Fui forçado hoje a assistir a uns dois terços da festa de final de ano do jardim de infância da minha filha, instituição privada, que se pretende afirmar com pergaminhos e clientela selecta.

Raramente – talvez só na festa do ano passado – tenha assistido a tanta labreguice (esta palavra existirá?) junta, em forma de feira de vaidades.

O efeito embrutecedor sobre um espírito humano médio e que se quer moderadamente normal foi violento, pelo que só em breve devo voltar a tão traumatizantes experiência que me provou à saciedade ser bestial (na derivação literal de produzido por “besta”) a ideia peregrina de colocar encarregados de educação como estes a avaliar docentes.

Enfim.

Paulo Guinote