… que revejo o meu velho amigo naquilo que mais o faz mover na vida, colocar-se em biquinhos de pés ou acomodar-se aos cadeirões do poder. Entretanto parece que, ao que consta por aí, foi aconselhado a não me processar. Faz bem, que os dinheiros das organizações não devem servir os interesses particulares dos seus representantes. Quanto à pretensão que está expressa no ponto 2 deste documento até quase que a acho razoável.

E, sinceramente, espero que o ME aprove tudo o que decorra deste Plano de Actividades, para que os subsídios não faltem e a Confap possa continuar a não temer a «controvérsia, dialéctica e debate» e, pelos vistos, igualmente a redundância.

Mas vou ser justo: há muito boa e mesmo excelente gente no MAP e na própria Confap. Só é pena que, na ausência de um regime de quotas, que promova a progressão com base em critérios meritocráticos, qualquer um possa chegar a general e lá ficar estacionado com o apoio de uma diminuta parte dos Pais e Encarregados de Educação deste país.