Sócrates arrumou Fenprof
Sócrates arrumou Fenprof – II
.
Talvez sim, mas não arrumou os professores… pelo menos por enquanto, pois prognósticos só no final do jogo.
Outubro 26, 2008
Sócrates arrumou Fenprof
Sócrates arrumou Fenprof – II
.
Talvez sim, mas não arrumou os professores… pelo menos por enquanto, pois prognósticos só no final do jogo.
Outubro 26, 2008 at 6:22 pm
Até ao lavar dos cestos é vindima…lembrem-se disso!
Outubro 26, 2008 at 6:26 pm
liv
a vindima é nas eleições certo?
😆
Outubro 26, 2008 at 7:21 pm
Não … deu argumentos. Reconhece que é preciso alterar, a Fenprof também ….. então porquê adiar (só para cumprir um acordo?). Se ambos concordam, podem rever já. Não é?
Pois … mas o Socras não pensa assim!
Outubro 26, 2008 at 7:32 pm
Pois não cante vitória. Talvez os professores e respectivas famílias arrumem, quem sabe se de vez, com essa figura de plástico que não me apetece nomear.
Outubro 26, 2008 at 7:41 pm
O Memorando de Entendimento foi um acordo político partidário.
Nada teve a ver com os Professores. Nem com os alunos. Nem com a Escola.
Rabo preso.
As contrapartidas, são a passagem para o poder local, do pessoal docente.
PCP.
Outubro 26, 2008 at 7:47 pm
Fenprof – CGTP – PCP
Se não tivesse sido marcada, pelos professores, a data de 15 de Novembro , a prevista manifestação da Fenprof seria na campanha pré eleitoral para as legislativas e autárquicas, para dar grande força “à esquerda” (PCP e pêsse).
A actual direcção do PCP, considera o Sócrates de “esquerda” … Céus!!!!
Outubro 26, 2008 at 8:13 pm
Com os sindicatos arrumados e a cassete esgotada, resta o improviso do ME.
Outubro 26, 2008 at 8:16 pm
Não votar PS será um acto de inteligencia… Tenho as minhas duvidas…
Outubro 26, 2008 at 9:22 pm
Sócrates e Nogueira são dois produtos típicos do Estado pós-moderno.
Sócrates enquanto engenheiro-empresário e Nogueira enquanto sindicalista-empresário.
O primeiro tenta capitalizar o investimento nos projectos de grandes obras públicas, o segundo no plano de investimentos em capital humano, na área educativa.
A escola-monopolista-de-Estado é uma base de entendimento comum para ambos.
O que os diferencia ?
Um é do PS, o outro do PCP.
Um quer a “escola pública” em forma de parceria-pública-privada.
O outro em forma de simples extensão do Estado, com as clientelas a prestarem vassalagem à hierarquia da Nomenklatura.
Um quer os docentes enquadrados por algumas regras do mercado, com o Estado enquanto regulador e as instâncias internacionais como orientadoras.
O outro pretende os docentes enfeudados à política do Estado-Patrão, mantendo este uma mão de ferro na política educativa.
De um lado a Avaliação decalcada da cultura empresarial.
Do outro uma Avaliação copiada do modelo partidário do PCP.
Faites vos jeux!
Outubro 26, 2008 at 10:05 pm
Professor com memória não vota PS!
Quem for desmiolado…
Outubro 26, 2008 at 10:28 pm
O epidemia avícola continua impagável.
É como o Pif-Paf, de Millör Fernandes:
Cada número é um exemplar;
Cada exemplar é um número!
Hoje superou-se e, usando só uma vez a expressão Nomenklatura, produziu a brilhante síntese, em forma de hai-kai:
“Avaliação copiada do modelo partidário do PCP”
Outubro 26, 2008 at 10:39 pm
Provérbio alterado: Até ao lavar dos cestos é a vidinha.
Outubro 26, 2008 at 11:10 pm
Outra proposição do nosso Wittgenstein de trazer por casa:
“A escola-monopolista-de-Estado é uma base de entendimento comum para ambos”
O que não diz, na sua imensa modéstia, é que por detrás do disfarce viral se esconde um dos mais acérrimos defensores de um modelo de escola idêntico ao da “Proposition 187”, aprovada por plebiscito na Califórnia e que retira a escola pública para as crianças filhas de “ilegais”.
Nota: a comparação com Wittgenstein (sem desprimor para o filósofo austríaco), creio que se justifica, já que o nosso sábio de estimação, que já decretou a insignificância literária de Saramago, sonha com um remake do célebre episódio do “atiçador de Wittgenstein” e ainda não encontrou interlocutor à altura.
Outubro 26, 2008 at 11:21 pm
O careca anda mais parcimonioso.
Mas não percebeu uma parte do que escrevi, porque se calhar não leu a Proposta da FENPROF para a Avaliação do Desempenho dos docentes.
Se o tivese feito, poderia constatar que a FENPROF defende o “trabalho de auto-análise”, a “co-responsbilidade de todos os pares numa base de paridade e igualdade” e, ainda mais importante:
“A Avaliação de Desempenho Docente só será credível e reconhecida se orientada para a melhoria efectiva do desempenho, se tiver no seu horizonte o desenvolvimento e o progresso das instituições e das nações”,
Certamente concordaria comigo que quem fala assim, com esta determinação de missão mundial, anda certamente ainda a regurgitar a cartilha dinossáurica de um certo internacionalismo atávico que persiste para os lados do PCP.
Outubro 26, 2008 at 11:32 pm
A fenprof arrumou-se a ela própria…
Outubro 26, 2008 at 11:42 pm
A Fenprof cheira mal da boca.
Outubro 26, 2008 at 11:45 pm
OlÁ QUINK..vai lá que vais gostar do manifesto…
Outubro 27, 2008 at 12:16 am
Enigma muito sucinto:
Um rafeiro leva umas biqueiradas, mas quem faz quink quink é um vira-latas.
O rafeiro dá pulinhos e abana o rabo.
??????
Outubro 27, 2008 at 12:20 am
Mais vale ser cão do que pau mandado de alguém que supostamente é marionete de outro…o rafeiro não tem dono e o vira latas também não…são donos do seu próprio destino..outros já não podem dizer o mesmo não é?…
Outubro 27, 2008 at 12:41 am
“A Avaliação de Desempenho Docente só será credível e reconhecida se orientada para a melhoria efectiva do desempenho, se tiver no seu horizonte o desenvolvimento e o progresso das instituições e das nações”,
Ora, isto não passa do enquadramento teórico da proposta da FENPROF. Mas para o vírus não ter um ataque de nervos, proponho para discussão e votação a seguinte alteração:
“A Avaliação de Desempenho Docente só será credível e reconhecida se orientada para a pioria efectiva do desempenho, se tiver no seu horizonte o retrocesso das instituições e das nações”
Outubro 27, 2008 at 9:38 am
Mas alguém quer o “retrocesso” das instituições e das nações ???
O problema reside precisamente neste tipo de pensamento dogmático, decalcado de uma praxis assente na pretensa salvação da humanidade, e que alguns insistem a chamar de “enquadramento teórico”.
Este tipo de linguagem é arcaico e representa uma cristalização em termos intelectuais e organizativos ao nível das piores experiências da humanidade.
Ou será que Sócrates não está sempre a falar da modernização que ele está a levar a cabo e que é um património de toda a esquerda ?
O BE e o PCP não estão do lado dele quanto às grandes obras do Estado ? A favor das pseudo-nacionalizações ?
Basta ler a última entrevista-propaganda do Grande Timoneiro, para se perceber que a única oposição que o PS está a ter é a dos não alinhados com a Nomenklatura, ou seja, nada de significativo em termos de partidos ou organizações com assento parlamentar.