Artigos como este irão suceder-se nos próximos dias. A fundamentação é nula, o dichote descabido a regra. No caso deste opinador a sanha é tal que torna ridícula a sua posição. Como este agradeceríamos alguns mais, pois equivale a algo como um elogio de Valentim Loureiro.

Ao que parece soaram algumas sinetas de alarme, que rapidamente se transformaram em sugestões para que na comunicação social a «janela» de que os professores estão a dispor na sua luta actual se estreite e, em contrapartida, se alargue uma «vaga» em favor da «coragem» e «determinação» da política reformista do Ministério da Educação.

Em contrapartida, irá ser lançada lama, de forma mais ou menos encoberta sobre alguns protagonistas da contestação, sejam eles quem forem, os tradicionais ou outros, individuais ou colectivos.

Não interessa a análise atenta dos dados, apenas interessa provocar, ofender, disparar sobre os pofessores. Traumas antigos ou conveniências presentes, explicam muita coisa. Contra isso há sempre que manter a postura intrínseca à generalidade da classe docente.

O ridículo e a pura e simples má-educação devem estar sempre do «outro lado».