E Se O Ridículo Fizesse Doer?


Como seria de esperar, os pedidos de decsculpa de alguns ministros destinaram-se apenas a arrefecer o ambiente durante uns dias.

A fase seguinte, o processo de reformulação em curso (prec), caracteriza-se por culpar os informáticos e os computadores por sabotagens e bloqueios.

Agora é na Educação, em que um alegado “bloqueio” fez com que fossem disparados emails em todas as direcções. Ainda estou para perceber como um “bloqueio” em vez de produzir um “bloqueio” (ler a definição aqui) produz o seu oposto…

Claro que estas manobras de spin até podem ser assumidas com toda a sinceridade por personalidades algo messiânicas, que acreditam não ser suas as falhas mais do que evidentemente demonstradas. Quer a ministra da Justiça, quer o ministro da Educação já demonstraram incluir-se neste tipo de perfil.

Omita-se a realidade… que é do mais duvidoso gosto. As justificações fazem-me lembrar, no desastre da argumentação (mesmo se em áreas bem diferentes), as do ex-SE Grancho.

O que diz o director da revista deveria ser motivo para ele reconsiderar a designação de “cientista social” que os icêésses tanto gostam de exibir para o exterior.

Mais certo seriam chamar-lhe dantas.

Aguardo, com curiosidade, a reacção de tantos icêésses que ainda julgo não terem atingido a idade senil.

ICS suspende revista por causa de artigo com graffiti de “gosto duvidoso”

Imagens reproduzidas no ensaio são de graffiti ainda existentes em ruas de Lisboa contra o Governo e empresários. Director do ICS diz que eram “imagens e mensagens” que podiam pôr em causa o bom nome e imagem da instituição. E nega que tenha havido censura.

(…)

O responsável assume que a decisão de suspender esta edição foi exclusivamente sua “depois de conversar com muita gente no ICS”, incluindo o novo director da revista indigitado no início do mês na base da rotatividade do cargo. José Luís Cardoso admite que a direcção do ICS nunca teve qualquer intervenção deste género na revista, mas defende-se dizendo saber que tem “o apoio dos órgãos internos” do instituto. E vinca que “não há censura” nesta sua decisão. “O que está em causa é a qualidade do artigo e não a liberdade de expressão.”

 

QUE A CULPA FOI DA IMPRESSORA

 

(sem desprimor para a dita cuja)

Marinho e Pinto recusa dizer se recebeu subsídio de reintegração de 54 mil euros da Ordem

É entusiasmante ver como este gajo chama vigaristas aos outros.

Fiquei a saber que os alunos de cursos de formação inicial de professores são dos mais pobrezinhos do Ensino Superior e que isso explica que escrevam com erros, tudo de acordo com um “investigador” de quem tenho discordado muito mas a quem dedicava alguma consideração intelectual.

Percebi, por fim, graças a ele, o objectivo das políticas governamentais de proletarização da classe docente.

Da pobreza vieste, para a pobreza caminharás!

(queriam salários líquidos de quase 2000 euros no fim de 40 anos de carreira, ó malandragem? ide lavar escadas como vossas mães ou estivar e varrer ruas como vossos pais e avôs!)

… é a daqueles pseudo-especialistas e alegados jornalistas da área “económico-financeira” que agora andam a esconder toda a obsta que escreveram e disseram sobre como salvar o país com base nos ensinamentos dos salgados, como antes dos rendeiros.

Há livros inteiros escritos de pura ficção sobre o tema.

Tão mitómanos como o outro, só lhes falta ir estudar para Paris com o que ganharam a enganar o pessoal.

Shit-asses como o outro. Moços de fretes.

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