Hoje ouvi falar de duas, qualquer delas incompatível com a legislação aplicável, de que eu agora me tornei acérimo e atento arauto:

  • Aulas assistidas apenas nos primeiros 15 minutos, para não sobrecarregar os avaliadores de tédio.
  • Reuniões colectivas para definição dos objectivos individuais, para poupar tempinho.

Qualquer das ideias é interessante como forma de tornar o sistema de avaliação exequível e vagamente suportável. As duas medidas são agradáveis para todos os envolvidos e a segunda até aumenta a transparência do processo de definição dos objectivos.

Mas não é isso que vem no decretozinho, portanto… pode dar origem a impugnações por parte de pessoas mais pressurosas dos formalismos em vigor. Aliás, nem percebo como um adesivo sincero poderá pensar em subverter desta maneira o processo, só para encurtar trabalhos.