Apolo ou Febo talvez um dia!

Vivemos descompassados. Esgotadas as forças da resistência, parece já nada restar. E nada pior do que serem exauridos os valores do humanismo, substituídos que foram pelo pragmatismo das máquinas e pela rigidez das estatísticas.
Feridos de morte, os professores buscam um pouco de “ar onde a respiração é doce, um pássaro ou um bosque com a forma de um grito de alegria”. E tentam. Tentam ancorar-se desesperadamente a alguns rostos atravessados de juventude ainda muito limpa. Alguns alunos ainda os apelam para sonhos não conspurcados, mas o coração desfalecido estiolou o entusiasmo. Uma legião de vespas morde-os por todos os lados e não dá tréguas.
As interrogações sucedem-se sem que se vislumbre uma resposta justa e aceitável.

Continua…