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Caramba, pá, o governo não falha em tudo!

Emprego remunerado no nível mais baixo de há 16 anos

A economia portuguesa criou 36,3 mil empregos no segundo trimestre do ano, mas o número de empregos remunerados continuou a cair e atingiu no mesmo período o valor mais baixo dos últimos 16 anos e meio, segundo o INE.

XXI Colóquio da Secção Portuguesa da Afirse

EDUCAÇÃO, ECONOMIA E TERRITÓRIO:

O lugar da educação no desenvolvimento

30 e 31 de janeiro e 1 de fevereiro de 2014 |Instituto de Educação da Universidade de Lisboa

A secção portuguesa da AFIRSE vai realizar o seu XXI Colóquio e convida todos os interessados a participarem

Submissão de resumos até15 de setembro de 2013

APRESENTAÇÃO DO COLÓQUIO
Os trabalhos concretizar-se-ão através de conferências, sessões plenárias e ateliês. Nos ateliês, será privilegiada a partilha de resultados de trabalhos de investigação e o debate em torno desses resultados. Tal como em anos anteriores, este colóquio destina-se a todos os investigadores, professores, educadores e outros profissionais da educação e da formação, bem como aos estudantes que se preparam para a intervenção ou a investigação nestes domínios. Participarão no colóquio especialistas nacionais e estrangeiros, nomeadamente de países em que a AFIRSE está representada.

PROBLEMÁTICA
Educadores, investigadores, economistas, sociólogos, políticos e demais cientistas sociais reconhecem o papel da educação no progresso social, na criação de riqueza, na coesão e justiça sociais, na equidade. Este papel encontra-se indelevelmente ligado ao ambiente histórico e económico de cada contexto local, nacional, transnacional.
Sendo a educação fonte de riqueza pelas qualificações e oportunidades que produz, esta riqueza constitui-se como indispensável ao seu próprio desenvolvimento, distribuição e consumo justo. Aliás, o papel da educação nas sociedades exige a sua produção em qualidade mesmo em situações de crise económica pois uma colectividade não pode perder, para os tempos futuros, gerações qualificadas em consequência de uma qualquer crise. Há assim uma relação inevitável entre a educação e a economia, laço que se ajusta em cada momento e realidade social. Missão, objectivos e professores, ciclos e currículos, projetos e gestão, distribuição e financiamento são influenciados e fortemente regulados pelos contextos local, nacional e transnacional. Por outro lado, o desenvolvimento é considerado, hoje, uma construção largamente local. As comunidades são chamadas e incentivadas a prosseguirem projetos próprios, visando o desenvolvimento social e humano.
Ora, a educação tem um papel principal neste processo, fazendo sentido falar-se de projeto e de políticas educativas locais. Nestas circunstâncias, o debate que se propõe abriga todas as contribuições em torno da problemática proposta e constitui uma exigência natural. Nesse sentido, o debate far-se-á em função de cinco eixos temáticos que não são, todavia, exclusivos dado que, dificilmente se consegue cercear e limitar o pensamento.

RESUMOS E COMUNICAÇÕES
As comunicações deverão basear-se em trabalhos de investigação e respeitar os eixos temáticos do colóquio. Os resumos são submetidos online, em português e francês, não podem exceder 2500 carateres (incluindo espaços) e devem identificar de três a cinco palavras-chave.  O texto do resumo deve incluir a indicação do título da comunicação e referências aos objectivos, ao enquadramento teórico, à metodologia e às conclusões principais da investigação/estudo em causa.
Só serão aceites as propostas de comunicação que apresentem resumos nas duas línguas do colóquio, o português e o francês. No caso das comunicações colectivas, solicita-se a indicação do nome de um dos autores para eventuais contactos por parte da organização.

DATAS IMPORTANTES
Os resumos deverão ser enviados até ao dia 15 de setembro de 2013.
A aceitação será comunicada até ao dia 15 de novembro de 2013.
Os textos das comunicações, que não devem exceder 30 000 carateres (incluindo espaços) deverão ser enviados até ao dia 28 de fevereiro de 2014.

 Mais informações:www.ie.ul.pt

Antero19

(c) Antero Valério

O engraçado é que muita gente, ao longo dos anos, me exaltou sempre a maravilha espanhola, quando eu só via verdadeiro desenvolvimento na Catalunha… o resto eram botellons e ibizas

Por cá… não foi assim tão diferente…

Não, a PT do século XXI ainda não conseguiu instalar um telefone nos Jardins de Pedra; há dois anos que estudam o assunto, estão já mais versados do que os engenheiros sócrates.

Por vários motivos: não haver concorrência no estudo do assunto que é a PT ter que ir estudar com esta idade como é que se faz na Holanda.

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