Numa primeira leitura, bastante na transversal, parece-me um parecer razoavelmente articulado e com a sua dose de coragem (quem quiser tem aqui o ficheiro: parecer-ce.pdf).

Será que o Ministério da Educação, que promoveu a criação de do Conselho de Escolas irá apelidar a posição de corporativa ou, como em relação à Fenprof, recusará qualquer hipótese de diálogo?