Questões De Género


E andavam por aí preocupados com a mini-saia da assessora do nosso:

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s.f’s, adj’s ou a vaidosa.

———- Mensagem encaminhada ———-
De: DGIDC <dgidc@escolas.min-edu.pt>
Data: 8 de Novembro de 2012 15:51
Assunto: Guiões Educação Género e Cidadania
Para: todos@escolas.min-edu.pt

Exmo (a). Senhor (a) Diretor (a)
 
No quadro da educação para a cidadania e com o objetivo de apoiar as escolas e os docentes, foram publicados, pela Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG), quatro Guiões de Educação Género e Cidadania. Estes materiais foram validados pela Direção-Geral da Educação (DGE) do Ministério da Educação e Ciência, que verificou da sua adequação às orientações curriculares da educação pré-escolar e ao currículo do ensino básico.
Os Guiões destinam-se aos 1º, 2º e 3º ciclos do ensino básico e à educação pré-escolar e a  sua finalidade é a integração da dimensão de género no sistema educativo, ao nível das práticas educativas, bem como das dinâmicas organizacionais escolares, com vista à eliminação gradual dos estereótipos sociais de género que predefinem o que é suposto ser e fazer um rapaz e uma rapariga.
Pretende-se, assim, contribuir para tornar efetiva a educação para a cidadania, garantindo que rapazes e raparigas se vejam entre si como iguais no exercício dos direitos, em todas as dimensões da vida, e que uns e outras usufruam de uma verdadeira liberdade de escolha dos percursos académicos e profissionais e dos projetos de vida.
Estes Guiões constituem instrumentos de apoio para docentes, e outros grupos profissionais de educação, de todas as áreas curriculares, disciplinares e não disciplinares, e de todos os tipos e/ou modalidades de ensino.
Produzidos por quatro equipas de especialistas em género, educação e formação de docentes, pertencentes a seis instituições de ensino superior, os quatro Guiões foram publicados em suporte livro no período entre 2010 e 2012 e distribuídos por 700 bibliotecas escolares (ainda está em curso a distribuição dos Guiões dos 1ºs e 2º ciclos). Encontram-se igualmente disponibilizados em linha, no sítio web da CIG, em  http://www.cig.gov.pt/ ou da DGE, em http://www.dgidc.min-edu.pt/educacaocidadania/index.php?s=directorio&pid=76
A DGE e a CIG pretendem, no decurso deste ano letivo, monitorizar a aplicação dos referidos Guiões através de um questionário a preencher on line pelas escolas, em dois momentos distintos, novembro 2012 e março 2013, com o objetivo de obter informação, o mais rigorosa possível, sobre o trabalho já realizado pelas escolas no âmbito da problemática do Género e Cidadania e avaliar a amplitude da utilização dos Guiões de Educação Género e Cidadania, bem como do seu impacto nas respetivas escolas.
De modo a reforçar a utilização dos Guiões pelos docentes nas suas práticas pedagógicas, a DGE propõe-se ainda organizar, em 2013, oficinas de formação descentralizadas em cada uma das áreas geográficas das cinco Direções Regionais de Educação, destinadas a docentes do pré-escolar e dos três ciclos do ensino básico do mesmo agrupamento de escolas.
Com os melhores cumprimentos,
 
Lisboa,  8 de novembro de 2012
 
                                                                       O Subdiretor-Geral
 
                                                                          Luís Filipe Santos

Ou quarta… pelo menos alguém da facção LGBT (e simpatizantes), caramba!

Louçã sugere BE dirigido por um homem e uma mulher

Agora é esperar pelos pruridos habituais e as ofensas do costume por parte dos (in)tolerantes do costume…

Eu gosto pessoal e politicamente do João Semedo, mas percebo que não queiram alienar a malta das vigílias e tal…


MESTRADO EM ESTUDOS SOBRE AS MULHERES

Candidaturas 2012-2014


Informamos que está a decorrer,
até 18 de Junho, a candidatura ao 11º curso do Mestrado em Estudos sobre as Mulheres da Universidade Aberta.


Este mestrado,
pioneiro em Portugal, foi criado em 1994 e funciona, presentemente, em regime de e-learning. Aigualdade entre mulheres e homens constitui um dos grandes desafios internacionais, presente nos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM) da ONU. Este mestrado permite aprofundar a investigação neste domínio de estudos e desenvolver competências profissionais e de decisão para a implantação dePolíticas para a Igualdade que tenham em conta os aspectos relacionados com o género na vida social e cultural, em relação com outras desigualdades sociais.


O curso funciona totalmente em regime de e-learning, permitindo construir conhecimento e partilhar experiências numa
comunidade de aprendizagem diversificada e operando em diferentes contextos sociais e culturaisque esta modalidade de ensino oferece.


Todas as informações sobre o curso e documentação necessária para a candidatura podem ser consultadas em: http://www.univ-ab.pt/guiainformativo/detailcursos.php?curso=46.

Agradecemos divulgação.

As coordenadoras

Teresa Joaquim e Rosana Albuquerque
_________________________________

UNIVERSIDADE ABERTA
CAMPUS DO TAGUSPARK

Edifício Inovação I

2740-122 Porto Salvo (Oeiras)

Portugal

Nada de especialmente novo.

Investigação em 12 países revela que o apoio dos docentes é o que mais contribui para a motivação dos alunos. As raparigas são as que mais sentem o incentivo vindo de docentes, pais e colegas.

Não vou poder comparecer, apesar de autor de um dos artigos, que muito gozo me deu rever e agora ver finalmente em letra impressa, depois de originalmente escrito há mais de uma década.

É que já estarei em runiões preparatórias. Um dos meus desportos desfavoritos.

You can’t deny it. Gender studies is full of male-blaming bias

I studied the subject, and it avoids male issues and justifies attacks against men.

A Gentleman Never Arrives Empty-Handed

… de carlos castros nem de jornalismo “social”.

Agora que o frio se vai instalando, recordar os modelos de Verão para 1964 e 1980.

… não dá para disfarçar a alegria.

Pronto, Buli, a tua é a mais… Enquanto o Jacques pensa que…

 

Bom dia!
Publiquei recentemente um livro intitulado “País das Maravilhas – histórias do nosso quotidiano escolar contadas no feminino“, através da HM Editora (ver sinopse em baixo). O livro reúne quatro contos que procuram retratar situações do nosso quotidiano escolar, repleto de complexidades, ajudando a uma melhor compreensão do fenómeno da indisciplina no espaço escolar. Este é um tema que julgo ser bastante oportuno e (infelizmente) sempre actual. Atendendo ao peso que as vossas opiniões/informações assumem na vida pública e também na blogosfera, venho pedir a vossa ajuda na divulgação do livro (nos vossos blogs, se for essa a opção).
Para mais informações, ir a www.hmeditora.com.
.
Desde já agradeço,
.
Maria Helena Alho

Girls beat the boys under ‘nappy curriculum’ Early Years results

Girls are outperforming boys under the Early Years Foundation Stage curriculum, with figures out today showing the marked impact of gender, race and wealth on young children’s development.

New national data from assessments of more than a million children in England showed divisions in performance under what has been dubbed a “nappy curriculum” depending on the child’s background.

No espaço sobre Educação do jornal The Guardian.

Para além de fazer imensa falta a muita gente é o tema de diversos livros que o Livresco me enviou esta madrugada em formato pdf , um pouco por causa daquela problemática dos rapazes terem sido ultrapassados pelas raparigas no desempenho escolar.

Para além de ter sido tema parcial do meu doutoramento, o domínio da Educação pelo sexo (a palavra género também a uso, mas einfim, acho que é um bocadinho coiso, de quem elabora um pouco mais)  feminino é uma evidência há muito nos países mais desenvolvidos, sendo uma etapa já quase ultrapassada no caminho para um maior domínio das mulheres em todos os planos da sociedade.

Há meia dúzia de anos despertei uma fúria benevolente num encontro com temática feminista quando disse que as mulheres só não dominam o mundo porque demoram demasiado tempo a discutir o assunto em vez de agirem.

Vamos ser francos, os homens só têm a seu favor o poder físico, que a esperteza e inteligência está globalmente mais do lado das mulheres.

Isto não é resultado de um estudo socio-antropo-sociológico aprofundado, é apenas uma evidência empírica.

Mais logo voltarei, e certamente voltaremos, ao tema, numa perspectiva mais acutilante do que fracturante.

Também com uma década, um estudo de Diane Elson sobre a relação entre o género e o desenvolvimento económico, numa perspectiva da necessidade de elevar a educação feminina e o promover o acesso das mulheres ao mundo do trabalho (qualificado) como medida essencial para o desenvolvimento dos países mais pobres.

G e n d e r   a n d   e c o n o m i c   d e v e l o p m e n t

Introduction: women and development
It is well known that women are generally worse off than men in most countries, especially in the Third World. In addition to their income-generating activities (in cash and in kind), women’s household duties include caring for the children, the sick and elderly, house
maintenance, preparing food, and fetching firewood and water. Yet because of women’s more limited access to education and other opportunities, their productivity relative to their potential (and to men’s productivity) remains low. Improving women’s productivity can contribute to both economic growth, efficiency, and poverty reduction.
Investing in women (with respect to education, health, family planning, access to land, etc.) therefore not only directly reduces poverty, but also leads to higher productivity and a more efficient use of resources. It often produces significant social gains: lower fertility, better
household nutrition, and reduced infant, child, and maternal mortality. This payoff notwithstanding, the gender gap remains substantial in many countries. Girls’ school enrolment rates lag behind those of boys. Women’s life expectancies are often lower than men’s due to discrimination in food intake, despite natural advantages at birth.
Parents in developing countries are less likely to send their daughters to school than their sons: educational costs are higher for girls than for boys, and the expected benefits are lower. As a result, women are at a disadvantage in the labour market, giving rise to a vicious circle of low earnings and low investment in schooling. Women in developing countries also often lack access to family planning services, which in combination with low education can be lethal, as high maternal mortality rates show.

Porque o tema suscitou algumas animadas discussões em posts recentes, irei deixar por aqui alguns materiais que usei num passado não muito recente (final dos anos 90 a meados desta década) na investigação para alguns trabalhos sobre a Educação e a Mulher. Começo por um estudo, já com uma década, de Deon Filmer para o Banco Mundial

The Structure of Social Disparities in Education: Gender and Wealth

Wealth gaps in educational outcomes are large in many developing countries. While many societies do not have a gender gap, it is large in some, particularly in Western and Central Africa, North Africa, and South Asia. In some countries with a female disadvantage, household wealth interacts with gender to create an especially large disadvantage among the poor.

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