Lutas


ANVPC arranca amanhã para Bruxelas para ser recebida no Parlamento Europeu

… pois quando foi com a Educação Não-Superior não foi possível uma cobertura deste tipo durante muito tempo dos desmandos feitos e que agora passaram – de novo – para segunda linha perante.

Este país não é para cientistas?

Reunião com a SEEAE / MEC

Ou vai existir truque até lá?

Porque o que a lei determina não é bem isto…

Professores no quadro a partir do sexto contrato seguido

O ministro da Educação anunciou hoje que vai rever a legislação para que, a partir de 2015, os professores contratados para horários completos durante cinco anos seguidos ingressem diretamente nos quadros a partir do momento em que celebrem o sexto contrato.

A experiência ensinou que anúncios destes nem sempre se concretizam em realidade, até porque não se percebe porque não é já no ano de 2014-15 que as coisas se fazem.

Numa coisa espero estar de acordo: a entrada para os quadros ser automática e não depender de coisas extraordinárias.

Envio de novos dados à Comissão Europeia – Intimação da CE a Portugal

Vão-se conhecendo casos de não realização da prova.

  • No Agrupamento de Escolas de Ponte de Lima houve 100% de adesão à greve.
  • Em Setúbal no Agrupamento Barbosa do Bocage também não se está a fazer a prova.
  • No Porto, Gaia, Coimbra e Lisboa várias escolas onde apenas algumas salas estão a funcionar ou mesmo apenas uma.

Quem souber de mais casos, vá deixando o relato…

A vergonha maior é ver a polícia dentro das escolas e o MEC a insitir numa conversa da treta.

A vergonha menor é ver o João Dias da Silva com cara para prestar declarações por estes dias, sem ser mergulhado num barril com alcatrão e penas.

NaoAProva

MANIFESTO 18 DE DEZEMBRO – TODOS CONTRA A PROVA

É preciso derrotar esta prova fazendo a luta por inteiro. Marquemos forte presença à porta das escolas onde houver provas marcadas.

Crato sabe que a prova não prova nada e por isso brinca com ela e com os professores. Com medo da união, isentou uns para condenar outros. Tentou dividir para reinar. Se não acabarmos hoje com a prova, amanhã é ela que leva a todos.

Depois de lançar no desemprego professores formados nas instituições que tutela, Crato quer agora varrê-los da profissão. Não aceitamos esta humilhação. Estamos prontos para combater de frente o objectivo do governo da troika que é só um: despedir professores a torto e a direito, precários e efetivos.

Nuno Crato sabe que pode perder e que pode deixar de ser ministro. Para isso, é necessária toda a solidariedade e mobilização: de sindicalizados ou não, de todos os sindicatos e associações, de alunos, de mães e pais, de cidadãos e cidadãs. Todos juntos daremos corpo a esta greve. Os professores devem recusar qualquer serviço relacionado com a prova e renunciar à vigilância dos seus colegas.

Apelamos assim a toda a comunidade educativa e a todas as pessoas solidárias com os professores e com a escola pública para que compareçam em grande número no dia 18 de Dezembro nas escolas para onde a prova está marcada. Com determinação e união não vai haver prova para ninguém.

Albertina Pena, professora, Belandina Vaz, professora, Carlos Mendes, músico, Deolinda Martin, professora, Jacinto Lucas Pires, escritor, José Mário Branco, músico, Joana Manuel, atriz, João Salaviza, cineasta, Jaime Pinho, professor, José Luís Peixoto, escritor, Isabel Louçã, professora, Inês Tavares, estudante, Luísa Costa Gomes, escritora, Manuel Grilo, professor, Mário Nogueira, professor, Miguel Reis, professor, Mariana Gomes, estudante, Paulo Guinote, professor, Silvana Paulino, professora.

Olá car@s amigos,

Na próxima quarta-feira, dia 18, vai realizar-se a Prova de Avaliação de Conhecimentos e Competências (PACC).

Para sorte nossa, a nossa (e já vou em dois nossa seguidos) Escola (EB de Canidelo) foi escolhida como um dos “corredores da prova” para os nossos colegas. As outras são Teixeira Lopes, Canelas, Almeida Garrett, Oliveira do Douro, Sec. Valadares e a ESIC.

O exame realiza-se de manhã e é muito provável que todos (JI, EBI e EB23) sejam convocados para vigiar, logo, cada um de nós terá uma boa oportunidade de fazer a sua parte.

Creio, pelo que tenho sentido, que é absolutamente consensual (arrisco o unânime, mesmo sabendo que exagero) a recusa em vigiar a prova. Penso que teremos todos uma excelente oportunidade de fazer história porque vamos, estou certo, conseguir afirmar que a nossa profissão não se sujeita a este tipo de “brincadeiras” (poderia escrever algo pior, mas não quero ser mal educado).

Se quiserem saber mais sobre a PACC podem visitar este link: http://www.spn.pt/?aba=27&cat=207&mid=115

Deixo algumas informações práticas sobre a GREVE:

a.       Os colegas contratados pedem /exigem que cada um de nós faça a sua parte. Não os vamos prejudicar com a ausência. Seria a nossa presença a sua condenação. Falem com eles e vão sentir isso também.

b.      Não há serviços mínimos, logo, TODOS podemos aderir à Greve.

c.       A GREVE é apenas ao serviço da PACC, logo, tudo o resto continua a existir e é para ser feito.

d.      Aliás, com outro serviço nesse dia (reuniões), desconta apenas o tempo do exame (2t); Podemos, até ter reuniões de grupo nesse dia para planificar o 2º trimestre;

(…)

Professores protestaram frente à AR contra Crato e prova de avaliação

Docentes foram obrigados a sair das galerias do Parlamento. Na rua, professores pediram a demissão do executivo liderado por Passos Coelho.

Espero ter ouvido mal algumas das palavras de ordem no noticiário da TSF. A banalização de certos termos como “fascistas” não faz grande coisa pela causa…

Já no Parlamento, o PS rodopiou de forma estonteante, com alguém a pedir ao Governo que revogasse a prova criada pela tão amada ministra socialista Maria de Lurdes Rodrigues.

Com o PCP a acusar o PS de responsabilidade, já que a prova de acesso à carreira foi criada quando os socialistas governavam, Acácio Pinto, do grupo parlamentar do PS, disse que os socialistas estão contra a prova e contra a forma como o Governo tem gerido a questão.

O excelentíssimo senhor deputado até fez uma graçola com o termo irrevogável, o que me deixou agoniado até às lágrimas devido à profunda falta de decoro exibida na Casa da Democracia.

… porque a abertura do processo negocial pode trazer mais coisas atrás…

Fenprof diz que a prova de avaliação terá de ser adiada

Para alterar o regime de isenções, o Governo terá de alterar o Estatuto da Carreira Docente, o que por sua vez implica abrir um processo negocial, diz o líder da Fenprof. Mário Nogueira avisa que, se assim não for, apresentará queixa à Procuradoria-Geral da República.

… e vem a FNE e mete isto tudo à moda antiga… vende os princípios por 50% dos candidatos à prova, o MEC consegue ter forma de colocar a prova em prática e a Fenprof fica de mãos livres para assumir a radicalidade de uma luta que tem a configuração habitual: os “actores” fazem todos o seu papel e ganham de acordo com os seus objectivos.

Quem se lixa: a classe profissional dos professores que continua a ser tratada de forma indigna e instrumental.

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Eu sei… sendo injusta… se for para 20.000 é menor a injustiça do que se for para 40.000.

Mas então… e a questão de princípio?

Não era esta prova um ERRO CRATO?

Deixou de o ser?

Claro que acho muito mais simples que sejam os professores a recusar livremente embarcar na coisa do que serem impedidos de forma coerciva a fazer o que bem entendem, mas… fica a ideia.

Piquetes para derrotar a prova

Os professores têm vinte dias para organizar uma vitória contra a prova de Nuno Crato. Ela é possível. Derrotar a prova é derrubar Crato. Artigo de Miguel Reis e Belandina Vaz.

E é o do costume… meter toda a gente a acusar-se mutuamente e a engrossar a voz sem se olhar ao espelho.

Por ter sido partilhado directamente no meu mural do fbook, reproduzo aqui a recusa de uma colega (Luísa Magalhães) em participar nesta palhaçada, numa atitude de verdadeira coerência, mesmo se assim mantém as suas oportunidades menos em aberto, para citar um grande líder de manifestações, em tempos professor.

E pronto, não me inscrevi na dita prova para professores!!!!
E porque ainda há pessoal com espinha dorsal!
“Vá xinguem-me à vontade, principalmente quem é a favor daquela bela m*rda ou então quem vai fazer porque acredita que pagando, consegue uma colocação no próximo ano…pelo amor dedeus, ganhai juízo nessas cabecinhas e já agora ponham-nas a funcionar!!!

Fi-lo em consciência e se me vou arrepender futuramente ainda não o sei, mas logo vejo as opções que vão surgir…afinal, toda a minha vida tem sido feita disso mesmo…opções!!”

Agora reparem num dos comentários que lá apareceu e que me fez amarinhar pelas paredes:

os professores do quadro que alinharem nessa farsa esses sim é que devem ser “xingados”. Numa primeira fase deviam ser postos de quarentena e ninguém lhes falar, ninguém os ouvir em suma ostracizados. Podiam ser postos por exemplo numa gaiola para exibição futura em feiras e circos. Assim tipo porcos. A classe sempre andou por baixo mas agora pode bater no fundo.

Em primeiro lugar, este é o tipo de linguagem agressiva e trauliteira que faz muito pouco por qualquer solidariedade activa com a causa dos contratados, pois é do género ou fazes o que me dá jeito (a mim que me inscrevi e não tive a tomatina de não inscrever) ou és um porco fascista (estou a caricaturar, claro). Em segundo, quem poria nos tais professores colaboracionistas de quarentena? Os contratados aprovados, logo que (em 20120-2025) conseguirem mais umas vinculações extraordinárias? Em terceiro, esta postura é muito vulnerável ao contra-ataque dos professores do quadro que viram muitos contratados ir vigiar os exames dos alunos há poucos meses, alegando que estavam numa posição muito vulnerável para entrar numa luta (a das horas lectivas e não só) que não era deles, pois nem sequer beneficiam das reduções do artigo 79º.

O MEC já conseguiu o que é habitual. Em vez de uma oposição concertada, sem declarações disparatadas dos grandes líderes mal lhes metem a porcaria de um microfone à frente dos olhos e da boca, com multiplicação de mensagens públicas de luta enquanto em privado se admite que a coisa está muito difícil, acabamos por ter uma fragmentação desnecessária, com hesitações, detecção de potenciais bodes expiatórios e batida em retirada da própria consciência.

Claro que a mensagem deveria ser a da não inscrição e não a da convocatória para passeatas que têm pouco para correr bem por comparação a outras. Ou então uma estratégia de boicote claro – mas espera-se isso de gente que prima pela responsabilidade e fica satisfeita quando o governo elogia a sua contestação bem comportada? – através da dupla ou tripla inscrição por forma a termos 100.000 e3 não 40.000 candidatos à prova, tornando-a verdadeiramente impraticável, mesmo que os sindicatos tivessem de arcar com esses custos.

Se podem andar a comentar em blogues sob perfis falsos, também poderiam fazer isso, pois quem vem e veio aqui (e a outros blogues) só para tentar ofender e desestabilizar, daria o seu tempo por bem melhor aplicado se o dirigisse contra diz ser o Grande Malfeitor.

Mas isso implicaria a saída da zona de conforte e o assumir de uma estratégia de confronto aberto, mas a sério, não o das passeatas que já deram o que tinham a dar.

Se Crato e muitas das suas ideias vierem a cair, a médio prazo, será por serem manifestamente despropositadas e não por causa de cartazes de ocasião pela rua de São Bento abaixo, por muito legítima que seja essa forma de protesto. Mesmo se já vimos que não funciona sem ser para créditos na progressão na carreira de lutador-agora, autarca-depois ou coisa parecida.

Recomendar-se-ia que, perante sucessivos fracassos, se apostasse numa nova forma de fazer as coisas e se investisse em menos comunicados dos secretariados e mais em formas concretas e reais de boicotar a prova.

Se é que estão mesmo contra ela.

Porque com base nos elementos que disponho até à data, recolhidos por observação directa de todos nos últimos meses e anos: haverá sempre quem vigie boa parte ou a quase totalidade das provas (basta mandar fazê-la nas escolas onde os directores conseguiram que a greve às avaliações e exames quase não fizesse efeito) e haverá sempre quem ache que é bom a avaliar colegas, mesmo se nunca prestou provas de competência para isso.

E em vez de dizer, com utilidade nula, que devem ser tratados como porcos, a ostracizar e a mostrar em montras, deveria apostar-se em demonstrar como é a união voluntária que faz a verdadeira força.

Um último detalhe… se procuram um espaço onde se ecoem discursos oficiais de luta de forma acrítica e truncando os factos para esta se enquadrar na construção mítica da realidade, este não é o endereço certo.

Mário Nogueira: “Vamos invadir a Assembleia”

Mário Nogueira (Fenprof) apelou à presença massiva de professores no Parlamento quando diploma da prova for discutido, na próxima quinta-feira.

PROVA DE AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTOS E CAPACIDADES (PACC)

ABAIXO-ASSINADO

   O Governo e o Ministério da Educação e Ciência decidiram regulamentar e marcar a data da prova de avaliação de conhecimentos e competências para todos os colegas Professores que não pertencem aos quadros. Alguns docentes abrangidos por este processo possuem já vários anos de desempenho de funções docentes, durante os quais foram avaliados pelos sucessivos modelos de avaliação em vigor. Pelo nosso Agrupamento e pelas nossas Escolas passaram dezenas de Educadores e Professores que contribuíram com o seu profissionalismo para a aprendizagem dos nossos alunos. Um exame à sua competência é um atestado de incompetência.

Antes do quadro legislativo agora aplicado pelo atual Ministro da Educação e Ciência, não só a profissão de Professor exigia vários anos de formação académica superior, estágio profissional, antes da entrada na carreira, como ainda outro ano de período probatório, depois da entrada na mesma.

A prova de avaliação conhecimentos e capacidades constitui, em primeiro lugar, uma desautorização às instituições de ensino superior, promovendo um clima de desconfiança face à formação inicial por estas ministrado. Nesse caso, uma vez que o Ministério da Educação e Ciência regula todo o sistema de ensino – do pré-escolar ao ensino superior – deveria ativar os meios de monitorização à sua disposição e não recair sobre os Docentes. Estes, implicados neste processo, já percorreram e concluíram a etapa de formação inicial, durante o qual foram submetidos a processos de avaliação estabelecidos nos diferentes cursos, pelas diversas instituições de ensino superior e durante este período despenderam dos seus recursos aos vários níveis.

O que agora se preconiza é a obrigatoriedade de realização de uma prova de avaliação de conhecimentos e capacidades em duas partes, para todos os Professores que não fazem parte dos quadros do MEC, questionando objetivamente a qualidade do seu trabalho, realizado, em muitos casos, durante décadas, ao serviço da educação pública em Portugal e, assim, debilitando globalmente a imagem e o estatuto da profissão de Professor, junto dos alunos e dos cidadãos portugueses em geral.

Sob o lema “Todos Contra a Prova”, os abaixo assinados, professores dos quadros e contratados do MEC a lecionar e a frequentar formação no Agrupamento de Escolas de Campo, entenderam suspender as suas presenças na formação, até ver eliminada a referida prova, em solidariedade para com os colegas contratados, os principais visados. Consideramos esta deliberação governamental como profissionalmente inaceitável e indigna, não tendo qualquer enquadramento no Estatuto da Carreira Docente e a realização daquela em nada dignifica a escola pública e a função docente. Neste sentido entenderam estes Professores promover mais esta forma de luta, subscrevendo a classificação, proferida pela Associação Nacional dos Professores Contratados (ANVPC), de “absurda e discriminatória” com que o MEC pretende avaliar as  capacidades dos docentes. Consideram ser mais um “truque” para retirar do sistema ou “arrumar para o canto” um número considerável de Professores e amealhar uns milhares de euros.

O presente abaixo-assinado será enviado para os órgãos da administração educativa, da soberania nacional e comunicação social.

Agrupamento de Escolas de Campo, Valongo, 27 de novembro de 2013

Se sabes, porque não nos contas?

A Federação Nacional dos Professores continuará a lutar contra a aplicação das 40 horas de trabalho aos docentes, alegando que esta medida põe em risco dez mil postos de trabalho, quando há trinta mil desempregados no setor

O secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, disse à Lusa que o que está em causa é «acumular mais horas em alguns para despedir muitos outros».

Porque o aumento da não lectiva não leva ao despedimento de professores.

Mas de qualquer maneira, vamos lutar, lutar muito.

Mas mantendo sempre todas as possibilidades em aberto.

A vida ensina-nos isso e tu sabes muito e devemos seguir sempre os teus conselhos e o teu exemplo.

Luta, sempre, até ao fim.

Se possível, sempre fora das escolas, sem dar aulas!

Viva!!!

Viva!!! Viva!!!

 

Isto não tem espinhas.

Dirigente da Fenprof diz que se estivesse no lugar dos contratados se inscrevia para fazer a prova de avaliação

À espera das decisões definitivas dos tribunais, o dirigente sindical Mário Nogueira diz que “a vida ensina que é importante manter possibilidades em aberto”. O prazo para as inscrições para realizar a prova termina às 18h de quinta-feira.

Nem vale a pena comentar a força deste tipo de lutas.

Daqui ou uma ou duas semanas diz que, se desse aulas, ate seria melhor vigiar as provas e, já agora, classificá-las.

Para manter as possibilidades em aberto.

É uma posição responsável.

A que se esperava.

A que todos esperavam.

A que o Governo esperava.

A que Crato esperava.

A que todos esperávamos.

A que eu esperava, até porque sei que eles sabem que a coreografia jurídica é, desta vez, mesmo só isso.

Ou alguém esperava alguma coisa radical? Do tipo… ir dar aulas com os colegas?

Loures! Loures!!| Loures!!!

Não sou jurista, mas quer-me parecer que é melhor não depositarem demasiadas esperanças em algo que tem algumas formas de ser torneado.

Até porque o Governo e o MEC vão fazer finca-pé da coisa, mesmo que daqui a seis meses, um ou dois anos se prove que não t~em razão…

Os professores estão à espera dos tribunais?

Os protestos que inundam as redes sociais contra a prova de avaliação para docentes não têm a expressão correspondente nas ruas – longe disso. Em Coimbra, comentava-se que muitos estarão a contar que a prova seja suspensa.

Hoje é dia de manifestações em Lisboa, Coimbra, Braga e Évora. No DN, o Arlindo dá a sua opinião e divulga a sua t-shirt de luta.

PACTHirt

Todo este é um caminho que tem de ser percorrido. Não vou, sequer, tirar conclusões apressadas a partir da adesão à iniciativa.  Nem vou elaborar muito mais sobre um assunto sobre o qual escrevi há coisa de um ano aqui, quando afirmei que esta prova é uma excrescência demagógica destinada a não intervir onde seria legítimo e correcto intervir.

Agora que tenho um enorme receio que este seja um caminho que vai sendo percorrido tarde demais e com escasso impacto, isso também é verdade. Não porque a causa não seja justa, mas porque o oportunismo se tornou a regra base para a sobrevivência de  muita gente e a falta de coerência e vergonha a linha de rumo da governação.

E não sei até que ponto é politicamente correcto relembrar como desapareceu a capacidade de lobbying da FNE e outras organizações, conseguida em tempos pré-eleitorais junto do PSD.

Pessoalmente, aposto mais em que tudo acabará por acontecer, embora num destino não muito distante possa vir a revelar-se inútil. Como a ADD dos contratados.

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