When insults had class

It’s stating the obvious to say that the worst thing about the internet is the horde of morons that populate it (present company excluded, of course). I will admit to antagonising these sad excuses for human beings for my own amusement in the past. What can I say? As a kid I used to stir up ant’s nests.

But no more. I’m done with these losers. I refuse to even acknowledge their pathetic attempts at insults until they make a decent effort. They may never reach the standard of the classics listed below but I’m not going to indulge people who don’t even try. (o post continua com citações de excelentes insultos, de Churchill a Billy Wilder)

Há uns meses dei com este texto num blogue até então desconhecido e guardei o link como quem guarda algo que sabe lhe virá a fazer falta num futuro mais ou menos próximo.

Perante a actual investida pouco esforçada de um comentador ou outro mais abespinhado comigo, só posso reiterar o que o autor (Mr. Angry) deste texto declarou com tanta clareza: longe vai o tempo em que uma discussão, polémica ou simples insulto tinham alguma qualidade literária, estilística ou mesmo imaginativa. É por isso que, pretensioso ou não, procuro não voar tão rasteirinho como outros gostariam que fizesse, para os poder acompanhar. Chamem-me preconceituoso, sei lá, mas enquanto assim se mantiverem, apenas me divertem e se ridicularizam a si mesmos.

OK, Henrique?