Perante a escassez de candidatos ao prémio de Professor do Ano – só falta anunciarem uma gala para a sua atribuição com a presentação do José Carlos Malato e a Catarina Furtado para entrarmos na verdadeira dimensão da ideia – e da pressão da ME sobre os Conselhos Executivos para que “apareçam” candidatos, surgem-me relatos da deslocalização da pressão para os próprios docentes, com estímulos a candidaturas. Em alguns casos, até se formam comissões e se ensaiam abaixo-assinados para que certos e determinados docentes sejam candidatos, queiram ou não. E nem é bom elaborar demasiado sobre os critérios da selecção.