… ou então é apenas a EDP que gosta de pregar destas partidas. Estava eu a aventurar-me em texto erudito e documentado sobre o estatuto profissional e social da profissão docente quando se vai a luz e com ela todo o trabalho.

Enfim, para desenvolvimento futuro ficam aqui alguns dos materiais: para os mais liberais um relatório sobre a situação da Educação na California em 2005, onde aparentemente o problema é a falta de preparação dos docentes em exercício; um outro, recente e excelente, sobre a evolução do estatuto social dos professores nas últimas quatro décadas na Inglaterra, no qual a partir da p. 54 se desenvolve uma análise muito interessante sobre o seu declínio e a sua comparação com outras profissões; adicionalmente, a entrada para três relatórios americanos sobre a educação pública e privada na transição do milénio.

Por fim, os dados sobre a situação na Europa e, por um acaso, aqueles relacionados com a divisão de competências entre o Poder Central e os poderes locais, autárquicos ou a nível de Escola. Ora não é que, de acordo com a tabela que acima se exibe, afinal o centralismo parece ser a regra e a tal ideia de deslocar as competências para a esfera local é uma excepção, mesmo em países de dimensão bem maior do que a nossa e com níveis de sucesso escolar bem melhores?

E esta, hein?