E depois querem-nos fazer acreditar na autonomia das Escolas?

Brincamos, não? Praticamente só falta dizer em que cores e tamanhos os horários devem sair das impressoras (e já agora em que modelos).

E o mais giro nisto tudo é que parece que tudo tem andado a ser cozinhado com alguns “eleitos”, chamados para reuniões de elite. Não é por acaso que não se toca em nenhum privilégio dos membros dos órgãos executivos das Escolas, excepção feita aos do 1º ciclo.

Alguém tem que ser aliciado para colaborar, pois só assim será possível colocar a máquina trituradora a rolar. Claro que há quem tenha bom senso e há sempre aquele prontos a estender a patinha e a latir para receberem festinhas no toutiço e um osso novo para roerem.

Paulo Guinote