Graças a uma indicação do António Ferrão, tive conhecimento desta síntese em formato como que de diapositivos das ideias de Greg Alleman que se adequam de forma perfeita ao que antes aqui se escreveu sobre a diferença entre fazer reuniões e trabalhar em equipa, pois uma coisa é um grupo, outra é uma equipa.

Nem de propósito, a citação que antecede o texto em causa também me é especialment agradável e é bem elucidativa  de algumas diferenças básicas entre duas posições que por vezes se degladiam em disputas mais ou mensos acres ou apenas animadas entre os que defendem a racionalidade do fazer bem e aqueles que pretendem antes a utilidade de fazer o que está certo.  Mais do que concepções concorrentes, encontramos aqui planos diversos de abordagem da gestão dos recursos humanos: de um lado a lógica da competitividade, do outro um princípio fundamentalmente de ética social, para não me estender para a moral.

Muitas vezes os primeiros não conseguem alcançar o sentido dos objectivos e acção dos segundos, embora se considerem a si próprios líderes. O problema é que confundem liderança com autoridade (por vezes, ainda pior, com autoritarismo e discricionariedade) e, mesmo se a segunda pode ser parte importante da primeira, está longe de ser suficiente.