Vai-te Catar


É de espantar tamanha ingenuidade em quem chegou a PM no nosso país, para mais ao colo de um Relvas que, por sua vez, andou ao colo de tanta outra gente que, ao que parece, só agora se percebe que…

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Visão, 21 de Agosto de 2014

Isto não é ser sério, é ser hipócrita e querer fazer-nos passar por parvos.

Ser sério, como em tempos ouvi a alguém, é conhecer o que há de mal e não recear falar, pois isso é essencial para que o país mude a sério.

Porque a coerência fica para os outros e para a perdigotagem com muitos decibéis.

Marinho Pinto: Salário de eurodeputado é ‘vergonhoso’, mas ‘sou pobre, preciso do dinheiro’

Desde que, dependurado, viabilize uma qualquer solução governamental será devidamente acolhido no seio de todos aqueles que, como ele, denunciaram tudo e mais alguma coisa até lhes acenarem com um lugarzinho bom em Londres ou Paris.

… mas neste caso aceito.

Passos pede aos portugueses que condenem demagogia

A parte da “agenda populista e demagógica” é uma refrescante admissão de culpa em relação ao que o Pedro e o Paulo têm feito recentemente…

Quem dizia que ele não é capaz de admitir os seus próprios defeitos?

Já está suficientemente slim para não ir ao ginásio?

Paulo Rangel. “O período dos verdadeiros sacrifícios acabou”

Agora vamos apenas bincáre!

Meu caro homínimo… o seu lugar está garantido, assim como a derrota da sua lista. Seria tempo para deixar de fazer este tipo de figuras… eu sei que o mundo da política é volátil… mas isto fica impresso e um dia atormenta-nos a consciência (se ela sobreviver, é claro…).

Durão Barroso não admite “ir de cavalo para burro”

Depois de 10 anos à frente da Comissão Europeia, e prestes a concluir esta etapa do seu percurso, muito se tem especulado sobre o futuro de Durão Barroso. O seu nome tem sido apontado para a corrida a Belém, todavia, essa hipótese estará completamente posta de parte, adianta o semanário Sol. Para onde irá, então? Ainda não resultou claro, mas fonte próxima garante que Barroso não admite “ir de cavalo para burro”.

Durão lembra “cultura de excelência” promovida nas escolas antes do 25 de Abril

(…)

Durão Barroso, que falava na cerimónia de entrega do donativo do prémio europeu Carlos V à CAIS e à Escola Secundária de Camões, em Lisboa, recuou ao tempo em que ele próprio estudava no então chamado Liceu Camões, onde beneficiou de “uma educação de exigência” numa “boa escola”.

“Estamos a falar de antes do 25 de Abril, de uma sociedade portuguesa que não conhecia ainda a liberdade, estamos a falar de uma escola pública (…) num período em que ainda não havia democracia e, no entanto, estou a dizer que foi uma boa escola”, frisou. Pois, continuou, embora algumas liberdades estivessem “cortadas” e se vivesse num regime ditatorial, “havia na escola uma cultura de mérito, de dedicação, de trabalho”.

“Penso que foi uma pena na evolução posterior não ter sido sempre possível conciliar a indispensável democratização do ensino com o mesmo nível de exigência”, acrescentou, considerando que apesar do nível de educação mais elevado que existe hoje e das “possibilidades imensas” que são oferecidas aos jovens perdeu-se alguma coisa em termos de “exigência, do rigor, da disciplina, do trabalho”.

O meu comentário é o seguinte:

Embora a liberdade blogosférica permita estas interacções indesejadas, eu preferia que o minúsculo vitorcunha se limitasse a emitir juízos animais sobre quem lhe é próximo e conseguisse distinguir uma brincadeira. Mas, como sabemos, o humor (mesmo que simplório) não está acessível a qualquer asno de duas patas.

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