Como não sei se me posso pronunciar oficial e publicamente sob o assunto, não me vá cair algum Director-Geral em cima, apenas incitaria a comunicação social e os interessados a inquirirem sobre a forma como está a decorrer o processo de tratamento e deslocação das provas de aferição, assim como o processo paralelo – dizem que informático – de produção das listas de professores classificadores. Pelo menos aqui pela região da Grande Lisboa, que é por onde ando e melhor conheço. E mesmo ao nível dos supervisores,s eria interessante saber até que ponto tudo está a correr bem.

Por outro lado, e como se diz que as provas de aferição servirão para aferir/avaliar o «sistema educativo», eu gostaria de sugerir que a forma como está a decorrer a logística posterior à realização das ditas provas sirva para a aferição/avaliação das capacidades organizativas dos ME e, muito em particular, da articulação entre o Júri Nacional de Exames e o Gabinete de Avaliação Educacional.

Porque ou há Democracia ou somos todos aferidos/avaliados. Mais ou menos imediatamente.

E acho que mais não devo dizer, a bem do decoro e da reserva que o meu estatuto de professor-corrector implica, porque poder até poderia.