Eis o comunicado da DREN em que se queixa das injustiças que a comunicação lhe reservou este fim de semana. Não vou tomar partido, porque nestes ambientes quando há zanga, a roupa suja sai de todas as cestas às mãos-cheias.

Assinalo apenas o detalhe de, apesar do processo disciplinar estar ainda em curso, a DREN dar por adquirido que foi proferido um insulto, o que coloca um bocadinho em causa a alegada imparcialidade do tal processo (notar pontos 3 e 5). E já agora a dúvida sobre os prazos legais para se concluir um processo disciplinar que consistirá na recolha de uma meia-dúzia de depoimentos e a realização de uma eventual acareação.

Por fim, não deixa de ser interessante que no ponto 2 o Presidente de Câmara de Vieira do Minho surgir como um aparente perigoso instigador da violência sobre sub-directores da DREN. Sei que são terras próximas das tradições da Maria da Fonte, mas não será exagerar um bocadinho na argumentação?

Vou agora reler o Como desmentir um desmentido do Umberto Eco, para tentar perceber onde e quando isto vai parar.