Recebo este mail da DGRHE e sinto-me (quase) importante:

Ex.mo Senhor/Senhora

No âmbito do procedimento do concurso para acesso à categoria de professor titular, esclarece-se o seguinte:
 1. O prazo de candidaturas decorreu entre 4 e 11 de Junho.
 2. A comissão de certificação procede à validação dos dados de cada candidatura, no período compreendido entre 12 e 25 de Junho, nos termos dos n.ºs 1 e 2 do art. 15.º do Decreto-Lei n.º 200/2007, de 22/05.
 3. De 26 a 28 de Junho, decorre um período de aperfeiçoamento da candidatura.
 4. Os candidatos, nesses três dias, têm acesso à sua candidatura, podendo alterar dados, validados ou não validados pela comissão de certificação, tendo em conta os elementos constantes nos respectivos processos individuais.
 5. No período de 29 de Junho a 5 de Julho, a comissão procede à certificação desses dados, conforme solicitação dos candidatos.
 6. Posteriormente, serão divulgadas as listas dos candidatos admitidos e excluídos.
 7. Após análise das participações dos docentes excluídos, o júri elabora a lista final dos admitidos e procede à selecção e ordenação dos candidatos.
 8. O Presidente do Conselho Executivo e o Director do Centro de Formação da Associação de Escolas, enquanto elementos do júri, mais próximos dos candidatos e das comissões de certificação, deverão acompanhar todos os procedimentos do concurso.

Com os melhores cumprimentos,

A DGRHE – Direcção Geral dos Recursos Humanos da Educação

A minha felicidade só não é completa, mas apenas quase, porque descobri que os candidatos são primeiros seleccionados e depois ordenados, mas isto já depois de ter sido elaborada a lista final de admitidos. Eu costumo fazer esssas operações ao contrário – primeiro ordeno e depois selecciono, sendo que a selecção até decorre normalmente da ordenação – mas, convenhamos, sou de História, ciência pouco exacta e posso estar a ver mal a coisa. Picuinhices de quem passou um dia incrivelmente acidentado e desagradável.

Mas também gostava de saber como é que se vai resolver a questão da presença ou substituição do DRE competente em cada júri de concurso. Porque afinal, sempre é ele(a) o(a) Plesidente do orgão.