e no princípio de tudo…

Nem tenho por aqui um acelerador de partículas, nem me parece curial advogar uma imersão numa espécie de teoria do big bang que ajude a explicar o que se passa com os professores em Portugal.

Desta vez não me vou centrar na insuportável e estafada má burocracia que asfixia a realização do ensino nas nossas escolas. Já escrevi muito sobre isso, que pode ser consultado neste espaço, e voltarei ao assunto em breve e noutra entrada.

Por agora, o que quero é participar na discussão à volta da avaliação do desempenho dos professores. Considero, para além da atmosfera monstruosa que o modelo encerra, que o primeiro constrangimento desloca-se para a alteração no estatuto da carreira docente que conduziu à divisão dos professores em titulares e não titulares.

E o texto continua, isto é só a entrada…