Última hipótese de acordo após dois meses de recuos

Há quem diga que é a última oportunidade para o diálogo – hoje, o Ministério da Educação e dirigentes sindicais voltam a sentar-se à mesma mesa para discutir a avaliação de professores, depois de 100 mil docentes terem participado na Marcha da Indignação, sábado passado.

A escolha do título da notícias suscita o engano, mas a questão essencial é perceber quantos e quais são aqueles a quem interessa que não exista uma aproximação entre as partes.

E a resposta é menos simples do que pode parecer à primeira vista.

Mesmo se não sou dos maiores apoiantes de consensos artificiais.