O Sol Quando Nasce…


 

procuro veterinária simbolista com atracção pelo abismo

 

 

… porque assim nada se espera del@s, nada se dá de complicado a fazer e o que se dá, quando é mal feito, tem sempre desculpa.

O chato mesmo é alguém passar por saber fazer alguma coisa e não arranjar justificações da treta para fazer asneira atrás de asneira.

E não é que por vezes aquel@s lá de cima ainda levam com cargos honoríficos que é para elevarem a pobre da auto-estima e fazerem ainda menos do que antes?

Governo de Jardim acolhe autarcas derrotados

Ex-presidentes de Câmara, ex-vereadores, ex-adjuntos e ex-assessores autárquicos encontraram no Governo Regional um porto de abrigo. Na Madeira, as autárquicas de 29 de Setembro ditaram grandes mudanças. De repente, sete das 11 Câmaras passaram para a oposição.

Pelo continente parece que o destino dos que saíram é disputar um dos lugares dourados no Parlamento Europeu.

O tachismo, o cunhismo, o clientelismo, o nepotismo e a falta de vergonha na cara e no resto do corpo de que acusavam os anteriores Governos está de boa saúde com o actual.

Exp23Nov13

Expresso, 23 de Novembro de 2013

Este gajo, desculpem, senhor doutor PM gajo, aparvalhou de vez ou anda mesmo a chamar-nos estúpidos às claras?

Passos Coelho invoca “espírito de boa-fé negocial” para não aplicar taxa nas PPP

Deputado do PSD critica Crato por acabar com Inglês

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Inglês é «tempestade num copo de água», diz Nuno Crato

… sobre os que menos se podem defender.

Pub11set13

Público, 11 de Setembro de 2013

O governo agendou para as 20 horas uma conferência para explicar como parte dos seus (anteriores, actuais) membros,  dos seus apoios na banca e diversos especialistas e consultores de escritórios de advogados amigos, produziram um buraco financeiro só ultrapassado pelo do BPN, o qual, por sua vez, foi produzido em grande parte por alguns dos membros do governo do actual PR. Tudo com a conivência, pelo caminho, dos governantes do outro grande partido do arco da governação.

Aguardam-se as medidas de diminuição das prestações sociais e de contenção salarial essenciais para cobrir mais este buraco.

uroboros

Empresas públicas e gabinetes escapam aos cortes no Estado

Há que fazer sacrifícios, desde que nunca atinjam os boys and gaaarrrrls….

… eu vou descansar, porque estou farto de ver o meu escasso qi emagrecer com pedros, martas, atentos e zézés nacaminha.

Há os que levam cortes (a maralha), os que ficam na mesma e os que recebem mais 25%.

É da relevância da função do Big Father.

Confap2010

Confap2012

Excepção feita ao meu Spórtengue.

Maioria viabiliza proposta d’Os Verdes para subir salário de professores universitários

Poderia comentar, mas… ainda feria susceptibilidades, cutucava casos específcos e é verdade que não defendo a mediocridade (material ou ética) para toda a gente…

Relvas teve equivalência a cadeiras que não existiam

Crato quer “moralizar admissão de professores”

… que na profissão mai’linda do mundo há uma (über) profissão mai’lindona ou lindérrima do mundo e uma (sub) profissão mai’lindinha ou lindozeca do mundo.

João Bilhim, presidente da CReSAP não se compromete a ter os 800 concursos concluídos no final de 2013.

Não é para devolverem nada, apenas para expressar o meu ciúme social e, através do seu exenplo de vida, poder vir a ser como eles quando crescer.

Governo. 131 assessores receberam subsídio de férias já em 2012

Se fizerem o favor, basta o nome, o ministro empregador e a função exercida. Não preciso saber os quantitativos. Que façam bom proveito, como a mim faria.

Qual a diferença?

Miguel Relvas fez licenciatura num ano por causa do “currículo profissional”

O ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares Miguel Relvas fez em apenas um ano uma licenciatura que tem um plano de estudos de 36 cadeiras, distribuídas por três anos. Relvas requereu a admissão à Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (Lisboa) em Setembro de 2006. E concluiu a licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais em Outubro de 2007.

Dirigentes e funcionários do Estado nas Novas Oportunidades

(…)

Nuno Crato rejeita a exis­tên­cia de mais alu­nos a aban­do­nar o ensino supe­rior por falta de dinheiro, ape­sar dos já mui­tos avi­sos que lhe têm sido fei­tos. Agora foi a Asso­ci­a­ção Aca­dé­mica da Uni­ver­si­dade de Coim­bra que lhe pediu uma visita “ao ter­reno” para ver com olhos de S. Tomé, foi Jorge Sam­paio que acon­se­lhou uma rápida trans­fe­rên­cia de ver­bas para o auxí­lio ao estu­dan­tes, e foi a Igreja Cató­lica que avi­sou que, a con­ti­nuar assim, dou­tor só será o filho do Senhor Dou­tor. Entre­tanto, o que faz o governo? Arranja uma espé­cie de Novas Opor­tu­ni­da­des para 650 qua­dros do Estado, uns MBA a preço de saldo para a rapa­zi­ada apren­der umas coi­sas. Sim, leram bem: enquanto alu­nos aban­do­nam o ensino supe­rior por falta de dinheiro, os nos­sos que­ri­dos líde­res vão às aulas em três das melho­res uni­ver­si­da­des, apren­der coi­sas “exe­cu­ti­vas” a baixo custo. Uma espé­cie de caçada ao ele­fante branco.

Estado já perdeu cinco a[c]ções movidas por professores. Em consequência, poderá ter de indemnizar mais de 20 mil docentes.

‘bora lá?

Seja copy/paste ou barro atirado à parede, a verdade é que as nomeações com direito a todos os privilégios do Estado Magro continuam. Hoje outra. Não tenho os devidos conhecimentos para analisar relações familiares, mas há ali algo que me soa…

Será que aqui também se aplica o que vem hoje no Público acerca de outra nomeação divulgada pelos blogues?

Porque os funcionários dos gabinetes ministeriais têm os mesmos direitos que os funcionários públicos, este especialista sustenta que “no rigor jurídico não é necessário o despacho dizer que o nomeado tem direito aos subsídios”, pelo que a ressalva “poderá ser interpretada no sentido de que estes funcionários têm direitos que os outros funcionários não têm”. “Se o despacho no Diário da República não dissesse nada relativamente aos subsídios, o que se pressupunha era que, no fim do período de austeridade, estes funcionários retomavam o direito aos subsídios tal como os outros funcionários públicos. A forma como está redigido, levanta a suspeição”, interpreta Paulo Veiga Moura.

No mesmo sentido, e recusando fazer “processos de intenções”, Pacheco Amorim, professor de direito administrativo na Universidade do Porto, admite que a ressalva relativamente ao direito que estes funcionários têm aos subsídios de férias e de Natal possa ser “constitutiva de direitos”. “Se o direito aos subsídios está suspenso durante o programa de assistência económica por que é que isso não ficou ressalvado no próprio despacho?”, questiona, para considerar que essa solução “seria mais cautelosa e avisada”, até porque “havendo alguma dúvida essa seria desempatada no próprio despacho”. Nos termos em que este foi publicado, “estes funcionários podem, na sua legitimidade, contestar esse corte dos subsídios e esgrimir isso em tribunal”.

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