Era muito parvo, mas já se espera tudo pelo que até seria de acreditar em mais um pontapé na autonomia das escolas e comunidades educativas decidirem em coisas simples como estas, se querem santo patrono celestial, mártir ou simples personalidade histórica insigne, para não falar em político local de ego inchado (para quando a escola Fátima felgueiras ou Valentim Loureiro, que o Avelino Ferreira Torres já tem campo de futebol?):

Escolas sem nomes santos

Na nova nomenclatura das escolas portuguesas desaparecem as referências religiosas, por determinação do Ministério
As escolas Básicas e Secundárias vão deixar de ter santos ou santas na denominação oficial. A indicação partiu do Ministério da Educação, no âmbito da aplicação do Decreto de Lei n.º 299/2007, da Lei de Bases do Sistema Educativo.

Mas afinal, parece que é tudo falso, mentira, má leitura, etc:

Governo desmente ter dado indicações para retirar nomes católicos

O Ministério da Educação fez esta quarta-feira um desmentido à notícia segundo a qual o Governo teria dado indicação para que fossem retirados os nomes de santos das escolas.

O comunicado remete para o Decreto-Lei n.º 299/2007 que define as regras para a denominação dos estabelecimentos de ensino. No decreto-lei está estipulado que «é necessário criar designações e denominações com que as comunidades educativas se identifiquem».

E ao que parece o jornalista Secundino Cunha entrou na lista negra do ME.

sa.jpg