lembram-se das afinidades do nosso modelo de avaliação de desempenho com o chileno? Então espreitem lá as instruções para os avaliados em 2008. Tem coisas interessantes, incluindo a filmagem de aulas.
E tem coisas sobre os porta-folhas e instruções para as runiões com os avaliadores.
Com o devido agradecimento à Francisca S. Lopes pela referência.

Outubro 26, 2008 at 7:02 pm
A propósito do “exemplo” chileno, vejam os vídeos que fjsantos colocou no seu (Re)Flexões…
Outubro 26, 2008 at 7:09 pm
Já agora o link….
No fim da página tem uns links, sobretudo o da calendarização, interessantes!
Comparem…
http://www.docentemas.cl/faq.php
Outubro 26, 2008 at 7:11 pm
O link está na 2ª linha do post.
😉
Outubro 26, 2008 at 7:14 pm
Um texto do Arrebenta do Braganza Mothers
http://braganzamothers.blogspot.com/2008/10/o-ogre-do-passos-manuel.html#links
De vez em quando, gosto de retomar certas temáticas, até por que elas são, em muitos dos casos idiossincráticas da nossa desestruturação nacional. Falando grosso: são as Duras Vértebras da Cauda da Europa.
Em tempos, já não me lembro quando, mas decerto antes da Bancarrota do Capitalismo de Casino, no tempo em que o Hipopótamo da D.R.E.N. deitava cartas, afirmei que, pior do que a arrogância do “Engenheiro” Incompleto ou da Bruxa da Educação, eram os pequenos sócrates, as pequenas margaridas moreiras, as pequenas lurdes rodrigues, os pequenos maiores portugueses de sempre que muitas das alminhas, com quem diariamente convivemos, já traziam dentro de si, e apenas estavam à espera de oportunidade, para saírem da sua triste hibernação.
Já, num texto antigo, citei o Abade Correia da Serra, que dizia que “Cada um de nós transporta, dentro de si, um familiar do Santo Ofício”, e, nunca, como hoje, essa frase se tornou verdadeira e pertinente.
Há dois ditados célebres, que dizem que o Ensino Secundário é o caixote de lixo das licenciaturas, e uma outra, ainda melhor, que diz que só vai para o Superior quem não obteve colocação no Secundário. Ambas são de uma malignidade infinita, mas como todas as provocações radicais, têm o seu “je ne sais pas quoi” de verdadeiro, todavia, desculpem-me… não é por aí que vou, já que ainda tenho de espezinhar, antes de começar, um outro canteiro, o das professoras primárias, ou do 1ºCiclo, que acho que é como agora se diz.
Para azar das Professoras Primárias, talvez as professoras que mais respeite, porque fazem parte de uma profissão que eu nunca poderia ter, Lurdes Rodrigues e o Hipopótamo da D.R.E.N. também o foram, facto que destestam citar nos referidos currículos, mas que enformam uma determinada maneira de estar na vida, que é a de Salazar, em que a criancinha de bibe se portava mal, e logo levava uma reguada na mãozinha submissa. Acontece que essas duas vacas continuam a reagir com a classe mais habilitada da Função Pública através de repreensões e reguadas, para ver se assustam os meninos, mas, como há sempre cerejas no cimo do bolo, as tais pequenas lurdes, pequenos sócrates e pequenos tiranos de vão de escada, tal como no Verão Indiano em que estamos, proliferaram, como as moscas, daquelas mesmo chatas, que já deviam estar mortas, dado o adiantado da Estação, mas insistem em andar à nossa volta, completamente zanzadas e a chatear-nos permanentemente.
Grave é quando ocupam lugares de chefia, os chamados “pequenos poderes”, que Foucault bem estudou, e que representam, geralmente, a pior das tiranias, a tirania do mais fraco sobre o mais forte, tal como Oscar Wilde a crismou.
Vem, por isso, o carinho de hoje dedicado a um mentecapto dessa espécie, que tem o seu pequeno trono no Passos Manuel, velha escola de tradição de Lisboa, e que resolveu ser mais lurdesco do que a Lurdes, e mais socratino do que o Zé de Vilar de Maçada.
Essa “Avaliação”, que a permissividade dos Sindicatos deixou que se tornasse num vexame de 150 000 pessoas, na sua maioria, bem formadas e… aprumadas, “soltou a franga” a muito boas almas turvas, e o entronado do Passos Manuel, chegou-me naqueles zunzuns, de quem sabe bem a que orelhas assobiar as histórias, e as minhas são do mais perigoso que há, porque passam directamente do tímpano para o teclado, com uma estereofonia capaz de aterrar qualquer um, modéstia à parte, o entronado do Passos Manuel, dizia eu, resolveu soltar a pequena lurdes que tinha dentro de si, e “pôr as coisinhas na ordem”, porque o respeitinho é muito bom.
Segue-se que pratica o seguinte, entre outras coisas, porque mais pistas não posso dar, não venham a chegar às fontes, porque estes pequenos escroques, geralmente, são do tipo lacrau, e conhece bem o sentido da palavra “vingança”:
1) Os tais artigos — não sei o nome — que os professores enfiam, por conta do período de férias, têm de ser requeridos, e autorizados, com 15 dias (!) de antecedência. Para os leigos, que andam noutras partes destas lides, públicas ou privadas, isto é equivalente a dizer que aquele telefonema que podem fazer para o chefe, para a empresa, ou para o sócio, a dizer, “pá, hoje surgiu um imprevisto, só vou poder aparecer mais tarde, mas resolvo tudo, quando chegar…”, no Passos Manuel têm de ser metidos com 15 dias de antecedência (!). Suponho que, com isto, a criatura queira que cada um se transforme numa pequena Maya, e preveja o que vai ser no mês seguinte. Nem a Meteorologia, amores, quanto mais o ser humano…
2) “Pontes”… acabaram. Sempre que venha um pedido, mesmo com 15 dias, para faltar num buraco entre dois feriados, nem pensar, porque faz falta um corpo presente, numa sala, onde alunos e pais fizeram… a ponte, e a deixaram deserta.
3) O amoroso achou que, como a sineta do toca-a-trabalhar soava no dia 3 de Setembro, era a altura ideal para pôr os seus escravos a labutar, e a construir as grandes pirâmides de Gizeh, e lá arranjou uma gaja com sotaque peninsular, para dar uma formaçãozeca, compactada — o original é assegurado, na Faculdade de Motricidade Humana, pelo Professor Vitor da Fonseca, boa cabeça, garanto eu, e excelente profissional, ainda garanto mais — e, ao contrário do farrapito vendido no Passos Manuel, dura 80 e tal horas, tem um segundo nível, feito na própria Faculdade, e um terceiro, o mais hermético, e secreto, na própria Jerusalém. Faz parte do esqueleto de Formação Dura Israelita, caro Presidente do Conselho Executivo dessa chafarica, e, se não o sabe, informe-se, porque eu até estou dentro do assunto. Suponho que o idiota do Passos Manuel desconheça esta hierarquia.
4) Professor que ponha muito aluno na rua, por mau comportamento, é logo chamado ao Santo Ofício, para levar uma reprimenda, e uma ameaça sobre a carreira…
6) Ah, nas acções de formação não é permitido o riso, porque são gratuitas, e para que sejam gratuitas, alguém as terá de estar a pagar, pelo que qualquer sorriso é mal visto, e haverá sempre um/uma colega “bufo” que logo põe a boca no trombone.
7) A Avaliação está “ravissante”, e cada professor, para além do bibe, da continência e do Hino da Mocidade Portuguesa, tem de apresentar, no Fim do Ano, o seu “Portfolio” pessoal (!)
O Passos Manuel, como muitas das escolas clássicas do centro de Lisboa, tem alguns docentes extraordinários, da velha guarda, que, perante um cenário destes, estão a meter, em barda, e cheios de penalizações, os papéis para a reforma. Gente digna não se verga a caciques destes, como é óbvio, e zarpam.
Agora, sinceramente, não me apetece escrever mais. Aparecer-me um gajo destes pela frente, fazia-lhe o mesmo que faço às moscas do Outono tardio: mata-moscas em cima, ou, como ele é grande, uma clássica mocada nos cornos.
Ah, já me esquecia, no meio deste glorioso rigor, o Passos Manuel recebe diariamente a visita da P.S.P., por causa das navalhadas, do tráfico de droga e das bombas artesanais que os nossos futuros “Nòbèles” da Química já aprenderam a fabricar. Nas escadarias defronte, com vista para a Igreja, a pior “racaille” — vi eu, com estes que a terra há-de comer… — acumula-se nos degraus, à espera do comprador de haxe e de pólen, do viciado nas pastilhas, ou da garina de 13 anos, que acabará emprenhada pelo “pinta” de 21, da esquina de baixo. Sua Excelência, nos calores do seu gabinete, suponho que ignore esta realidade, porque o importante é mesmo a Ordem e o Respeitinho.
Está o senhor de parabéns: meteu-me tanto nojo que até lhe dediquei este texto, que, espero, lhe torne doravante a vida substancialmente mais difícil, ou pelo menos, o torne num daqueles apontados a dedo deste país miserável… Só lhe fará é bem.
Outubro 26, 2008 at 7:15 pm
VEJAM E OIÇAM O VÍDEO COM ATENÇÃO
Está mesmo a correr bem a avaliação no Chile…é para rir! (ou chorar)
Sexta-feira, 24 de Outubro de 2008
Perversão na avaliação dos Professores no Chile
partilhadosaber.blogspot.com/2008/10/perverso-na-avaliao-dos-professores-no.html
Outubro 26, 2008 at 7:17 pm
Não se esqueçam do http:
Outubro 26, 2008 at 7:17 pm
Só copiam mer…
Outubro 26, 2008 at 7:18 pm
Este Governo parece uma pandilha de estrunfes!
Outubro 26, 2008 at 7:18 pm
Não se aproveita um!
Outubro 26, 2008 at 7:19 pm
Paulo:
sorry 🙂
Outubro 26, 2008 at 7:20 pm
Ou seja a avaliação de professores do Chile anda a meter água por todo lado…com corrupções à tonelada…à moda do Pinochet
Outubro 26, 2008 at 7:22 pm
VEJAM E OIÇAM O VÍDEO!
Outubro 26, 2008 at 7:24 pm
Do que se lembraram o falso engenheiro e o MONO da Ministra da Educação…:
31 Março 2008 – 00h30
Educação: Linhas gerais e instrumentos
Chile: uma fonte para a avaliação
Há várias semelhanças entre o sistema de avaliação de professores chileno e o português. Nas últimas semanas os e-mails e blogues relacionados com a Educação têm sido inundados de mensagens que apontam para semelhança entre os dois modelos.
Os objectivos e os instrumentos da avaliação ou algumas das suas consequências são iguais nos dois países. Há algumas semanas, a ministra da Educação admitiu que o Governo se foi inspirar em modelos estrangeiros para ‘desenhar’ o tão polémico sistema de avaliação de professores.
Da leitura comparativa dos dois sistemas, há uma diferença que salta à vista: a periodicidade da avaliação. Enquanto em Portugal os professores serão avaliados em cada período de dois anos, no Chile a avaliação é de quatro em quatro anos. No entanto, no que respeita aos instrumentos de avaliação, por exemplo, as semelhanças são claras: existe auto-avaliação, uma entrevista pelo professor avaliador, a avaliação da direcção da escola. Em vez das aulas assistidas que o modelo português preconiza, no Chile uma aula é gravada por profissionais credenciados.
Se em Portugal a principal consequência da avaliação é a contagem ou não do tempo de serviço para a progressão na carreira, do outro lado do Atlântico os melhores professores recebem um abono, que pode ir até 25% do salário mínimo nacional. Para os professores com piores resultados, os dois sistemas sugerem a criação de acções de formação contínua. Com várias notas negativas, os professores saem da carreira, tanto no Chile como em Portugal.
INSPIRAÇÃO EM VÁRIOS PAÍSES
A ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, afirmou, em entrevista recente ao ‘Acção Socialista’, que o Governo procurou “compatibilizar uma avaliação por objectivos com uma avaliação de competências”, tendo para isso buscado inspiração a países como “Inglaterra, Espanha, Holanda e Suécia”. A governante explicou que os sistemas de avaliação de desempenho dos professores no Continente europeu “são todos diferentes”, mas que os objectivos dos vários sistemas acabam por ser similares.
No Chile, os professores com bom desempenho recebem uma ‘bolsa’ mensal, indexada ao salário mínimo. No último ano lectivo foram aprovadas bolsas para mais de 350 professores.
DESCUBRA AS DIFERENÇAS
LINHAS GERAIS
PORTUGAL
Melhoria dos resultados escolares e da qualidade das aprendizagens; proporcionar desenvolvimento pessoal e profissional; avaliação do docente de dois em dois anos
CHILE
Avaliação orientada para melhorar o trabalho pedagógico e promover o desenvolvimento profissional contínuo; avaliação de cada docente de 4 em 4 anos
INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO
PORTUGAL
Fichas de auto-avaliação; entrevista pelo professor avaliador; avaliação do coordenador de departamento curricular e da direcção executiva; assistência do avaliador a pelo menos três aulas
CHILE
Fichas de auto-avaliação; entrevista pelo professor avaliador; avaliação do director e do chefe técnico da escola; portfólio, que inclui a gravação em vídeo de uma aula
NÍVEIS DE DESEMPENHO
PORTUGAL
Excelente; Muito Bom; Bom; Regular; Insuficiente
CHILE
Destacado; Competente; Básico; Insatisfatório
CONSEQUÊNCIAS DA AVALIAÇÃO
PORTUGAL
Excelente: duas vezes seguidas reduz em quatro anos o tempo de serviço para acesso a Titular; quatro vezes seguidas dá direito a prémio de desempenho
Excelente e Muito Bom: duas vezes seguidas reduz três anos;
Muito Bom: duas avaliações seguidas reduz dois anos;
Bom Tempo vale para progredir
Regular/ Insuficiente: Não progride; proposta Acção de Formação Contínua
Insuficiente: Não renova contrato; duas classificações seguidas ou três interpoladas (quadro) determinam a não atribuição de tempo lectivo e a reconversão profissional
CHILE
Destacado ou Competente: recebe um abono mensal; tem de realizar prova de conhecimentos disciplinares e pedagógicos. O abono dura entre dois e quatro anos, entregue no ano seguinte à prova, e varia de acordo com o desempenho na avaliação e na prova, entre cinco e 25 por cento do Salário Mínimo Nacional;
Insatisfatório: repete a avaliação no ano seguinte e submete-se a Planos de Superação Profissional (Formação Contínua); se na 2ª avaliação obtiver Insatisfatório, deixa de dar aulas durante um ano; à 3.ª avaliação Insatisfatória sai da carreira, mas recebe um abono.
Edgar Nascimento
http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=154825FC-5B83-4752-94D7-A281E20BF0E6&channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010
Outubro 26, 2008 at 7:27 pm
A AVALIAÇÃO NO CHILE ESTÁ A CORRER MUITO BEM…é como cá
Denuncian mercado negro en evaluación docente
Chile
http://br.youtube.com/watch?v=Z3i5N5cRFYs&eurl=http://partilhadosaber.blogspot.com/2008/10/perverso-na-avaliao-dos-professores-no.html
Outubro 26, 2008 at 7:28 pm
CHILE
Entre 200.000 y 500.000 pesos costaría acceder a un portafolio completo de la evaluación docente en el mercado negro, una práctica que se está convirtiendo en un lucrativo negocio en la región del Bio Bio.
http://br.youtube.com/watch?v=Z3i5N5cRFYs&eurl=http://partilhadosaber.blogspot.com/2008/10/perverso-na-avaliao-dos-professores-no.html
Outubro 26, 2008 at 7:33 pm
Assim vai a avaliação do Chile que o MONO da Ministra da Educação e o falso engenheiro resolveram copiar para Portugal dizendo que era topo de gama e do primeiro mundo…SINDICATOS VAMOS LÁ RASGAR O ENTENDIMENTO…este Governo não passa de uma corja mafiosa:
Outubro 26, 2008 at 7:33 pm
Viernes 1 de Agosto del 2008 Página: 03
Mercado negro en Evaluación Docente: $90 mil a $200 mil cuesta un portafolios
Ministra Jiménez abierta a iniciar investigación
Cuando aún no se aquietan las aguas en el área de Educación, donde acaba de ser intervenido el Instituto Nacional y se canceló la matrícula en el Liceo Darío Salas a María Música Sepúlveda, la alumna que lanzó un jarro con agua a la ministra Mónica Jiménez, una nueva denuncia remece al sector.
Esta vez se trata de un “mercado negro” asociado a la Evaluación Docente, donde profesores pueden “encargar” la confección completa de su portafolio pagando entre $90 mil y $200 mil. La situación es reconocida incluso por el Colegio de Profesores, donde agregan que institutos profesionales y centros de formación técnica ofrecen cursos de capacitación que en realidad están destinados a hacerles el portafolio (ver recuadro en página 4).
Unico instrumento de evaluación
De esta forma se vulnera el único instrumento de medición de la calidad del desempeño docente que se aplica en los colegios municipales desde el año 2003 , y por el cual han sido evaluados hasta el momento 38 mil profesores. De ellos, 9 maestros salieron del sistema tras ser calificados de “insatisfactorios” tres veces seguidas.
Este año corresponde evaluarse a otros 20 mil maestros en todo el país.
El portafolio es el instrumento central de la Evaluación Docente —vale un 60% de todo el proceso— ya que considera una autoevaluación, planificar una unidad pedagógica y exhibir una clase filmada. Este año el Mineduc ya distribuyó casi la totalidad de los portafolios, los que deben ser devueltos en octubre por los profesores con la información completa y cuyos resultados finales se entregarán el año entrante.
Se estima que los docentes deben invertir al menos 80 horas pedagógicas para confeccionarlo, las que no están consideradas dentro de sus contratos, por lo que la mayor parte de ellos lo hace en su tiempo libre.
Ministra: “Está muy mal”
Tras participar en una ceremonia donde se inauguró el mes de la minería, la ministra de Educación, Mónica Jiménez, fue consultada por La Segunda sobre la grave situación respecto de los fraudes con la Evaluación Docente.
Al respecto, la ministra expresó que “está muy mal, las evaluaciones son personales y por lo tanto, cada uno de nosotros cuando es evaluado tiene que realizar los trabajos. No me parece que uno pueda comprar una evaluación”.
Respecto a si se iniciará una investigación sobre este tema, Jiménez indicó que “por supuesto que sí, si esto fuese así como se me está señalando. En ese caso, evidentemente hay que hacer una investigación” y agregó que “lo primero es apelar a la conciencia de la gente, sobre todo si somos educadores, y después seguiremos el debido proceso si es necesario”
“Quiero salir destacado ¿cuánto sale?”
Y aunque abundan los avisos en internet en que veladamente se ofrecen estos servicios; sorprende la existencia de ofertas explícitas en que se ofrece derechamente hacer el trabajo al profesor con completa discreción. También hay otros donde docentes pregunten sin pudores cuánto vale conseguir una evaluación “destacada” en el proceso que este año se aplicará a 20 mil maestros.
“Hola. Quisiera saber si ustedes hacen el portafolio de la evaluación docente??? y cuánto sale $ ??? Cuál es la garantía, porque quiero salir destacado y el portafolio es el 60% de la evaluación???” , reza en la web la consulta de una maestra que hace dos meses dejó su número de celular para que la contacten.
Las ofertas que circulan en internet son tituladas con frases del tipo “realizo portafolio docente” y varios aseguran tener experiencia en este tipo de trabajos desde que partió este sistema. Uno de ellos detalla que el servicio está dirigido “especialmente para aquellos profesores que por falta de tiempo no pueden confeccionarlo”. Aseguran que se trata de “trabajos limitados. Se garantiza reserva, seriedad y confiabilidad. Trabajos para todas las ciudades de Chile”.
Descuentos por contactar más profesores
También aparece en la web otro aviso donde se detallan los servicios profesionales y costos asociados a la “asesoría integral de la confección de portafolios docentes (…) elaboramos a partir del nivel y subsector implicado, todo el material correspondiente al proceso de sistema de evaluación de desempeño docente para un óptimo resultado”.
Explica que llevan dos años de experiencia, que cuentan con un staff de profesionales postgraduados y que en el proceso anterior lograron “óptimos” resultados. Todo ello por $90 mil pagaderos en dos cuotas: al inicio del proceso “como garantía de seriedad” y contraentrega del producto final.
Agregan que su sistema de trabajo es “en base a referidos, dada la confiabilidad que requieren nuestros servicios”, incluyendo un descuento de 20% en la tarifa a quienes les contacten con otros docentes que requieran el mismo servicio.n
(Continúa en la página 4)
“Ella te hace un precio”
“Ella te hace un precio”
“Esta es una cosa entre tú y ella”, explica en tono discreto Hernán, desde Puerto Montt, al atender el teléfono que aparece en el aviso de internet en el que junto a su esposa, Paola, ofrecen el servicio de confección de portafolios.
En el momento de la llamada la mujer se encontraba haciendo clases de Lenguaje en el establecimiento donde trabaja.
Amable, accede a entregar detalles sobre el particular “pituto”. “Ella cobra 200 mil pesos. Si se trata de hacer una parte (del portafolio) obviamente es menos . Depende de lo que quieras tú ella te va a hacer un precio igual”, precisa.
Consultado respecto de la experiencia que tiene su mujer en el diseño de los portafolios, el hombre destaca que “ella está trabajando hace cinco o seis años en esto”. n
http://www.segunda.cl/modulos/generacion/mobileASP/detailNew.asp?strNamePage=LUCSGDI03SG0108.JPG&codCuerpo=701&strFecha=2008-08-01&tipoPantalla=240&iPage=1&iNumPag=03&iFirstPage=0&source=thumb
Outubro 26, 2008 at 7:39 pm
VIVA O CHILE! – aquilo está mesmo a funcionar “bem” – é como cá!
Mineduc investigará “mercado negro” en Evaluación Docente
Por hasta 200 mil pesos los profesores pueden encargar la confección completa del principal elemento de la Evaluación Docente. Las ofertas se dan principalmente a través de Internet.
Viernes 1 de Agosto de 2008
17:00
El Mercurio Online
SANTIAGO.- Luego de que se conociera que distintas entidades ofrecen a los profesores realizar sus portafolios a cambio de dinero, la ministra de Educación, Mónica Jiménez, señaló hoy que su cartera iniciará una investigación sobre el tema.
El portafolio es el elemento central de la Evaluación Docente –vale el 60%– e incluye una autoevaluación, planificación de una unidad pedagógica y la exhibición de una clase filmada. El problema es que los profesores deben invertir al menos 80 horas pedagógicas en su confección, que no se consideran en sus contratos.
Las ofertas se dan principalmente en Internet y tienen un valor de entre 90 mil y 200 mil pesos. Esta situación es reconocida por el Colegio de Profesores, donde indican que institutos profesionales y centros de formación técnica ofrecen cursos de capacitación que en realidad están destinados a hacerles el portafolio.
Consultada por La Segunda acerca de si se iniciará una investigación sobre el tema, la titular de Educación señaló que “por supuesto que sí, si esto fuese así como se me está señalando. En ese caso, evidentemente hay que hacer una investigación”.
A juicio de la ministra Jiménez, la situación “está muy mal, las evaluaciones son personales y, por lo tanto, cada uno de nosotros cuando es evaluado tiene que realizar los trabajos. No me parece que uno pueda comprar una evaluación”.
Añadió que “lo primero es apelar a la conciencia de la gente, sobre todo si somos educadores, y después seguiremos el debido proceso si es necesario”.
Este año deben evaluarse 20 mil docentes en todo el país y el Mineduc ya distribuyó casi la totalidad de los portafolios, que deben ser devueltos en octubre con la información completa y cuyos resultados se conocerán el próximo año.
http://www.emol.com/noticias/nacional/detalle/detallenoticias.asp?idnoticia=315675
Outubro 26, 2008 at 7:43 pm
As investigações no Chile (país modelo para o MONO da Ministra) são como cá…não chegam a lado nenhum – como qualquer boa ditadura que se preze!
Outubro 26, 2008 at 7:45 pm
Estão à espera de quê? Temos de aturar isto?
“Da leitura comparativa dos dois sistemas, há uma diferença que salta à vista: a periodicidade da avaliação. Enquanto em Portugal os professores serão avaliados em cada período de dois anos, no Chile a avaliação é de quatro em quatro anos.”
http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=154825FC-5B83-4752-94D7-A281E20BF0E6&channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010
Outubro 26, 2008 at 7:50 pm
Da leitura, um pouco na diagonal, que fiz em tempos do modelo chileno, pareceu-me existir outra diferença importante: a avaliação deles não é feita por pares. Os elementos são enviados para uma entidade regional, exterior à escola, que avalia os professores. Daí que em vez de aulas assistidas eles tenham aulas gravadas. Quem leu mais atentamente, confirma que é realmente assim?
Outubro 26, 2008 at 7:53 pm
bibá el tchile
Outubro 26, 2008 at 8:11 pm
“A Revolta dos Pingüins” e o novo pacto
educacional chileno
Em 30 de maio de 2006, a mídia internacional,
principalmente a latino-americana, deu destaque a
tumultuadas cenas de rua que se multiplicavam em
cidades do Chile. Tais cenas, consideradas episódios
inusitados nas últimas três décadas da história
daquele país, eram protagonizadas por estudantes
secundaristas – maciçamente mobilizados em nível
nacional – que entraram em greve, tomaram as escolas,
organizaram assembléias e saíram em passeatas,
gritando palavras de ordem que sintetizavam um
discurso político há muito tempo ausente do cenário
estudantil chileno.1
Ganhando adesão das famílias e de várias organizações
da sociedade civil, o movimento dos “pingüins”
(assim chamados por seu uniforme ao estilo do início
do século passado) abalou o governo recém-empossado
de Michelle Bachelet, obrigando à realização de
reuniões ministeriais de emergência, pronunciamentos
do Legislativo, dos empresários, manifestações do sindicato
docente (denominado Colégio de Professores),
das universidades e de outras entidades. A subseqüente
demissão do ministro de Educação foi um fato traumático
para as esferas oficiais, com grande repercussão
nos meios de comunicação e na área política.
Outubro 26, 2008 at 8:32 pm
Porfolios por encomenda! Olha que grande ideia de negócio! Pensando bem, umas encomendazinhas até me davam jeito para pagar a prestação do migalhães…
Outubro 26, 2008 at 8:37 pm
OFERTA DE EMPREGO:
Procura-se professor especializado na elaboração de “portafólios”!
ANÚNCIO:
Se está interessado em adquirir um “portafólio” dirija-se a “Álvaro Associados LDA” telefone…….
🙂 🙂
Outubro 26, 2008 at 8:39 pm
português espertito portafólio expedito!
Já estou mesmo a ver! Venha de lá a massa!
Outubro 26, 2008 at 8:40 pm
500000 pesos quantos euros são?
Paulo, dá para pensar? Que tal?
🙂
Outubro 26, 2008 at 8:50 pm
COLEGAS DE BLOGUE:
VAMOS ORGANIZAR-NOS E FAZER NEGÓCIO. PODEMOS LUCRAR COM ESTA INFORMAÇÃO. 🙂
Outubro 26, 2008 at 8:51 pm
Tabela de preços:
PORTFOLIO MENÇÃO REGULAR…….. 500 EUROS
PORTFOLIO MENÇÃO BOM ……….. 750 EUROS
PORTFOLIO MENÇÃO MUITO BOM……1000 EUROS
PORTFOLIO MENÇÃO EXCELENTE……2000 EUROS
FAZEM-SE DESCONTOS PARA GRUPOS!
APROVEITE JÁ!
PODE PAGAR EM SUAVES PRESTAÇÕES!
Outubro 26, 2008 at 8:52 pm
“O caso chileno constitui um exemplo de um modelo de avaliação de professores caracterizado por se centrar no perfil do professor. Neste modelo, avalia-se o desempenho de acordo com o grau de concordância aferido em relação a traços ou características de um perfil previamente fixado. (…) a crítica sublinha que o perfil corresponde, em regra, a um professor INEXISTENTE, não é fácil a aprendizagem das características definidas no perfil através da formação e é débil a relação entre essas características e os resultados escolares dos alunos.”
Mário Sanches in “Professores, novo estatuto e avaliação de desempenho”
Não sei pôr itálico nem negrito
Outubro 26, 2008 at 8:52 pm
MARILIA 28:
se precisar de colaboradora conte comigo!
Outubro 26, 2008 at 8:58 pm
Venha o negócio dos porta-folhas!!!
Isto é absolutamente nojento! Acabem com o sistema e já!!
Outubro 26, 2008 at 9:20 pm
Acabar com o sistema?! Não me estraguem o negocio.
Bia, pode ser minha colaboradora. Eu entro com a ideia e você entra com o trabalho.
Outubro 26, 2008 at 9:22 pm
Se o sistema continuar não há desconto para umbiguistas???
Outubro 26, 2008 at 9:37 pm
Podem ficar com esse negócio dos portfólios que eu fico com o da prova pública.
Outubro 26, 2008 at 9:43 pm
You bastard!!!
Outubro 26, 2008 at 9:44 pm
E aqui está o manual para a elaboração do Portfólio, para adiantar umas ideiazitas.
Outubro 26, 2008 at 9:47 pm
Vendem portfolios no Chile?
Outubro 26, 2008 at 9:49 pm
Não mandem o portfolio por e-mail a partir da escola. Pode haver um pidezeco socrático a lê-lo.
Assim como os vossos e-mails para namorados, maridos, amantes, filhos, primos etc.
Outubro 26, 2008 at 9:52 pm
Ah, sim! Eu consulto o blogue a partir da escola!! Será grave? Chiça!!
Outubro 26, 2008 at 9:53 pm
Socorro o meu avatar…
Outubro 26, 2008 at 9:55 pm
Voltou ao normal…
Outubro 26, 2008 at 9:59 pm
Sim, gata, pode ser perigoso. Creio que é necessário requisitar o comp-tador, ou seja, sabe-se quem o usou. Também é fácil saber que páginas se visitaram. Por defeito todos os comp-tadores guardam essa informação. Os comp-tadores de uma escola estão ligados a um servidor. Facilmente se descobre tudo. Basta um bom sabedor de informática com acesso.
Outubro 26, 2008 at 10:01 pm
BIG BROTHER IS WATCHING YOU!
Outubro 26, 2008 at 10:21 pm
Ah só agora tinham percebido que ia ser um grande negócio??? a começar pelas acções d e formação obrigatórias e pagas???
Outubro 26, 2008 at 10:49 pm
Pela conversa dos meus caros colegas, eu devo ser um elemento referênciado, como leitor de blog’s subversivos em pleno local de trabalho, claro que só o faço fora do horário de trabalho.
Outubro 26, 2008 at 10:50 pm
Vai começar o ~Zé Carlos~. Uma lufada e ar fresco na estupidez reinante.
Outubro 26, 2008 at 10:56 pm
500 000 pesos chilenos, ao cambio actual, sao 594 Euros
Outubro 26, 2008 at 10:58 pm
Vou ver os meus amigos gatos… 😆
Até logo.
Outubro 26, 2008 at 11:40 pm
Não abram os olhos que não é preciso…:
HEIL SIEGEL
Afinal de contas para que serve o Processo de Avaliação dos Professores, que tanta celeuma está a gerar? Parece que a realidade ultrapassa a ficção, na medida em que se fizermos uma leitura comparada e cruzada de toda a legislação vigente, nomeadamente o DL 35/2007 de 15 de Fevereiro sobre a Contratação de docentes, Lei n.º 75/2008 que impõe o novo modelo de Gestão, a Lei n.º 11/2008 de 20 de Fevereiro que define o regime de mobilidade dos trabalhadores com contrato individual de trabalho, o Decreto-Lei nº 124/2008 de 15 de Julho sobre a Mobilidade Especial para os Docentes, o Despacho n.º 19117/2008 ao definir a organização do ano escolar 2008/09 e horários dos professores e o Projecto de revisão do DL 20/2006 sobre os concursos de docentes, versão do Ministério da Educação, podemos verificar que, as últimas atitudes dos responsáveis da Educação, deste Governo, de aparente reconciliação, ao demonstrarem uma dessimulada intenção de simplificação dos processos de avaliação, sem se comprometerem com o adequado suporte normativo, face à presença de um ano eleitoral muito turbulento e problemático, não são mais do que manobras de diversão. Na verdade, o futuro pós-eleitoral apresenta-se muito pouco risonho, para os professores e não vão faltar situações caricatas, quando os novos Reitores se comportarem com autênticos Gauleiters Escolares.
No fundo, estamos perante duas realidades que, aparentemente se digladiam pelo Poder, mas que são complementares nos respectivos objectivos (respectivamente redução das despesas primária – deficit do OGE – em salários e entronização do Poder Real Absoluto local) e assentam numa relação de hierarquia imposta e consentida. Poder-se-á considerar que este paradoxo inconsequente está anulado, por estarmos numa democracia. Aqui é que está o busílis da questão, o 75/2008 impõe que os futuros Reitores (mais a respectiva entourage do Conselho Geral) sejam totalmente subservientes à Tutela Governativa e ao mesmo tempo concede-lhes total liberdade de acção dentro das respectivas áreas educativas.
Se queremos reduzir as despesas com pessoal, nada mais fácil do que aplicar o princípio da multiplicação dos pães, para depois dividir para reinar.
Exemplificando:
O Governo do Capitão de Rebordelo, senhor todo o poderoso, das massas imberbes e pouco esclarecidas, pretende reduzir o deficit público para -5%, ou seja criar um superhavit, de forma a tornar o Estado, um centro de distribuição de benefícios para os camaradas, mesmo que a taxa de mortalidade de não jovens sofra um acentuado agravamento. Se Hitler mandou exterminar os parasitas da sociedade (velhos, não jovens, doentes, etc.), Moi, com maior subtileza, crio as condições ideais, para que os tais se aconcheguem no estertor da próxima reencarnação. Por outro lado, os idiotas, mas fiéis súbditos reitores, na ânsia de agradarem ao muy grande líder e querendo continuar a reinar nos seus feudos impunemente, aceitam as orientações de qualquer Idi Amin. Deste modo, há que fazer sair do sistema, todos os não titulares que, estando nos escalões topo da carreira, podem ter o azar (para a pátria) de subirem para o título e substituí-los por outros que ainda se encontram na meninice do índice remuneratório, os chamados contratados, se possível.
Assim, o Gauleiter do Agrupamento das Escola Secundárias da cidade de Rebordelo, Dr. Salamaleques e Tinhoso, alvo de críticas, por parte de alguns professores traidores aos grandes desígnios do seu feudo, e em consonância com o Primeiro-Ministro, aceita que sejam colocados, na sua escola, cerca de 100 professores contratados, sabendo, ambas as partes de que, para além dos horários de Titulares, o número de horas lectivas só dá emprego a outros 100 felizardos, não titulares, existindo, por isso mesmo, cerca de 100 quadros de escola em situação periclitante.
O nosso herói penoseiro, na hora da distribuição de horários, exclui os tais que o Governo quer na rua, os críticos da sua gestão e a sua ex mais o filho da mãe do professor de educação física que lhe destruiu o lar doce lar.
Claro que os ex quadros de escola, não vão para o desemprego, mas ficaram criadas as condições inerentes para passarem à disponibilidade da mobilidade…; assim, os excluídos, numa primeira fase, irão ser obrigados, cada quatro anos, a concorrerem para cerca de 25 agrupamentos, abertos e identificados pelo Ministério, em todo o território nacional, incluindo Berlengas e Selvagens.
Os professores que não se ponham finos antes das eleições, que depois irão sentir na pele o pão que o diabo amassou. É evidente que o descontentamento face ao actual Governo, parece trazer sorrisos aos PSDs, embora saibamos que também não são flores que se cheirem (se algum dia forem governo), visto que, tudo farão para manter o satatus quo vigente e que foi obra do Partido da Xuxa. Sócrates é o ex (?) militante do PSD que virou (infiltrado?) secretário-geral e primeiro-ministro do partido rival, é uma Avis rara.
http://sacosmolhados.blogspot.com/2008/10/heil-siegel.html
Outubro 26, 2008 at 11:49 pm
ABRAM OS OLHOS E DIVULGUEM ESTE DOCUMENTO…:
Outubro 26, 2008 at 11:53 pm
da minha parte já chegou a 1.000 pessoas – maioritariamente professores…
Outubro 27, 2008 at 12:03 am
Domingo, Outubro 26, 2008
Os Apóstolos da Liturgia Social – A Política Universal do Reino do Compadrio
Portugal está em crise ou a crise já chegou a Portugal ou nunca estivemos em crise ou os sacrifícios pedidos, não passaram de meros sacrifácios sobre uma crise estrutural que existe desde o início da era dos descobrimentos? Para tantas questões, todas as respostas são quentes e boas, como as do soto.
O Primeiro, afirma que em Portugal não existe crise, na educação, na saúde, nas pensões, na pobreza (absoluta ou relativa), etc. E o Fundo de Garantia posto à disposição do sistema bancário, principalmente BPN e BCP e afins, serve para ajudar a prevenir a crise internacional; é uma espécie de vacina contra o vírus da gripe especulativa financeira. É, segundo o líder faroleiro da europa do atlântico, uma forma de ajudar as famílias endividadas; pois,…
Os Bancos com esta liquidez acrescida irão baixar o nível de juros dos empréstimos bancários, para aquisição de Habitação? Claro que, os Bancos e o Governo não são parvos, porque outros desígnios patrióticos se levantam mais alto:
1.º – Os Bancos, normalmente já se fazem pagar, em juros, num ano de 12 meses/mensalidades (no mínimo – até um máximo), o equivalente a um intervalo de 13,9 meses a 23, 7 meses. As Famílias portuguesas que se amanhem.
2.º – Os Bancos irão ter € a rodos e ganhar um bónus suplementar em juros, nos empréstimos que irão fazer às empresas de construção civil, detentoras do direito exclusivo para a edificação do aeroporto de Alcochete e do TGV e de vias rodoviárias e que por mera coincidência, têm nas respectivas administrações, ex-governates do PS e do PSD. Ou seja, o Governo paga a essas empresas, por intermédio dos Bancos, os custos das obras e, por ouro lado, paga legalmente, conforme consta dos cadernos de encargos celebrados e assinados, para já não falar nos miseráveis ordenados desses administradores da coisa pública. Por isso, não é de estranhar que as obras públicas sejam adjudicadas, sempre aos mesmos, que apresentam custos baixos e recebam, no final, o triplo ou mais do valor inicial: estamos perante um dos Paradoxos do circuito económico, da subfacturação inicial passa-se para uma sobrefacturação final.
3.º – Os Bancos, com a concordância e cumplicidade distraída do Governo, continuarão a investir especulativamente nos mercados financeiros de risco, através dos chamados paraísos fiscais.
4.º – Isto de transformar o pagamento de juros em rendas, vendendo e comprando a casa, perdendo o direito das amortizações, pode-se considerar como um agravamento da situação económica das famílias, já se si endividadas e com dificuldades no pagamento dos créditos, criando uma ilusão de paraíso consumista. Afinal de contas, os únicos beneficiários são os Bancos e as empresas de construção civil e, quiçá, do Governo que pretende ganhar votos para a maioria absoluta.
Avaliação do Desempenho:
Governo – Desterro para um dos muitos Gulags da Sibéria, por Competência Excelente na arte da governação da corrupção.
Administradores e Gestores dos Bancos – Desterro para as luxuosas vivendas do Bairro da Quinta do Mocho.
Administradores e Gestores das empresas que vivem à custa do Estado – Desterro para o Alasca, pode ser que sejam aceites pelos inuits.
http://sacosmolhados.blogspot.com/
Outubro 27, 2008 at 12:11 am
Duas ou três coisas curiosas no modelo chileno: 60% da nota vai para o portfolio, que é avaliado de forma anónima em universidades por especialistas da mesma área disciplinar. Mesmo no meio do ridículo burocrático chileno, a estupidez consegue ser menor do que por cá. Por cá entrega-se a tarefa a qualquer bicho careta com qualificações iguais (e às vezes inferiores) mesmo que seja de uma área disciplinar completamente “oposta” ao que deve observar.
Lá a avaliação é por 4 anos, com uma aula gravada. Por cá são precisas 6 aulas todos os dois anos para conseguir o mesmo objectivo.
Outubro 27, 2008 at 12:13 am
No Chile há um documento nacional de 57 páginas que define os objectivos de todas as disciplinas e que é igual para todos. Por cá, não! Cada disciplina de cada escola fixa os seus objectivos (para haver alguma uniformidade…).
Outubro 27, 2008 at 12:21 am
O modelo chileno é péssimo, mas consegue ser melhor do que o português.
Vejam que as garantias chilenas para avaliação dos portfólios dos professores estão ao nível das garantias para correcção de exames nacionais. Correcção e classificação anónima, por especialistas com formação científica, pedagógica e técnica, dupla correcção aleatória de 20%.
E por cá?
Não há anonimato, todas as vingançazinhas pessoais são possíveis e estimuladas. Não são necessários especialistas, nem formação técnica específica para a tarefa, basta um titular licenciado de Música sorteado para avaliar pedagogicamente e cientificamente, olhos nos olhos, um colega doutorado em Educação Física, com base em objectivos que, em última análise, foram fixados pelos primeiro.
Outubro 27, 2008 at 12:41 am
55 ainda tem dúvidas que estamos na República das Bananas?
Outubro 27, 2008 at 12:57 am
Gosto de saber que não estamos sós na Avaliação de Professores! Nós e o Chile estamos juntossss. Para o bem e para o mal! Aliás, fomos inspirar-nos num País como uma Cultura similar. Penso até que devemos abandanar a União Europeia e fazer parte dos País da américa Latina.
Outubro 27, 2008 at 1:43 am
Os porta-folhas, coisas que eu jamais pedi aos alunos (por considerar que a maioria copiaria e faria o que adultos, com muita barba, fazem muito bem)são agora a bandeira da avaliação dos professores. Olha p´ra mim a pôr uns trabalhos tão catitas e fazer de conta que trabalhei tanto. IDIOTAS.