreditável. Só pode estar a brincar.
Dezembro 12, 2008 at 7:25 pm
Tu, maligno dragão, cruel harpia,
monstro dos monstros, fúria dos infernos,
que em vil murmuração, ralhos eternos
Estragas sem descanso a noite, e o dia:
Tu, que nas horas em que o mocho pia,
Para estes chupadores de pilas só digo misto…
Caluniaste meus suspiros ternos,
Sacode a carga de noventa invernos
Nas descarnadas mãos da morte fria:
Cai de chofre no báratro profundo,
Cai nas entranhas da voraz fornalha,
Deixa em sossego o miserável mundo:
E entre a maldita, réproba canalha,
Lá bem longe de nós, lá bem no fundo,
Arde, murmura, amaldiçoa, e ralha.
Dezembro 12, 2008 at 7:25 pm
Cheguei com recomendações de leitura…
Dezembro 12, 2008 at 7:26 pm
Defendo que as escolas devem ser geridas segundo objectivos e que estes sirvam de padrão para a avaliação dos professores. Mas os professores não concordam, defendem um modelo de auto-avaliação sem quaisquer consequências para além do conhecimento por parte dos resultados.
Dezembro 12, 2008 at 7:27 pm
«Neste caso, só se colocam duas hipóteses: o editorialista não saber ler ou então é objectivamente desonesto.»
PG
Não. É desonesto e não sabe ler. Aliás, como o dono dele, os dois belos exemplares de quadrúpedes (com o maior respeito pelos burros).
Dezembro 12, 2008 at 7:27 pm
A partir daqui isto é uma questão política.
Temos que semear e incentivar o descontentamento com o governo, utilizando exactamente as mesmas armas que o governo utiliza contra nós, e que são tão do agrado do nosso povo: a pequena inveja, a maledicência.
Deveríamos elaborar um pequeno “manual” anti-Sócrates com os principais eixos de ataque.
Dezembro 12, 2008 at 7:28 pm
Maltratado por esta equipa ministerial? Que ideia.
Dezembro 12, 2008 at 7:28 pm
Parece que andam por aqui os ratos ou ratas que beberam o leitinho e comeram a bolachinha do sr. pederneira.
Não há paciência para estes emplastros…
Normalmente este tipo de gente é de uma pobreza a toda a prova, mas como nunca sabem se não precisaram um dia de um()a vara para ajudar um qualquer salto, vá de se colarem ao poder, moendo a cabeça a quem não tem interesses iguais.
Haja pachorra!!!
Dezembro 12, 2008 at 7:28 pm
Século horrendo aos séculos vindouros,
Que ias inútilmente acumulando
Das artes, das ciências dos tesouros:
Século enorme, século nefando,
Em que das fauces do espantoso Averno
Dragões sobre dragões vêm rebentando:
Marcado foste pela mão do Eterno
Para estragar nos corações corruptos
O dom da humanidade, amável, terno.
Que fatais produções, que azedos frutos
Dás aos campos da Gália abominados,
Nunca de sangue, ou lágrimas enxutos!
Que horrores, pelas Fúrias propagados,
Mais e mais esses ares enevoam
Da glória longo tempo iluminados!
Crimes soltos do Inferno a Terra atroam,
E em torno aos cadafalsos lutuosos
Da sedenta vingança os gritos soam.
Turba feroz de monstros pavorosos
O ferro de ímpias leis, bramindo, encrava
Em mil, que a seu sabor faz criminosos.
Para os chupadores de pilas…que por aqui abundam e sobem no seu emprego por isso…não é Ts…?
Dezembro 12, 2008 at 7:29 pm
#99 diz “Professor que se preze não faz essas afirmações.”
Era mesmo um comentário deste teor que eu estava à espera de ler!!!
Significa que para se ser um “bom” professor tem que dizer mal da ME. Curioso…
Dezembro 12, 2008 at 7:30 pm
Nestes dois anos aindanão precisei de faltar…Mas fiz greve e farei sempre que seja convocada como forma de luta.
O meu marido, que também é professor, teve que faltar para ficar com os nossos filhos por motivo de doença e isto é-lhe descontado
na progressão da carreira. Serão estas as políticas sociais de apoio à família? Mandamos os nossos filhos menores doentes para a escola? Mandamo-los num táxi com dineiro no bolso para irem ao médico?…Ridículo, não?
As faltas ao abrigo no desconto por conta das férias, sempre foram restituídas e repostas com trabalho e logicamente com menos dias de férias para gozar…
Dezembro 12, 2008 at 7:31 pm
Sim. Principalmente quando ela é especialista em estatistica e não em educaçao…
Dezembro 12, 2008 at 7:31 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2008/12/12/os-perigos-da-guerra/
Dezembro 12, 2008 at 7:32 pm
#96
Fale por si!
Eu não me revejo na sua descrição.
Dezembro 12, 2008 at 7:33 pm
Menos dias de férias para gozar??? deve estar a gozar…. pois pelas escolas por onde tenho passado nada disso tem acontecido. Vejam lá que já vi colegas que partem para férias com o retorno já preenchido…
Dezembro 12, 2008 at 7:34 pm
#113, pode não se rever na descrição. Mas ela é realista, não é?
Dezembro 12, 2008 at 7:36 pm
«O diálogo está definitamente encerrado, porque Sócrates meteu na “cabeça” que ganhará as eleições combatendo os comunistas dos professores.»
Nem mais. E já circula o boato que o Mário Nogueira só se exibe grande defensor dos professores porque assim ganhará a aura suficiente, que o levará a secretário-geral do PCP. Objectivo: dividir para reinar.
Qualquer ratazana tem mais dignidade do que o PS partido político.
Dezembro 12, 2008 at 7:37 pm
São 26 as persolanidades que desde 74 assumiram responsabilidades no domínio da Educação. Vejamos quais:
16 de Maio de 1974 — 18 de Julho de 1974 — Eduardo Henrique da Silva Correia
18 de Julho de 1974 — 30 de Setembro de 1974 — Vitorino Magalhães Godinho
30 de Setembro de 1974 — 29 de Novembro de 1974 — Vitorino Magalhães Godinho
29 de Novembro de 1974 — 4 de Dezembro de 1974 — Vasco dos Santos Gonçalves (interino)
29 de Novembro de 1974 — 4 de Dezembro de 1974 — Rui dos Santos Grácio (delegação de competências)
4 de Dezembro de 1974 — 26 de Março de 1975 — Manuel Rodrigues de Carvalho
26 de Março de 1975 — 10 de Setembro de 1975 — José Emílio da Silva
Ministério da Educação e Investigação Científica (1975 — 1976)
19 de Setembro de 1975 — 23 de Julho de 1976 — Victor Manuel Rodrigues Alves
Terceira República Portuguesa (após 1976)
Ministério da Educação e Investigação Científica (1976 — 1978)
23 de Julho de 1976 — 23 de Janeiro de 1978 — Mário Augusto Sottomayor Leal Cardia Ministério da Educação e Cultura (1978 — 1978)
23 de Janeiro de 1978 — 29 de Agosto de 1978 — Mário Augusto Sottomayor Leal Cardia
29 de Agosto de 1978 — 22 de Novembro de 1978 — Carlos Alberto Lloyd Braga
Ministério da Educação e Investigação Científica (1978 — 1979)
22 de Novembro de 1978 — 7 de Julho de 1979 — Luís Francisco Valente de Oliveira
Ministério da Educação (1979 — 1980)
7 de Julho de 1979 — 3 de Janeiro de 1980 — Luís Eugénio Caldas Veiga da Cunha
Ministério da Educação e Ciência (1980 — 1981)
3 de Janeiro de 1980 — 9 de Janeiro de 1981 — Vítor Pereira Crespo
9 de Janeiro de 1981 — 4 de Setembro de 1981 — Vítor Pereira Crespo
Ministério da Educação e das Universidades (1981 — 1982)
4 de Setembro de 1981 — 12 de Junho de 1982 — Vítor Pereira Crespo
Ministério da Educação (1982 — 1985)
12 de Junho de 1982 — 9 de Junho de 1983 — João José Rodiles Fraústo da Silva
9 de Junho de 1983 — 15 de Fevereiro de 1985 — José Augusto Seabra
15 de Fevereiro de 1985 — 12 de Julho de 1985 — João de Deus Rogado Salvador Pinheiro Ministério da Educação e Cultura (1985 — 1987)
6 de Novembro de 1985 — 17 de Agosto de 1987 — João de Deus Rogado Salvador Pinheiro ] Ministério da Educação (1987 — —-)
17 de Agosto de 1987 — 31 de Outubro de 1991 — Roberto Artur da Luz Carneiro
31 de Outubro de 1991 — 19 de Março de 1992 — Diamantino Freitas Gomes Durão
19 de Março de 1992 — 7 de Dezembro de 1993 — António Fernando Couto dos Santos
7 de Dezembro de 1993 — 28 de Outubro de 1995 — Maria Manuela Dias Ferreira Leite
28 de Outubro de 1995 — 25 de Outubro de 1999 — Eduardo Carregal Marçal Grilo
25 de Outubro de 1999 — 14 de Setembro de 2000 — Guilherme Pereira de Oliveira Martins
14 de Setembro de 2000 — 3 de Julho de 2001 — Augusto Ernesto Santos Silva
3 de Julho de 2001 — 6 de Abril de 2002 — Júlio Domingos Pedrosa da Luz de Jesus
6 de Abril de 2002 — 17 de Julho de 2004 — José David Gomes Justino
17 de Julho de 2004 — 12 de Março de 2005 — Maria do Carmo Félix da Costa Seabra
12 de Março de 2005 — —– Maria de Lurdes Reis Rodrigues
Parece que finalmente temos um rumo na Educação. Portugal merece uma escola Pública melhor!
Dezembro 12, 2008 at 7:37 pm
115- A realidade é sua excelência ser um grande adesivo, daqueles que tem uma cola com uma aderência enorrrrrrrme. Será um futuro secretário de estado da educação. Pena é que este PS, repito, este PS, não tem pernas para andar.
Dezembro 12, 2008 at 7:38 pm
Estou a falar da E.B. 2 e 3 de Amares onde muitos, mas muitos professores se desdobram para concluirem e preparem o novo ano lectivo. O mesmo acontece nas pausas lectivas.
Há imenso trabalho realizado,que o prova, porque as coisas não surgem do nada…
Dezembro 12, 2008 at 7:38 pm
Ouvi dizer que o Sócrates ficou chateado por o seu filho não termsido morto pelos assaltantes…dizem que deste modo pagava menos IRs…
Dezembro 12, 2008 at 7:39 pm
Ritinha,
Que escalão está? É Titular e não quer reponsabilidades?
Dezembro 12, 2008 at 7:40 pm
Laura ouvi dizer que nessa escola em Amares uma miuda de 10 anos foi apanhada a fazer sexo oral com dois miúdos…o espanto foi ela dizer aos professores que não era nada de mais…via isso acontecer todos os dias em cas…
Dezembro 12, 2008 at 7:40 pm
Laura ouvi dizer que nessa escola em Amares uma miuda de 10 anos foi apanhada a fazer sexo oral com dois miúdos…o espanto foi ela dizer aos professores que não era nada de mais…via isso acontecer todos os dias em casa…
Dezembro 12, 2008 at 7:41 pm
ensino básico e secundário. Não pretendo discutir especificamente as finalidades, os princípios e os procedimentos deste processo de avaliação. Assim como ainda não percebi se, quando se fala de “modelo”, que uns atacam e outros defendem, estão todos a falar do mesmo. Mas, independentemente da valia do dito “modelo”, dos erros, problemas e dificuldades do processo de implementação, estou convencido que a suspensão da avaliação resultaria no seu adiamento sine die, o que seria uma perda real.
Pedro Lourtier
Dezembro 12, 2008 at 7:41 pm
#98 TS
Resposta MUITO URGENTE ao seu copy/paste
da página do ME:
_______________________
(…)
“Interessante este enunciado de mitos com as suas ortodoxas verdades. Na guerra de argumentação pela conquista da opinião pública e do eleitorado parece valer tudo. Misturar factos com interpretações. Generalizar evidências que estão longe de o ser. Tratar questões complexas com a ligeireza da linearidade. Reduzir tudo a questões técnicas (quando as questões políticas emergiram). Percebo o exercício. Mas custa-me lê-lo na página do Ministério que deveria estar acima de toda a suspeita de manobra, maquinação e de fabricação da verdade. E custa-me o contínuo atestado de menoridade intelectual: coitados dos professores que não entendem, que não compreendem a bondade, a justiça, a equidade, a exequibilidade, a simplicidade, a proporcionalidade, a leveza, a vantagem óbvia de um sistema. Que todos os partidos condenam (admito que por boas e más razões). Que quase todos rejeitam (já se sabe que é porque não querem ser avaliados e queriam voltar a um passado de privilégios). E só alguns iluminados persistem em defender por seis meses.
Como chave de leitura destes 10 (dez) mitos, vejamos quais das distorções cognitivas estarão aqui presentes:
Pensamento dicotómico: ver as coisas brancas ou pretas, falsas ou verdadeiras, felizes ou infelizes, sem se aperceber de que estes conceitos constituem os extremos de um contínuo.
Sobregeneralização: encarar um simples acontecimento negativo como um modelo de derrota ou de frustração sem fim; generalizar a partir de bases falsas ou insuficientes.
Abstracção selectiva: prestar toda a atenção a um pormenor, retirando-o do seu contexto, ignorando outros factos mais importantes.
Desqualificação da realidade: não ter em conta as realidades concretas adversas, sustentar uma crença positiva que a experiência do dia a dia, realmente, não confirma.
Inferência arbitrária: encarar as experiências localizadas como positivas, independentemente da existência de evidências desfavoráveis à inferência arbitrária.
Engrandecimento ou minimização: exagerar os sucessos pessoais e os erros dos outros. E, pelo contrário, afirmar que os sucessos dos outros não têm importância, e que os erros pessoais são como se não existissem.
Raciocínio emocional: assumir que os pensamentos negativos resultam do facto das coisas serem negativas.
Rotulagem: pensar o outro como um estúpido e agir em conformidade.
Autor: José Matias Alves
Ortodoxias – Dos 10 mitos sobre a avaliação de desempenho docente
_______________________
Esta será a minha única proposta de leitura para si!
De resto visite isto e divirta-se!
http://raivaescondida.wordpress.com/2008/12/12/bras-apresenta-medina-carreira-no-negocios-da-semana-arrasador/
BRAS
– Brigadas Revolucionárias Anti Sócrates
Dezembro 12, 2008 at 7:42 pm
http://ultimahora.publico.clix.pt
Tutela fechou processo para este lectivo
Sindicatos mantêm luta contra avaliação apesar de Governo encerrar negociações
12.12.2008 – 18h36 Lusa
A Federação Nacional de Educação afirma que continuará a usar todos os “meios democráticos” para demonstrar que o modelo de avaliação dos docentes é injusto, após o Governo ter dado por “encerradas” as negociações para a aplicação do processo este ano lectivo.
Dezembro 12, 2008 at 7:43 pm
#109
Penso que está á espera que lhe enfiem um pau de marmeleiro.
Sou médico e não me sinto maltratado pelo governo, além disso sou político do PS, tenho várias empresa, sou presidente da câmara, entre outros cargos e não me sinto maltratado pelo governo. Aliás o Governo até me tem ajudado beneficiando-me muito com o novo código da justiça e do trabalho.
Como tenho um colégio privado posso para o ano despedir e contratar professorzecos como o senhor contra a maré e despedi-lo ao fim …do tempo que me apetecer.
Como vê o governo não me maltrata, só me beneficia. O corno é o senhor ou senhora contra a maré.
Dezembro 12, 2008 at 7:43 pm
Contra a maré,
Se diz que é professor e eu acredito, alguma vez se ofereceu para trabalhar depois das aulas acabarem? Sabe, existe uma razão de ser para a grande dedicação de muitos milhares de colegas – considerarem a escola como um bem comum para o qual todos temos o dever de contribuir…
Se alguma vez deixou o retorno de férias previamente preenchido, foi desonesto…eu nunca o fiz e cheguei a morar a centenas de quilómetros da escola…
Dezembro 12, 2008 at 7:45 pm
“Palavras podem ser como minúsculas doses de arsênico: são ingeridas sem que se perceba, aparentam ser inócuas e passado um tempo o efeito do veneno aparece.
Goobels
Dezembro 12, 2008 at 7:46 pm
Mas como é que é possível não se fazer nada depois da reunião de ontem?
Porque razão não há uma resposta imediata dos professores, tendo em conta que até já foi anunciado que o processo de negociações relativamente à avaliação dos professores está encerrado?
Porquê esperar pela reunião de dia 15 que nem sequer vai abordar esta questão?
Como é que ficamos à espera de dia 19???
GREVE JÁ! A opinião pública não gosta? Temos pena. Somos sempre os maus da fita, por isso nem vale a pena pensar nela.
A luta tem que ser contínua e não às pinguinhas, porque entretanto eles vão tendo o seu descanso, mas nós continuamos a aguentar tudo na escola. Falamos sempre em resistir e eu tenho feito isso, mas as pressões estão a aumentar, as datas a apertar e se não se vê uma luz ao fundo do túnel. Assim vai ser muito complicado aguentar.
Dezembro 12, 2008 at 7:46 pm
Fecharam para balanço?
O trio pode ir de férias que quando chegar vai ter surpresas. Sei de algumas bastante pertinentes.
Dezembro 12, 2008 at 7:47 pm
#123, Bulimunda,
Foi verdade, no entanto desconheço todos os pormenores…
Sei que a equipa do Projecto Saúde e Educação Sexual já entraram em acção e o caso está a ser acompanhado, em parceria com a família.
Dezembro 12, 2008 at 7:47 pm
o marcelino do DN não se dá ao trabalho de se informar, tal como o MST. Basta-lhes ter uma ideia muito vaga do que se passa, e opinar. Pagam-lhes para opinar. Não lhes pagam para investigar.
Qto aos TS e marés que por aqui aparecem, continuo sem perceber pq lhes dão trela. É evidente que não são professores e vêm aqui com objectivos claros. Se forem ignorados acabarão por ir pregar para outra freguesia.
Mas há sempre alguém que perde tempo a ler o que eles escrevem e reage. Enqto sentirem que têm público não desandam…
Dezembro 12, 2008 at 7:47 pm
A mudança de turno é às 19:30.
Sai o cm e entra o ts.
Serão pagos à hora, ou por comentário?
Dezembro 12, 2008 at 7:51 pm
Embora não seja moderador deste debate, venho lembrar aos comentadores que não foram os ratitos do PS que nos trouxeram aqui, foium post que o Paulo Guinote escreveu:
Um Pouco Mais De Rigor, Por Favor…
em
https://educar.wordpress.com/2008/12/12/um-pouco-mais-de-rigor-por-favor/
Convinha não se perderem a dar explicações aos ratitos, porque les não vieram para isso, vieram para vos desviarem do essencial.
Essa é a missão dos ratos… Contaminar!
Só quem quer é que se deixa arrastar para a conversa deles que é sempre a mesma além de encherem estes comentários com copy/paste das páginas do ME.
Como se já não bastasse o spam nas nossas caixas de correio, agora eles também o enviam para aqui às costas dos ratitos…
Dezembro 12, 2008 at 7:51 pm
Ó Trabalhador da Silva, estás a começar a correr riscos desnecessários. Toda a gente que por aqui passa já percebeu que tu és um atrasado mental. Só o facto de teres sempre à mão um caderno de citações chega para se perceber que não tens uma única ideia sobre nada e tens de te socorrer das reflexões dos outros. O mestre Almada já disse tudo sobre gajos como tu: em dia que não há jornal, não sais à rua por não teres opinião.
E o que tu fazes é papaguear as opiniões(?) de muitos atrasados como tu que debitam nos jornais.
Mas, dizia eu, já estás a abusar da minha paciência com as tuas repetições e palermices…
Eu sei que “lavar a cabeça a burros é gastar tempo e sabão”, mas se não moderares o teu ímpeto provocatório, ainda vais ser ofendido…
Dezembro 12, 2008 at 7:54 pm
“Eu só professor e não me sinto maltratado”
Tu não és professor… Só podes ser masoquista.
Dezembro 12, 2008 at 7:54 pm
#14
“Perante a intransigência e a má-fé do governo contra a esmagadora maioria dos professores só existe uma solução: lutar até ao fim!”
Faço uma pequena correcção, se me é permitido: … até ao fim deles!
Dezembro 12, 2008 at 7:54 pm
ao #128,
poderia dizer-lhe que trabalho muito e dei muito às escolas por onde tenho passado. Mas a senhora não iria acreditar… porque ou me chamava tolo (“és burro, não te pagam mais por isso…”) ou doente.
Mas não sou nenhuma das duas opções, estejam descansados.
Dezembro 12, 2008 at 7:55 pm
Sabem o que se faz ao spam?
Sabem o que se faz aos ratos?
Sabem o que se faz ao spam?
Sabem o que se faz aos ratos?
Sabem o que se faz ao spam?
Sabem o que se faz aos ratos?
Ok!
Então… Forçaaaaaaa!!!
Com cumprimentos e todo o Apoio das
BRAS
– Brigadas Revolucionárias Anti Sócrates
Dezembro 12, 2008 at 7:55 pm
Provavelmente João Marcelino fez mais um frete ao PM
Dezembro 12, 2008 at 7:57 pm
#130
Apoiado!!!
GREVE JÁ!
Greve por tempo indeterminado!
Já muitos de nósescreveram aos sindicatos a dizer isso.
E tem mais, já foram criadas ontem as
BRAS
– Brigadas Revolucionárias Anti Sócrates
Dezembro 12, 2008 at 7:59 pm
Bras- Brigada Revolucionária Anti-Sócrates
Proposta:
Todos os professores que querem endurecer a luta, enviem um email para: FENPROF” fenprof@fenprof.pt
propostas:
http://raivaescondida.wordpress.com/2008/12/12/bras-brigadas-revolucionarias-anti-socrates-3/
http://raivaescondida.wordpress.com/2008/12/11/bras-brigadas-revolucionarias-anti-socrates/
Dezembro 12, 2008 at 8:00 pm
Vejam que vale a pena ver…
http://bulimunda.wordpress.com/2008/12/12/quentes-do-asfalto-avaliacao-dos-professores-parte-1-e-2os-putos-ate-sabem-o-que-acontece-nestas-reunioes-da-treta/
Dezembro 12, 2008 at 8:01 pm
Admito que Paulo Guinote não seja um homem versado em leis, pelo que pode não estar a ver o filme até à última cena. Mas tem alguma razão quando escreve que a “penalização pelo acto [a recusa em ser-se avaliado] é a não progressão [na carreira]”. Acontece que os sindicatos e os movimentos “independentes” têm exactamente ocultado esta questão óbvia — que transforma a via seguida num suicídio político.
Dezembro 12, 2008 at 8:02 pm
# 141
Aderi ontem às BRAS!
Não podemos dar descanso ao ME. Greve já!
Dezembro 12, 2008 at 8:03 pm
#130,
Essa é a questão! Esta situação de guerra um dia/paz podre uma semana causa enorme desconforto e até parece que não sabemos o que queremos!
Como é que se explica que não estejamos já todos a organizar o boicote às avaliações do 1º período? Sinceramente não percebo de que é que estamos à espera!
Dezembro 12, 2008 at 8:04 pm
eu até gosto do tal “contraditório”…mas entre pessoas informadas.
qdo me dizem que este modelo serve para avaliar os professores, peço que me apontem os aspectos positivos.
são capazes?
Dezembro 12, 2008 at 8:06 pm
# 146
Exacto! Fazem-nos de parvos mais uma vez, usam e abusam do poder que têm sem respeitar nada nem ninguém e nós marcamos guerra para daqui a um mês. É simplesmente ridículo!
Dezembro 12, 2008 at 8:08 pm
Um amigo meu, simpatizante do PS, com quem tenho enormes discussões por causa disto tudo, diz-me que os sindicatos nunca proporão medidas mais radicais por motivos de agenda política.
Como é que os podemos pressionar?
Dezembro 12, 2008 at 8:08 pm
#147
Reb o ME já anunciou que as negociações estão encerradas, portanto já não ha mais nada para discutir, nem ponderar nem negociar.
Acabou a palhaçada!
Greve por tempo indeterminado!
Porque
Vale mais morrer de pé do que viver de joelhos!
– BRAS –
Dezembro 12, 2008 at 8:09 pm
TSilva,
Você hoje está chato e repetitivo.
No outro dia quase começou a dialogar.
Cansou-se?
Dezembro 12, 2008 at 8:10 pm
De joelhos e boca aberta é a posição preferida dos socialistas..a de missionário está out…
Dezembro 12, 2008 at 8:10 pm
Já uma vez aqui disse e repito que a tarefa do TS, neste espaço, é o de divertir a malta, porque isso é que faz falta.
E basta ler um só comentário dele para se saber que os seguintes são todos o mesmo, com pequeníssimas variantes.
Colegas, animem-se! Ele não pretende ser levado a sério! Assumiu o papel de bobo, porque palhaço que se preze não faz este papel.
Deixem o coitado em paz.
Dezembro 12, 2008 at 8:10 pm
Como não podemos marcar uma greve, faltamos todos no mesmo dia e justificamos com o 102º!
Dezembro 12, 2008 at 8:11 pm
vejamos o seguinte: o que nos une é muito maior do que o que nos separa.
nesta fase, penso que estamos unidos numa coisa: não queremos ser avaliados por este modelo. Se recuássemos, depois de toda esta luta, iriamos sentir-nos muito, muito mal.
O que nos separa são as formas (estratégias de luta) que consideramos mais eficazes.
Para algumas pessoas, é preciso radicalizar a luta, para outras é preciso ser prudente, para outras ( como o paulo) é preciso que cada um seja coerente com a sua consciencia individual e se recuse a pactuar entregando O.I , por exemplo
Dezembro 12, 2008 at 8:11 pm
Enviem as vossas sugestões .
Bras- Brigadas Revolucionárias Anti-Sócrates
Proposta:
Todos os professores que querem endurecer a luta, enviem um email para: FENPROF” fenprof@fenprof.pt
Dezembro 12, 2008 at 8:13 pm
Raiva vê como os putos fazem um humor inteligente das reuniões entre nós e o ministério…post 143..
Dezembro 12, 2008 at 8:13 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2008/12/12/the-arcade-fire-wake-up/
Dezembro 12, 2008 at 8:14 pm
Greve e não entrega de OI não são incompatíveis.
Dezembro 12, 2008 at 8:19 pm
Qdo por aqui se fala de greve o que se pretende?
uma greve agora? às avaliações? no inicio do 2º periodo?
reparem, nós vamos ter um ano de luta. Eles não desistem! para avançarmos com a tropa pesada, temos que ter uma ideia de qtos estão dispostos a isso. Nesta altura do ano, tudo estoirado com testes e avaliações, qtos acham q iam aderir à greve?
Dezembro 12, 2008 at 8:22 pm
Mete tudo baixa como os pilotos da Tap quando foi feita requisição civil no tempo do guterres…
e porque não fundar um partido temporário…dá visibilidade e tempo de antena…
Dezembro 12, 2008 at 8:22 pm
por enqto a avaliação está parada na maior parte das escolas, não é?
no dia em que alguém for pressionado, tiver processo dsiciplinar ou outra coisa mais grave, então sim, acho que devemos radicalizar a nossa luta.
até lá, penso que devemos gerir as nossas energias…
Dezembro 12, 2008 at 8:22 pm
Quando falo em greve, penso no início do 2º período.
Dezembro 12, 2008 at 8:22 pm
Reb, a sensação que tenho é que estamos todos cansados com tudo isto.
E já toda a gente viu que a gentalha continuará intransigente, pois crêm que não perdem votos com isso.
Quem tem a perder somos nós.
Eu já acatei a sugestão do raiva e enviei correio-e à fenprof.
Dezembro 12, 2008 at 8:23 pm
Também estou de acordo que cada um esteja de acordo com a sua consciência individual e que não abandone as suas convicções, nem desmoralize.
Mas também existe uma outra vertente, o espírito de solidariedade e a força de muitos milhares em luta pela dignidade e pela verdade na nossa profissão
Dezembro 12, 2008 at 8:24 pm
Em tempo de guerra não se dá tréguas para o inimigo ganhar forças. Era greve já na próxima semana! quem adere adere, quem não quer vai para a escola, mas que o ME ficava a espumar.
Dezembro 12, 2008 at 8:25 pm
Greve indeterminada no 2º período.
Não entrega dos OI.
Os avaliadores que não avaliem. Processos disciplinares? Todos em manifestações. Não há nada que nos demova. Que vos parece?
Dezembro 12, 2008 at 8:25 pm
#160 Reb
Por isso mesmo, inicio do ano lectivo, 1º dia greve por cinco dias.
Proposta da BRAS.
Dezembro 12, 2008 at 8:28 pm
#165
“Também estou de acordo que cada um esteja de acordo com a sua consciência individual e que não abandone as suas convicções, nem desmoralize.”
Concordo plenamente, mas começa a ser difícil, sobretudo onde há muitos adesivos, cobardes ou oportunistas que assistem à espera que os outros se entalem por eles. Estou a ficar saturada e começo a acreditar que ainda seremos mesmo vencidos pelo cansaço.
Dezembro 12, 2008 at 8:28 pm
concordo convosco: a nossa força individual vem-nos do colectivo. Eu só tenho força para não entregar os O.I. pq venho aqui e falo convosco e sinto esta união.
mas às vezes o cansaço e o desespero com a teimosia dos que nos governam, toldam-nos a ideias, julgo eu.
Nesta altura do ano, fazer uma greve ia ser um fracasso total. Andamos todos às voltas com a avaliação dos miudos. Os DT ( eu sou) com mtes de trabalho…
descansemos um pouco, sem demotivarmos.
Em janeiro estaremos mais folgados.
Até lá, alguém tem que apresenta OI na escola??
Dezembro 12, 2008 at 8:29 pm
Buli, vamos todos para Espanha, na véspera da requisição civil, como fizeram os médicos belgas há alguns anos. Ameaçados com a requisição civil, atravessaram as fronteiras limítrofes!! LOL
Dezembro 12, 2008 at 8:30 pm
SABEM QUE OS SOCIALISTAS SÃO TODOS COPOGRÁGICOS…?
Coprofagia,copro em latim significa “fezes” e fagia “ingestão” sendo assim: prática de ingestão de fezes. Isto ocorre naturalmente em algumas espécies de animais, como cães, gatos, insetos e aves. Relata-se também tal prática em seres humanos, porém sob a categorização de patologia de ordem psíquica, ou desvio sexual (variação da coprofilia). Existe farto material de ordem hedonista a respeito do tema, principalmente proveniente do oriente. Em práticas de dominação sexual entre duas ou mais pessoas a pessoa dominante por vezes pode defecar sobre seu escravo, não só no corpo mas como também no rosto ou até dentro de sua boca obrigando-a até a ingerir suas fezes (da pessoa dominante) isto também é denominado “scatsex”.
Dezembro 12, 2008 at 8:31 pm
COPOFRÁGICOS…
Dezembro 12, 2008 at 8:32 pm
coprofágicos, porra …
Dezembro 12, 2008 at 8:33 pm
Este “eleitoralista” e não me enganei, é fraquinho…fraquinho…..
bem se tivessemos que o avaliar, lá ia mais um para os CEFssss
lololololo…..
Dezembro 12, 2008 at 8:34 pm
Por enqto nas nossas escolas foram aprovadas moções e ninguem entregou objectivos, não é?
no 2º periodo, vão começar a pressionar-nos para entregar.
como isso deve acontecer mais ou menos ao mesmo tempo em todas as escolas, será altura para irmos para greve de mais do que um dia. Aí sim será “guerra”!
é a minha opinião.
agora fazermos greve pq eles dizem que não querem negociar mais. Olha, ainda bem, nós tb não queremos negociar mais aquele modelo. Já enjoámos!
Dezembro 12, 2008 at 8:48 pm
#172
ó, bulimunda! de lado é que estás?
meter golos na nossa baliza não vale
ptt
Dezembro 12, 2008 at 8:49 pm
Sabem quem é o culpado das faltas dos deputados?
É o presidente da Assembleia da República, já que os professores são responsabilizados pelo abandono escolar dos alunos.
Dezembro 12, 2008 at 8:51 pm
Na minha escola está tudo parado.
Aprovadas moções dos professores e do CP.
Mas hoje o PCE avisou que vamos ter de entregar OIs durante a 1ª quinzena de Janeiro…
Isso é antes da dita cuja geve dos sindicatos.
Assim, o que podemos fazer é animar a malta a não entregar os OIs.
Contudo há cerca de 10 pessoas que dão a entender que vão entregar.
Os avaliadores não entregam, os titulares não entregam, mas aqueles 10 professores assinaram, votaram, manifestaram-se e depois no dia 3 surpreenderam tudo e todos, porque começaram a dizer que vão entregar…
Bem, para que conste, ninguém os tem perseguido nem ameaçado.
Pelo contrário todos lhes temos dito que que são livres de o fazer e os seus direitos estão garantidos.
Nós somos livres consequentes e coerentes!
Ao contrário do que os ratitos julgam, os professores não são um gang, são cidadãos de bem e muito paciêntes…
Dezembro 12, 2008 at 8:51 pm
sic noticias
13 prof mostraram o seu apoio à ministra em reunião de 3 horas.
Pareceu-me ver a Armandina… ou lá como ela se chama…
Dezembro 12, 2008 at 8:52 pm
perdão, sic
Dezembro 12, 2008 at 8:54 pm
Reb, entendo essa posição mais moderada. Eu tenho momentos em que não consigo lucidez nenhuma, tal é o nojo que esta gente me tem causado nestes últimos anos.
O problema é que nós fomos sempre muito bem comportados nas formas de luta utilizadas. Manifs em sábados e à noite; debaixo de chuva…
Mais alguém estaria disposto a tanto para conseguir tão pouco?
Que raio! Somos todos pelo menos licenciados! E pomo-nos a jeito para ser tratados com tanto desrespeito?
Dezembro 12, 2008 at 8:54 pm
paciêntes não!
– pacientes sim!
Dezembro 12, 2008 at 8:56 pm
SE todos se unissem, em cinco dias de greve como a última isto dava UMA GRANDE VOLTA
AI DAVA!
Dezembro 12, 2008 at 8:56 pm
portanto o movimento dos professores favoráveis à ADD teve direito a uma audiência que durou 3 horas com a Ministra.
Engraçado, representando muito poucos professores, tiveram direito ao mesmo tempo de reunião que a Plataforma Sindical…
Quanto tempo conseguiria a Ministra dedicar ao BRAS???
Em 3 horas… Faríamos grandes avanços, não lhesparece?
Dezembro 12, 2008 at 8:59 pm
Desculpem lá, mas não representam os 140.000 professores! A verdadeira representatividade está nos 13 professores que entregaram um “manifesto” (pedido de uns tachinhos cor-de-rosa) a pedir para serem avaliados, e expontâneamente reuniram com a Srª Ministra. O “remar contra a maré” e o “Trabalhador da Silva” também estavam lá. Só sobraram 11. Como diz a música: Deixa-me rir…
Dezembro 12, 2008 at 9:02 pm
sicn Mário Crespo disse que ia tratar o tema dos professores.
Dezembro 12, 2008 at 9:03 pm
Eu amo o Mário Crespo!
Obrigada!
Obrigada!
Obrigada!
Alguém acabou de ouvir a notícia de abertura do jornal das nove?
Dezembro 12, 2008 at 9:03 pm
Correcção: Não é remar contra a maré. é apenas “contra a maré”, que remar dá muito trabalho. É preferível snifar rosas !
Dezembro 12, 2008 at 9:04 pm
Nuno Crato sicn
Dezembro 12, 2008 at 9:05 pm
ninguém sabe a resposta a dar à esfinge. arrisco que a maneira, prática, de lhe dar a volta é greve a 6 e marcha sobre lisboa a 15 (ou 17 se me explicarem por que não se pode fazer manifs em dias de semana).
tudo isto anunciado aos quatro ventos antes do final do 1ª período.
até tremiam….nem a consoada viveriam em paz
agora vou jogar um snookerzito. fiquem bem
Dezembro 12, 2008 at 9:08 pm
#96
contra a maré
Diz que é professor? Não será antes “PRUFEÇOR”?
olhe as onditas…
Dezembro 12, 2008 at 9:12 pm
Continuem, continuem, para que todo o País possa confirmar aquilo de que já se suspeitava, a falta de nível (a todos os títulos) dos professores que alinham (e só esses) nesta chuchadeira.
Com os elevados gastos na educação (em percentagem do PIB) e os péssimos resultados obtidos, querem que o regabofe e o desbarato prossiga…..um bocadinho, só um bocadinho, de bom senso não lhes ficava mal!
Dezembro 12, 2008 at 9:13 pm
OK, raiva, mudei outra vez de nick. A ideia das BRAS é porreira. Até porque podemos ser uma espécie de Brigadas de Sofá (um pouco como a activista).
Será que o TS não tem um desejozito de sair da monotonia cinzenta do seu discurso e ser um nadinha incendiário? Eu acho que ele sabe muito mais do que conta. Infelizmente já só deve obedecer à voz do dono…
Dezembro 12, 2008 at 9:13 pm
O. sérios são aqueles 13 professores…
Dezembro 12, 2008 at 9:15 pm
# 176
Nós não precisámos recusar a entrega dos OI porque era até Dezembro e entretanto com o simplex ficou tudo suspenso até novas orientações.
Foi pedida a suspensão do processo, mas não serviu de nada. O CP tem adesivos, os contra e os ”Nim” que andam a ver no que é que dá para virar para o lado certo. Portanto, e apesar da resistência de alguns, a maioria tem receio e vai fazer tudo o que lhes pedirem.
Como temos que assinar um termo de responsabilidade até dia 18, muitos irão fazê-lo porque simplesmente não há garantias de nada e não confio nas ratazanas. De repente, inventam outra penalização e estamos todos tramados. Sinceramente não tenho coragem de me enforcar sozinha num agrupamento que anda tipo carneirada. Não sei mesmo o que fazer…
Por isso é que defendo a luta sem paragens para descanso. Era lutar até conseguir alguma coisa, com coragem e determinação. Assim não vamos a lado nenhum porque muitos colegas vão cedendo pelo caminho, porque estão fartos, porque começa a ser mais fácil fazer do que andar no luta, pára, luta, pára…cansa e desmotiva. Não dá para aguentar um ano assim!
Dezembro 12, 2008 at 9:19 pm
PJ,
O nosso problema foram sempre as desculpas de que os meninos assim e os pais doutra maneira, coitadinhos, estávamos a prejudicá-los…
Por isso nunca foi possível utilizar formas de luta mais contundentes.
Veja o que alguns colegas, apesar de tudo o que nos está a acontecer, argumentam contra a greve sine die: é demasiado pesado economicamente…
Se não nos dicidirmos por algo que tenha verdadeiro significado, e esta política for avante (cruzes, canhoto!) sempre quero ver como esses colegas vão ficar (eles e nós!).
Dezembro 12, 2008 at 9:23 pm
#192
O.Pina
Não OPINE sobre o que não sabe!!
Ainda faltava mais este!
Dezembro 12, 2008 at 9:27 pm
A culpa das faltas dos deputados é o Presidente da Assembleia da República. Só pode ser ele. Sem dúvida! Da mesma forma que os professores são responsabilizados pelas faltas dos alunos.
Mesmo no ensino superior, há escolas onde os responsáveis de cursos fazem as médias de aprovações em relação ao número de alunos inscritos na cadeira e não em relação aos que realmente frequentam as aulas, os testes e os exames, culpabilizando os respectivos docentes pelas baixas médias assim obtidas. Ou seja, é considerado que os alunos não vão às aulas porque o professor não é suficiente atractivo para cativar os alunos para a sua aula. Então, seguindo a mesma lógica, também o dirigente da Assembleia da República não consegue tornar as sessões suficientemente atraentes para prender os deputados à cadeira. Devia … sei lá… fazer uma palhaçadas, dar uns rebuçados… Dinheiro? Prémio de presença já têm, não é? Portanto não chega.
Aquilo deve ser mesmo muito desinteressante… uma pasmaceira. Nem é preciso pensar! Devem votar conforme as ordens dos líderes dos respectivos partidos, por isso deve ser mesmo uma enorme seca.
Dezembro 12, 2008 at 9:36 pm
O hinop socialista…para cantar em todas as escolas públicas…ensino integrado..
http://br.youtube.com/watch?v=ZWmf7r_37eA
Dezembro 12, 2008 at 9:37 pm
Contra aos cabr..oes
marchar marchar..
Dezembro 12, 2008 at 9:38 pm
Cobardesv do mar
nação pelintra
e fedorenta..
ás pilAS …ÁS PILAS…CONTRA OS CUS ENTRAR ENTRAR..
Dezembro 12, 2008 at 9:45 pm
Os professores são os judeus de Sócrates?
A técnica é velha mas comprovadamente eficaz: atiça-se o ódio da população contra um certo grupo, que passa a ser culpado, em lugar dos poderosos, dos males que afligem a sociedade, e promete-se ao povo que, uma vez eliminado ou «posto na ordem» este grupo, o futuro pode enfim começar.
Nem Adolf Hitler foi o primeiro político a ganhar eleições por este processo, nem José Sócrates será, se as vencer, o último.
Para atiçar este ódio não é preciso oferecer argumentos racionais. Os judeus podem ser apresentados como sub-humanos degenerados e ao mesmo tempo como intelectuais elitistas: presos por ter cão e presos por não ter, são igualmente dignos do opróbio público.
Os professores podem ser apresentados como selvagens que fazem greves e manifestações, e ao mesmo tempo como preguiçosos que gastam o tempo pago pelos contribuintes a ler livros e a fazer outras coisas inúteis, como estudar e ensinar.
Mas o grande crime, o crime imperdoável dos judeus e dos professores, é a resistência à mudança. Ousam, os miseráveis, atravessar-se no caminho dos heróis portadores do futuro, chamem-se eles Adolf Hitler ou José Sócrates.
Para as câmaras de gás com eles, já!
http://www.legoergosum.blogspot.com/2008/12/os-professores-so-os-judeus-de-scrates.html
Dezembro 12, 2008 at 9:49 pm
“…Com os elevados gastos na educação (em percentagem do PIB) e os péssimos resultados obtidos, querem que o regabofe e o desbarato…”
Gastos na Educação? Então a educação não é um investimento no futuro?
A Escola não é uma empresa que gere capital com fins lucrativos, é sim, um espaço-tempo de ensino-aprendizagem em que os alunos, os professores e os pais interessados trabalham em parceria.
Dezembro 12, 2008 at 9:59 pm
No Estado Novo, antes de Abril de 1974, era o futebol, o fado e Fátima. Um povo analfabeto, medroso e miserável.
Parece que os anti fascistas, entre os quais se encontra “o pai” Soares, aplaudem fervorosamente a “coisa” e o “coiso” na mais recente saga lusitana – “futebol, fado e Fátima”.
Afinal, que personagem nos foi “vendida” durante estes anos de Democracia, about Mário Soares?
Dezembro 13, 2008 at 1:27 am
#139
Silêncio, nada se pode mover.
Toca o telefone.
Atende no West Center lá do mini-apartamento sub-sub-sub-haaaaaaaaa-brrrrrr-alugado-arrendado de um ex-reformado do partido, com água clorada à força:
“Stalin?”
Ouve o clic, roda as torneiras todas para a direita, reza às escondidas da sombra prometida e dorme descalço. É um 25, mais do que 21.
Dezembro 13, 2008 at 12:23 pm
É apenas mais um (triste) exemplo deste jornalismo que é o nosso. Um jornalismo que não gosta de escrutinar, mas sim de estar de bem com o poder. Dá menos trabalho mimetizar o discurso de propaganda dos governos, do que ir à procura da verdade, da complexa realidade que está longe do preto-e-branco que é atributo do primeiro.
Sinceramente, acho que vivemos num ambiente cada vez mais claustrofóbico, no que toca à comunicação social indígena. É capaz de haver mais pluralismo lá para os lados da Venezuela.
Dezembro 14, 2008 at 12:21 am
[…] Um Pouco Mais De Rigor, Por Favor… Embora possamos considerar que é apenas fruto da ignorância ou incapacidade para compreender o que lê, o que é […] […]