No Público (sem link permanente), em nota do enviado a Pequim já se escreve que:

Da desilusão quase total ao melhor resultado de sempre

Em apenas um dia, a missão portuguesa aos Jogos Olímpicos deste ano passou de uma enorme desilusão em quase toda a linha para um resultado que, embora abaixo dos objectivos definidos, formalmente é o melhor de sempre, atendendo à forma como o Comité Olímpico Internacional (COI) ordena os países no medalheiro, dando prioridade a quem tem mais medalhas de ouro, seguidas, em caso de empate, pelas medalhas de prata.

Já estão quase todos prontos para passar a esfregona por cima de tudo o mais graças ao salto de Nelson Évora. Ditosa pátria esta que, que assim fica salva.