Ponto Da Situação


… aquela da colocação ao minuto.

Há quem esteja à espera (escolas e concorrentes) e nada…

… ainda não receberam qualquer tipo de comunicação em relação ao seu pedido de rescisão, seja a comunicação do deferimento, seja a do indeferimento, através da direcção.

Quanto a quem recebeu o indeferimento,amanhã disponibilizarei duas minutas para requerimentos, que me foram enviadas pelo comentador Gato Preto, destinados a pedir informação detalhada sobre os dundamentos da decisão tomada.

Divulgo o mail e respectivos anexos, com autorização do colega.

 

Há uns tempos atrás relatei a minha situação relativamente a todo o processo da PACC por mim vivido em dezembro passado aquando da 1ª prova e em julho aquando da minha não chamada a fim de realizar finalmente a dita prova.

Como resultado de todas as minhas exposições, eis que finalmente alguém me deu ouvidos e a mais alguns colegas.
Desta forma seguem em anexo dois documentos dirigidos ao JNP a fim de esclarecer todas as situações.

Numa dessas minhas exposições feita desta vez à Sra Diretora do Agrupamento de Escolas de Alvalade, esta respondeu-me da seguinte forma:

Exmo Sr Candidato

Relativamente à exposição elaborada por V. EXª, cumpre-me informar o seguinte:
· No dia 18 de dezembro a realização da PACC no Agrupamento de Escolas de Alvalade ocorreu com incidentes vários, criados por alguns candidatos em algumas salas;
· Durante a realização da prova fui disso dando conta telefonicamente, quer à Sra Presidente do Júri da Prova, quer ao Senhor Delegado Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo e ainda ao Senhor Diretor dos Estabelecimentos Escolares;
· A realização da prova foi sempre acompanhada por uma Inspetora da IGEC;
· Depois de terminada a prova enviei relatório detalhado de todas as ocorrências verificadas à Sra Presidente do JNP, bem como todas as provas que foram entregues pelos candidatos;
· Não procedi à anulação de qualquer prova dado que houve candidatos que alegaram não ter condições para resolver a prova, enquanto outros a realizaram na totalidade;
· Coloquei à consideração da Sra Presidente do JNP a decisão a tomar pois considerei que essa decisão tinha que estar em consonância com outras situações idênticas ocorridas no país;
· Não tive conhecimento das decisões tomadas.

Dou conhecimento à Sra Presidente do JNP do conteúdo deste email, bem como da sua exposição.
Com os melhores cumprimentos

Apesar de como diz a sra diretora haver colegas que realizaram a prova na sua totalidade, o que não foi o meu caso pois a sala onde estava foi invadida, e não foi por quem estava a realizar as provas, gostaria de saber se mesmo esses se sentiram em condições de a fazer.

Atendendo a toda a informação na posse do JNP é de lamentar que não tenha havido ainda uma resposta para todos estes casos.

Cordialmente,

André V.

Anexos: 4823-14-of.JNP-1, Oficio nº 9852.

Ao contrário do que eu cheguei aqui a escrever, parece que o desgoverno apostou no disparate, não se percebe se apenas para desmentir notícias e fugas de informação.

Esta decisão é perfeitamente ilógica para quem abriu um processo de rescisões com grande pompa e decidiu alargar o prazo para conseguir mais adesões, pois era uma medida destinada a fazer poupanças e adequar melhor os meios humanos às necessidades.

Se dos 1889 deferimentos, cerca de 300 ou 500 não forem aceites, qual é o sentido de encerrar o processo?

Quanto ao programa de rescisões, o prazo para os 1771 professores notificados pela tutela darem a resposta final terminou ontem. Casanova Almeida não adiantou números, mas sublinhou que o processo está fechado e que os 1717 docentes não notificados não terão possibilidade de rescindir. “Para todos os outros que não receberam comunicação os pedidos não foram deferidos e o processo está encerrado. E não está em cima da mesa a abertura de um novo prazo para rescisões”.

De qualquer modo, continuo a dizer que existem 1771 potenciais requerimentos para acesso à informação que fundamentou os deferimentos e, a seguir, 1771 potenciais impugnações do processo.

Que as coisas andem como aqui nos são relatadas.

Não se percebe se é birra, se é outra coisa.

Sentido de serviço público, não é, certamente e desacredita todo e qualquer novo processo de rescisões em decurso com outros corpos de técnicos do Estado.

Rescisões de professores

Programa de rescisões por mútuo acordo para professores. Estatística em tempo real sobre os dados dos pedidos deferidos, com o objectivo de identificar os critérios aplicados.

Já sabemos que o conceito de “normalidade” desta equipa ministerial é especialmente flexível.

Governo garante que arranque do ano letivo vai decorrer com normalidade no ensino especial

Ministério da Educação garante que nenhum aluno com necessidades educativas especiais vai ficar sem apoio

E depois há aquela coisa deliciosa de, na letra da lei, as NEE serem necessariamente permanentes, mas o SE Grancho dizer isto:

Em entrevista à rádio pública, João Grancho admite que caso as necessidades educativas sejam temporárias os apoios passem também eles a ser temporários.

Eu até concordo com ele… o problema é que eles não mudaram a legislação que diz o contrário.

Página seguinte »

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 943 outros seguidores