No seu editorial de hoje, José Manuel Fernandes dedica-se a abordar a questão da gestão das escolas. Li de passagem o texto e não tenho cópia em papel do exemplar (alguém que tenha possibilidade de aceder ao texto completo, agradeço que me a envie), mas retive o essencial:

A ideia entrevista nas declarações de Sócrates, que JMF deve associar às soluções «liberais» e de “envolvimento das comunidades», parece ser acolhida com agrado, chegando-se mesmo a alvitrar que se deveria ir mais além na área da «gestão».

No entanto, detectam-se fissuras nas posições dos defensores teóricos desta solução – que ainda não conhecemos – assim como JMF percebe que a LBSE em vigor esteve na base do veto aplicado por Sampaio (com palmas entusiasmadas do PS) ao projecto de revisão da Lei de Bases que David Justino apresentara e que contemplava soluções próximas destas.

Paternal, JMF recomenda que os actores políticos se entendam a este respeito e colmatem as brechas nas suas posições e linhas de argumentos.

Eu cá, acho que não estão em condições de o fazer. Mas cá estaremos para saber…

Entretanto, sobre o mesmo assunto, João Miranda escreve umas coisas no Diário de Notícias, sem grande conhecimento dos factos e caracterizando a traço muito grosso, para ridicularizar, a situação existente. A falta de capacidade analítica é tal, a carência de conhecimentos é de tal dimensão qu, aplicando a lógica dele, os accionistas da empresa detentora do DN deveriam pedir de volta o dinheiro que foi pago a JM por esta crónica.