Maioria das escolas pede adiamento do processo

“A maior parte das escolas afirma não estar em condições de avançar”, disse o presidente do Conselho das Escolas, Álvaro Almeida dos Santos.
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Segundo o responsável deste órgão consultivo do Ministério da Educação (ME), as “grandes dificuldades” sentidas pelas escolas e invocadas para justificar o pedido de adiamento prendem-se com “a falta de maturação dos instrumentos, a ausência de recomendações específicas do Conselho Científico [para a Avaliação de Professores] e a complexidade de todo o processo”.
Os problemas reportados levaram o CE a requerer à tutela uma reunião extraordinária, a realizar quarta-feira, na qual vai salientar “a necessidade de serem dadas condições para o desenvolvimento mais eficaz da avaliação”.
Em declarações à Lusa, também Mário Nogueira, secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), garantiu que “a grande maioria das escolas não está a avançar com o processo”.

E atrás do adiamento poderiam fazer o excelso favor de remendarem os equívocos do modelo?
Porque, repito, não é apenas um problema de calendário…

Mas ainda bem que o Conselho de Escolas dá esta hipótese ao ME para recuar, não recuando, e ser tolerante, tudo no âmbito do diálogo com «as Escolas».

Isto já contabiliza, com boa vontade, como «sinal positivo», caso seja aceite. Meio sinal, pelo menos…