Formação
Maio 19, 2013
Abril 21, 2013
Abril 3, 2013
Bolsa De Professores Classificadores De Exames
Posted by Paulo Guinote under Classificadores, Exames, Formação[21] Comments
Começou em vários pontos do país.
A norte:
“Itens e Critérios: definição, construção e aplicação”
A ação decorre de abril a setembro de 2013, num total de 45 horas (15 horas de formação a distância, em modo e-learning na plataforma Moodle da Universidade do Porto, de 2 a 17 de abril de 2013, e 30 horas de trabalho autónomo).
NOTA:
“A não classificação de provas finais e/ou de exame inviabiliza a atribuição de créditos aos formandos.”
Numa outra formação (cujos detalhes estou a apurar), foi dado o seguinte documento do GAVE como base para uma actividade… Texto0_exemplos_itens_fragilidades.
Muita coisa é subjectiva, mas… as fragilidades dos itens em causa podem ser tão variadas quanto as perspectivas teóricas sobre a avaliação que possamos ter. Ou do que esteja em causa avaliar em cada um deles.
Fevereiro 5, 2013
Sobre a proposta de portaria acerca deste assunto (PropostaCentrosQual) , recebi a seguinte posição:
Somos um grupo de cidadãos atentos e cumpridores da lei e no pleno exercício efetivo da cidadania e, enquanto professores de vários grupos disciplinares e com alguns anos de experiência na escola pública, vimos por este meio fazer uma proposta de alteração à portaria que cria os centros para a qualificação e o ensino profissional e extingue os centros novas oportunidades.
Por que entendemos que o debate é público e porque a nossa vivência espelha as inúmeras situações de ensino aprendizagem que temos vindo a experienciar, apelamos ao legislador para que a portaria em questão seja justa, equitativa e promotora de qualidade e exigência, valores pelos quais todos nós, enquanto cidadãos, e o governo da nação, em particular, nos pautamos certamente.
Assim, eis as principais razões que nos impelem a fazer esta proposta de alteração:
O referencial de formação do RVCC segue as unidades constantes no CNQ para as quais desde sempre os professores tiveram competências para lecionar. Impõe-se salientar que:
- Os professores das áreas tecnológicas são detentores de uma habilitação académica específica na área, acrescida de uma formação pedagógica que confere habilitação profissional para a docência, bem como o certificado de competências pedagógicas necessárias à atividade de formador no respetivo perfil profissional;
- Para além da formação referida no ponto anterior, todos os anos os professores frequentam ações de formação contínua na área específica visando a atualização e aperfeiçoamento que a área tecnológica exige, nas vertentes teóricas e práticas, permitindo a melhoria constante da qualidade do ensino;
- Também a formação pedagógica na área tem de ser valorizada, uma vez que a capacidade de transmissão de conhecimentos resulta não só do conhecimento científico, mas também de um profundo conhecimento do processo ensino-aprendizagem, da relação professor-aluno, da organização curricular e da tecnologia a ser usada em sala de aula;
- Desde sempre foi reconhecida aos professores a capacidade de lecionar as áreas tecnológicas do processo de formação de adultos, desde o ensino recorrente por unidades capitalizáveis, aos cursos tecnológicos noturnos e mais recentemente os cursos EFA, que seguem exatamente o mesmo referencial de formação (CNQ) do RVCC;
- Numa altura de dificuldades económicas e financeiras será de toda a conveniência e necessidade rentabilizar e potenciar os recursos humanos existentes e disponíveis nas escolas, para os quais já se investiu tanto na sua formação científica e pedagógica;
- Também aos formadores deverá ser exigida a experiência profissional no ensino de adultos uma vez que se trata de um público com características específicas que requer uma atenção e capacidade de motivação diferenciadas, cuja aquisição só advém de uma experiência in loco;
- A formação pedagógica na área tem de ser valorizada, não bastando apresentar as atuais 90 horas de formação necessárias à obtenção do certificado de competências pedagógica, para a aquisição de todas as aptidões essenciais a um bom processo ensino aprendizagem, pois as mesmas não contemplam nem a capacidade de desenvolvimento de atividades específicas, nem o conhecimento de instrumentos de avaliação adequados e essenciais à validação e certificação de competências;
- O formador terá de ter preferencialmente uma qualificação de nível superior, ou de nível superior ao dos seus formandos, que lhe permita ter o conhecimento científico profundo e rigoroso, acrescido à sua prática profissional;
- Lamentavelmente, o art. 22, nº 3 da presente portaria prevê que a matriz da prova seja da responsabilidade da equipa do CQEP. Esta decisão causa grande estranheza, pois uma matriz de uma prova deverá ser elaborada sempre tendo em conta os domínios científico e técnico, mas também, um enquadramento pedagógico, ou seja, deverá espelhar, como consagrado em decreto-lei, as aprendizagens adquiridas e as capacidades desenvolvidas pelos alunos. Assim sendo, a avaliação na educação de alunos, enquanto processo regulador, não poderá descurar a diversidade de percursos na formação inicial do adulto, o processo de ensino aprendizagem e a aquisição de métodos de trabalho e de estudo, para que, legitimamente, possa aferir os conhecimentos adquiridos e ser um fiel indicador da consecução dos objetivos pretendidos.
- No seguimento deste artigo, entende-se que nem o coordenador, nem o técnico de ORVC de acordo com os artigos respetivamente 11.º e 12.º, têm nas suas funções, competências definidas para a realização da prova; a mesma terá então de ser elaborada pela equipa técnico-pedagógica. Esta competência só é detentora de quem possui formação e experiência pedagógicas na conceção dos instrumentos de registo necessários à prossecução dos objetivos que se pretendem com a formação e educação de adultos.
A educação de adultos tem sido objeto de interesse, estudo e de análise desde meados do século passado, por variadíssimas instituições, entre as quais a UNESCO que periodicamente realiza conferências e estudos. O denominador comum em todas as sínteses é perentório em demonstrar que a educação e a formação de adultos é um motor de desenvolvimento económico, cultural e social.
A educação de adultos é uma área com idiossincrasias próprias, em que ao professor é atribuído um duplo papel de educador e educando, em que o professor, muitas vezes, tem de saber desempenhar a função de orientador e avaliador, em que o aspeto social da aprendizagem é determinante para o sucesso. A educação deve ser entendida como um processo global onde se congrega o saber adquirido com a experiência acumulada. Pensar a educação para adultos é pensar de uma forma integradora e não complementar, em que o conteúdo dessa formação deve estar vinculado ao contexto histórico-social e existencial da pessoa de modo a prepará-la para um novo modo de pensar e sentir dentro de uma relação constante com a comunidade.
Urge, pois, independentemente da diversidade de políticas económicas e educativas, que as recomendações das Conferências da UNESCO produzam um real impacto e que a educação de adultos tenha um enquadramento legal que privilegie o conhecimento científico e a formação pedagógica certificada de forma séria, credível e sempre assente em critérios de inquestionável rigor. Estas exigências não se compadecem com experimentalismos, estando única e indubitavelmente, o pessoal docente com formação pedagógica cabalmente preparado e capacitado para continuar a implementar uma educação que se estenda para a vida adulta assegurando a qualidade e o sucesso.
Face ao exposto, em anexo seguem as alterações que elaborámos à proposta da portaria que cria os centros para a qualificação e o ensino profissional e extingue os centros novas oportunidades.
Atenciosamente subscrevemo-nos,
Professores no exercício da cidadania
PROPOSTA DE ALTERAÇÃO À PORTARIA QUE CRIA OS CENTROS PARA A QUALIFICAÇÃO E O ENSINO PROFISSIONAL E EXTINGUE OS CENTROS NOVAS OPORTUNIDADES.
Artigo 13.º
Formadores e professores
1. (…).
2. Compete aos formadores e professores referidos no número anterior e no âmbito das intervenções dos CQEP:
a) (…)
c) Exercer a função de avaliador, no âmbito do júri de certificação, designadamente nas provas de desempenho ou de demonstração de competências-chave, relativas às qualificações visadas pelos adultos que desenvolveram processos de RVCC acompanhados por outros formadores e/ou professores.
d) (…)
3. Os formadores ou professores devem reunir as seguintes condições, de acordo com a vertente do processo de RVCC em que participam:
a) (…)
b) Profissional:
b.1) habilitação para a docência em função da área de competências tecnológica em que intervêm, nos termos da legislação em vigor, e experiência profissional no âmbito da educação e formação de adultos e na área de competência tecnológica visada;
b.2) habilitação para o exercício das funções de formador, nos termos da legislação em vigor, experiência profissional no âmbito da educação e formação de adultos e domínio técnico e experiência na saída profissional visada.
Artigo 22.º
Certificação de competências
1. (…)
2. (…)
3. A matriz das provas, referidas no nº anterior, é elaborada pela equipa do CQEP e revista pela ANQEP, I.P. e deve identificar o objeto da avaliação, a tipologia, os critérios gerais de avaliação, duração, material e equipamentos necessários para a sua realização.
4. (…)
5. A elaboração da prova e ou dos instrumentos de registo a utilizar para a certificação das competências são da responsabilidade da equipa do CQEP.
Janeiro 31, 2013
Janeiro 30, 2013
Não Era Mais Simples Ter Adaptado O Que Existia?
Posted by Paulo Guinote under Formação[8] Comments
Estya mania de reafundar tudo…
Nova rede de 120 centros vai substituir Novas Oportunidades a partir de Abril
Outubro 29, 2012
Custa-Me Mais Em Vocais Arautos Da Solidariedade…
Posted by Paulo Guinote under A Vidinha, Coerências, Formação1 Comment
… as práticas comezinhas da vidinha.
Eu sei que já deveria estar imunizado para isso, mas a verdade é que me surpreendo sempre com aqueles que, pregando uma certa superioridade moral em relação aos (neo-)liberais exploradores, adoptam as mesmas estratégias de sobrevivência. Em especial quando isso se faz directamente à custa dos pares.
Não estou a fazer nenhum ataque enviesado pois já critiquei no local apropriado.
Junho 13, 2012
Novos Critérios De Avaliação Da Acção Para Os Classificadores
Posted by Paulo Guinote under Avaliação, Classificadores, Formação[6] Comments
Chegaram hoje. Daquela coisa em e-learning. Ficam aqui: CriteriosBPCAno2.
Junho 4, 2012
O GAVE anda a patrocinar acções de e-learning para os professores classificarem os exames com recurso a bibliografia que parece tirada dos túmulos da História da Pedagogia, nem sendo bom falar daquela que é contra a existência de exames.
Assim sendo, a formação serve exactamente para quê?
Junho 4, 2012
Formação De Professores Classificadores De Exames – Outra Reflexão
Posted by Paulo Guinote under Exames, Formação, Opiniões[15] Comments
Paulo Guinote
Apesar de frequentadora assídua da Educação do meu umbigo, é a primeira vez que estou a participar.
Depois de ler a reflexão feita pela colega M sobre a formação de classificadores, segue o que respondi no último tópico: “O que me desagradou nesta formação” .
1. Desagradou-me o facto da acção ser em e-learning pois não permite a iteracção que uma acção presencial permite e que considero ser muito importante para que uma discussão resulte em pontos de convergência, fundamentais na classificação de exames.
2. Desagradou-me o facto de ser uma acção teórica, baseada na leitura de textos sobre os quais tinhamos que, utilizando uma imagem do quotidiano das escolas, fazer o TPC.
3. Desagradou-me o facto dos documentos, sobre os quais tivemos que trabalhar, não visarem o propósito desta formação –CLASSIFICAÇÃO DE EXAMES.
4. Desagradou-me o facto dos documentos serem, na sua essência, teses do mais puro “eduquês”, que, sabemos hoje, levou o nosso ensino à situação nada brilhante, (usando um eufemismo), em que se encontra.
5. Desagradou-me o facto de essas dissertações serem elas perfeitamentes teóricas e não terem em conta a realidade das nossas escolas.
6. Desagradou-me o facto do timing da acção ser completamento desadequado da realidade das escolas. Quem está na escola, sabe que esta é a fase crítica do ano lectivo. O trabalho que temos que fazer, com os alunos e para os alunos, não pode deixar de ser feito, nem pode ser adiado.
7. Desagradou-me o facto de ser chamada para fazer uma formação no âmbito da bolsa de professores classificadores e me ter deparado com uma acção que talvez se adequasse (e digo talvez porque, dado o que referi nos pontos 4 e 5, nem disso tenho a certeza) a uma formação de início de carreira.
8. Desagradou-me o facto de sentir que esta acção não me trouxe nada de novo e que, por isso, me fez perder tempo.
Em suma, desagradou-me esta acção porque não correspondeu ao fim a que se destinava, ou seja, melhorar a minha prática como professora classificadora de exames.
Só quem teve de realizar esta formação tem a noção do quão inacreditável ela foi.
Transcrevo uma frase de um dos textos que nos foram fornecidos como base de trabalho e que, penso eu, ilustra o que foi esta acção:
“ a qualidade da escolarização pública não se tornará melhor adotando-se objectivos e critérios de ensino que estejam muito além das possibilidades de assimilação dos conteúdos escolares por parte das crianças da classe trabalhadora.” (Cláudia Davis e Yara Lúcia Espósito, PAPEL E FUNÇÕES DO ERRO NA AVALIAÇÃO ESCOLAR – Cad. Pesq. Agosto 1990. pp 75).
Como é possível??? Portugal 2012!
A “coisa” foi de tal forma absurda que, no último dia, (“alguém” deve ter tido noção do que se estava a passar…), recebemos do GAVE a seguinte mensagem:
Relatório final
Considerando que os textos apresentados nesta formação têm uma orientação marcada por conceções de avaliação muito particulares, não refletindo a diversidade de conceções sobre a avaliação mais recentes, e atendendo ainda ao facto de não implicarem qualquer orientação do GAVE no sentido da adoção de práticas únicas em matéria de avaliação escolar, a apreciação crítica que se propõe como uma das tarefas que integram o relatório final não terá de traduzir as ideias expressas nos referidos textos.
Esta apreciação passa a ser facultativa, privilegiando ou devendo privilegiar, caso já tenha sido ou ainda venha a ser realizada, a diversidade de pontos de vista expressos pelos professores no fórum, reveladores de posicionamentos críticos distintos dos expressos na referida documentação.
Adicionalmente, ou em alternativa, o relatório final, a apresentar até ao dia 14 de setembro, pode privilegiar reflexões pessoais que se centrem em intervenções que, no contexto da sala de aula, possam contribuir para uma efetiva melhoria da aprendizagem dos alunos e, consequentemente, sustentar melhores resultados na avaliação externa, assegurando a manutenção de padrões de exigência adequados.
Mais se informa que os descritores apresentados para a classificação da apreciação crítica serão reformulados e brevemente enviados a todos os formadores, para que deles deem conhecimento aos seus formandos.
Não me alongo mais. Penso que está tudo dito!
Andaram a brincar connosco!
M. J.
Junho 4, 2012
Formação De Professores Classificadores De Exames – Uma Reflexão
Posted by Paulo Guinote under Exames, Formação, Opiniões[23] Comments
Paulo Guinote:
A reflexão preenchida no final da formação era obrigatória, anónima e confidencial…
Segue o que respondi no último tópico: “O que me desagradou nesta formação” .
(…)M.
1- Desagradou-me o facto de apenas última tarefa (T 6) se relacionar com a formação dirigida à classificação de exames: que ligação existe entre esta e as tarefas anteriores incidentes em “Práticas de avaliação formativa”?
2- Desagradou-me, ainda me desagrada, a tarefa 5 que “ fará parte do trabalho autónomo e deverá constar do relatório de reflexão crítica a enviar ao formador até 14 de setembro de 2012”: carece de fundamento, justificação e esclarecimentos sobre o enquadramento nas “questões da fiabilidade na avaliação externa” e o contributo válido que possa trazer para um melhor desempenho dos professores classificadores de provas de exame. Transcrevo:
“Consulte o documento referente aos critérios de avaliação dos formandos para maior clarificação.
A realização desta tarefa deve incluir uma reflexão sobre:
- potencialidades/constrangimentos da co e da autoavaliação;
- cuidados a ter no questionamento oral;
- possíveis constrangimentos/efeitos da atribuição de feedback. Para a concretização deste ponto, deve proceder da seguinte forma:
• escolha uma tarefa/um item que tenha proposto aos seus alunos;
• escolha uma resposta/um desempenho de um aluno a essa tarefa/esse item;
• considere os critérios que definiu para a avaliação dessa tarefa/desse item;
• elabore um feedback à resposta/ao desempenho do aluno.
A realização desta tarefa deve ser sustentada pela bibliografia apresentada no tópico Introdução/Documentação da Ação.”
6- Desagradou-me o caráter forçado desta formação: tenho 34 anos de carreira, 28 de classificação de exames. Se sempre servi o sistema (bem, presume-se) qual a utilidade e o contributo desta formação para o meu desempenho?
Maio 11, 2012
Pensava Que Exista Uma Coisa Chamada Professores De Educação Especial…
Posted by Paulo Guinote under Educação Especial, Formação[17] Comments
… mas posso estar errado.
A Inspeção Geral da Educação recomendou hoje, no Parlamento, formação específica para os educadores de infância e professores do ensino regular, devido à integração de alunos com Necessidades Educativas Especiais nestas turmas.
E, já agora, essa formação é para ser alargada a todos os docentes?
Será dada por quem?
Em que termos?
Maio 5, 2012
Subject: Ação de Formação em e-learning – BPC 2012
Date: Fri, 4 May 2012 19:21:19 +0100
From: ***.******@gave.min-edu.pt
To: *********@msn.comCaro/a Dr./a. ***********************************
Na sequência da mensagem enviada no passado dia 3 de março, divulga-se informação relativa ao 2.º ano do programa de formação associado à Bolsa de Professores Classificadores que, como já havia sido transmitido, funcionará em regime não presencial (e-learning).Esta ação de formação, em modalidade de oficina, versa a temática «Avaliação: funções e práticas», num total de 45 horas (15 horas em e-learning + 30 horas de trabalho autónomo) e correspondendo a 1,2 créditos. A componente relativa às 15 horas decorre de 14 a 24 de maio, beneficiando os formandos de dispensa da componente não letiva.
Durante a oficina, os formandos terão de:
· realizar as tarefas propostas;
· participar nos fóruns;
· ler e refletir sobre os materiais disponibilizados;
· preencher o formulário de avaliação da ação.
No final da próxima semana, irá ser contactado/a por correio eletrónico pelo/a Dr./a. ****************, formador/a da turma em que está integrado/a — HIST12. Nesse e-mail, será enviada a documentação do curso, bem como os dados para poder aceder à plataforma.
A administração da plataforma de e-learning (Moodle) será assegurada pela Reitoria da Universidade do Porto, que prestará, durante todo o período em que decorre a formação, o apoio técnico que for necessário. ATENÇÃO: O endereço de e-mail que consta na plataforma Moodle (neste caso, o agora em uso) NUNCA pode ser alterado, pois serve de login para acesso.
Poderá solicitar, igualmente, a ajuda/colaboração do coordenador do Plano Tecnológico da Educação (PTE) da escola ou agrupamento de escolas onde exerce funções (caso se trate de uma escola da rede pública).
Por fim, desejamos votos de um bom trabalho, deixando uma citação para a sua reflexão: «Nada do que possamos fazer para, ou pelos nossos alunos, é mais importante do que a nossa avaliação e o feedback que lhes dermos do seu trabalho. Os resultados dessa avaliação influenciá-los-ão para o resto das suas vidas e das suas carreiras — de forma positiva, se o fizermos com acerto, mas com consequências imprevisíveis, se cometermos erros.» [tradução nossa] Race, Brown & Smith (2005) 500 Tips on Assessment.
Melhores cumprimentos
A Direção de Serviços de Avaliação Educativa
Maio 2, 2012
100 Euros Para Sócios???
Posted by Paulo Guinote under Formação, Negociatas, Sindicalismo[32] Comments
Abril 12, 2012
O Negócio (Sindical) Da Formação
Posted by Paulo Guinote under Formação, Sindicalismo, TIC[23] Comments
Neste caso em matéria de certificação TIC… Há mais aspectos anómalos nisto tudo (e não é só a questão da progressão estar congelada e tal…), mas por agora limito-me a assinalar a oferta (paga).
Não vale a pena especular sobre portarias por aparecer. Ou conhecimentos prévios.
Nem que tem sido curiosa a forma como alguns signatários têm sido pioneiros na divulgação de certas novidades.
Claro que é tudo legal e legítimo, mas acho pasmoso que cobrem até aos próprios associados… deve ser para o papel dos certificados…
Clicando na imagem, acede-se a mais dados.
Abril 10, 2012
Abril 5, 2012
Continuam este ano as restrições às licenças sabáticas para os professores, assim como continua em vigor um conjunto de normas abstrusas que os obrigam a fazer formação nos intervalos da chuva.
A lógica pode ser orçamental, mas dificilmente algo que atinge 0,1% do corpo docente pode considerar-se orçamentalmente muito significativo (foram em média 130 por ano, até deixarem de ser permitidas).
Isto junta-se a medidas anteriores, como o desaparecimento da possibilidade de faltar à componente lectiva para fazer formação (mesmo creditada, carece de autorização superior, reposição de aulas ou de se usarem faltas por conta das férias) e a redução do tempo e números de equiparações a bolseiro.
Num contexto de encerramento dos quadros de professores e de aposentação de muita gente, este é aquele tipo de medidas que contraria directamente o desejo de uma classe docente que mantenha uma actualização permanente dos seus conhecimentos científicos e pedagógicos.
É lugar comum acusar a má formação contínua feita pelos professores, como se fossem eles os principais decisores da oferta existente. Pelo contrário, a má qualidade de muita oferta deve ser atribuída, em diferentes escalas, aos centros de formação, às associações profissionais e ao próprio ministério. E a este duplamente por via da oferta que faz (ou não), quantas vezes afunilada ao extremo, e pela via da entidade certificadora da formação.
Porque – nunca é por demais repeti-lo – não existe formação creditada sem validação ministerial.
E isto é tanto mais curioso quando o ministro continua a afirmar, para justificar o exame de ingresso na docência, com argumentos (correctos) em defesa da qualificação dos docentes.
Mas, se quase todas as vias de formação de qualidade ficam cortadas, como é que essa qualificação pode elevar-se?
Porque não restringir, em vez de eliminar por completo, as sabáticas a projectos de investigação baseados efectivamente nas necessidades das próprias escolas?
Será que a prova definitiva dos conhecimentos se faz à entrada e depois toda a gente fica sujeita apenas aos humores ministeriais e formação em quadros hiperactivos e prioridades ocasionais de um qualquer secxretário de Estado ou director-geral ou regional?
É demagógico afirmar que os professores, quando deixados a si mesmos, abusam das más formações. É muito simples limitar esses riscos, bastando recuperar parte do que existia antes (possibilidade de usar alguns dias para formação sem ter de estar em busca de horários pós-laborais ou fins de semana) e exigir a participação num determinado perfil de evento e, adicionalmente, a produção de material original para ou a partir dessa participação. E não creditar por igual um colóquio internacional em que se participe de forma activa e a mera assistência à enésima formação sobre a mesma coisa com o formador do costume.
Porque 25 horas de presença pasmacenta, espalhada por semanas, depois da 7 da tarde, pode valer muito menos do que a participação activa em algo que dure apenas 10-15 horas em 2-3 seguidos.
Março 19, 2012
Março 14, 2012
Spin Off – 4
Posted by Paulo Guinote under Comparações, Docentes, Doutor Em Spin, Formação[15] Comments
Vá lá. Vamos lá ser corporativos de novo. Já que ninguém puxa por nós e não encontra os quadros adequados a valorizar os docentes zecos cá do torrão, vamos lá até perto do final do relatório e vejamos como é que os instalados e acomodados docentes nacionais reagem à questão da formação.
O mais certo é serem uns mandriões, sempre na zona de conforto.
Ou não?
A sério?
Espantoso… os professores portugueses são dos que fazem mais formação nesta comparação e dos que gostariam de ter feito ainda mais.
Quem diria!!!
E ninguém deu por isso?























