A assembleia de escola tinha uma maioria de 50 por cento, à partida, de professores e não docentes. Por isso, para os pais e os autarcas tanto valia ir como não ir. (Albino Almeida, Público, 7 de Março de 2008, p. 10)

Toda a entrevista suscitaria uma leitura que uma sexta-feira plena de trabalho não permite neste momento.

Mas fico desde já a saber duas coisas:

  • 50% fazem uma maioria;
  • Quando não se está em maioria não vale a pena participar.

Se alguma coisa faltasse para demonstrar que há concepções de participação cívica diametralmente opostas às minhas, estas declarações são bem elucidativas. Pelos vistos a aposta é que, estando em minoria, os professores não apareçam no futuro Conselho Geral.

De qualquer modo, apesar da maioria de 50% poderia ser que alguns professores fossem susceptíveis ao encanto de caravelas douradas.