As razões da nossa ligação à escola são, portanto, antes de mais razões pessoais com origem na nossa própria experiência: sabemos que a actividade intelectual é uma via de enriquecimento pessoal insubstituível. Sabemos igualmente que esta via não se abre sem esforço e sem dificuldades, e que todas as crianças, especialmente aquelas que são oriundas de famílias sem instrução, precisam de encontrar professores dedicados e exigentes, capazes de lhes dar a provar, e de partilhar com elas, o prazer dos verdadeiros alimentos intelectuais. (AA.VV, Eduquês: Um flagelo sem fronteiras, 2007, p. 28)

A obra é resultante do movimento despoletado em França por Laurent Lafforgue e merece leitura pois os seus autores são grandes figuras da ciência, mesmo se o título em português é de molde a provocar rejeições epidérmicas em algumas sensibilidades.

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