Em 1975, em plena (e algo anárquica) explosão democratizante da Educação em Portugal, não apenas em números, mas igualmente em métodos pedagógicos, algumas publicações surgiam a tentar colocar-nos a par com o que então se fazia lá por fora, neste caso com a benção da Unesco, organização com melhores intenções que resultados. Mas isso é outra conversa.

Neste caso, o nº 0 de Perspectivas, revista que prometia vir a ser trimestral e que compilava alguns dos que se consideravam ser os melhores artigos dos anos anteriores. Entre eles, um sempre actual "Os professores culpados ou vítimas da crise da educação?" de Pierre Furter, professor na Universidade de Genebra (pp. 45-53).

Paulo Guinote