O tema não é novo e já motivou prosas em diversos espaços de debate sobre Educação, nomeadamente no Inquietações Pedagógicas e no ProfAvaliação do Ramiro Marques, tendo estes textos depois sido citados em outros blogues.

Trata-se do estudo coordenado por João Freire para o Ministério da Educação, concluído em Dezembro de 2005, sobre a desejada reorganização da carreira docente. Apesar de algumas promessas de divulgação e mesmo publicação, a boa verdade é que pouca gente ainda o terá visto, excepto alguns afortunados e, a pouco e pouco, alguns amigos (e amigos de amigos) desses afortunados.

Finalmente, após o conhecimento parcial de alguns excertos, vou ter finalmente acesso a um exemplar inteirinho desse estudo que Maria de Lurdes Rodrigues diligentemente encomendou ao seu antigo mentor e orientador de tese de mestrado.

O estudo é tanto mais interessante quanto, para além do que lá se escreve e revela sobre a arqueologia do novo ECD, significa de cambalhota ideológica do seu autor e da autora da encomenda. Claro que só os burros não mudam de ideias, mas também diz a sabedoria popular que asno não muito jovem tem dificuldade em assimilar novas linguagens, pelo que…

O assunto, até pelo seu particular interesse, merecerá a devida atenção durante a próxima semana.