Aqui no site da IGE. Se a celeridade da denúncia de situações incorrectas não é um mal em si, o que aflige qualquer um de nós é que todas as ressalvas vão para os dados dos denunciantes e parecem-me nulas as precauções quanto à credibilidade das queixas apresentadas.

De certa forma, isto faz lembrar um bocado o sistema do velho Santo Ofício para denunciar os reais ou pretensos cripto-judeus nos séculos XVI a XVIII. Só falta mesmo garantirem ao denunciante uma recompensa material a partir dos bens do denunciado, acaso este venha a ser condenado e imolado pelo fogo purificador em praça pública.