Pelo menos foi o que me constou das sessões contínuas de powerpoint na Faculdade de Farmácia em Lisboa para as hordas de Presidentes de Assembleias de Escolas da região, futuros certificadores das candidaturas a titulares.

Parece que, apesar das letrinhas não serem muito legíveis e a clareza da exposição algo limitada, que é para estar tudo mais ou menos pronto no fim de Julho e que a 3 de Setembro querem as coisas todas preparadas para os titulares tomarem conta das escolas. Eu não vou ser hipócrita, desde que me deixem (o meu descongelamento tem efeitos a partir do passado dia 16 de Anril) vou concorrer e depois quero ver o que acontece. Pelo menos, do índice 245 só me arrancam à força. Só o registo final da tese e o diploma do doutoramente foram mais de 500 euros que demoram uma ano a recuperar.

E sempre é mais fácil roer a casca a partir de dentro do que bicar a partir de fora e antes eu que outro(a), porque pelo menos eu sei ao que irei (se me deixarem). E não devo estar sozinho porque parece que já houve até este momento (19.30, dia 21) quase 180.000 testes e eu nem tentei.

Resta saber como é que a operacionalização disto vai acontecer, pois hoje é véspera da prova de aferição de Língua Portuguesa e ainda não se sabe quem serão os correctores.

E ainda falta sabermos o mais importante, o número de vagas que irão ser abertas, em especial para o segundo concurso, o dos antigos 8º e 9º escalões. Esses números é que vão ser muito interessantes de conhecer.