DREN


Será assim no resto do país? Ou voltámos ao feudalismo do período alçado?

Assunto: Distribuição de serviço letivo 2012-2013
Data: Thu, 26 Jul 2012 13:04:33 +0100
De: Direção (DREN) <direcao@dren.min-edu.pt>

Exmo(a) Senhor(a)

Diretor(a) Presidente de CAP

Tendo sido levantadas algumas dúvidas por escolas/agrupamentos de escolas sobre a distribuição de serviço  letivo, envia-se, em anexo, documento com esclarecimentos que têm sido transmitidos às escolas e aos docentes, pela Direção Geral de Administração Escolar.

Dá-se nota também que as “Orientações para a distribuição do serviço letivo”, de 17 de  julho, têm como especial referência o disposto no Decreto-Lei nº 139/2012, de 5 de  julho, e no Despacho normativo nº13-A/2012, de 5 de  junho, devendo-se prevenir uma correta distribuição de serviço letivo .

Com os melhores cumprimentos.

João Grancho

Diretor Regional

DIREÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DO NORTE
Rua António Carneiro, 98
4349-003 Porto, PORTUGAL
TEL + 351 225 191 900 FAX + 351 225 191 999
www.dren.min-edu.pt

Anexo: ESCLARECIMENTO ART 79 E QZP-1.

De: Direção (DREN)

Exmo.(a) Senhor(a)

Diretor(a) / Presidente de CAP

 

Na sequência da publicitação das ”ORIENTAÇÕES PARA A DISTRIBUIÇÃO DE SERVIÇO LETIVO”, de 17.07.2012, envio a V. Exa., em anexo, o modelo a seguir para a comunicação a esta DRE das medidas adotadas.

As medidas  a adotar e que constam do formulário são as constantes do primeiro bloco – identificadas de 1 a 11 – com exceção das medidas 8. e 9., porquanto a sua adoção carece de autorização prévia de membro do governo responsável pela área da educação, devendo ser requeridas de forma autónoma. No caso particular da medida 8. (turmas de ensino profissional) o pedido de autorização não deve ser feito através da plataforma, uma vez que a mesma se destina apenas à inserção de cursos já prévia e devidamente autorizados.

O formato do modelo não deve ser alterado, sem prejuízo de poderem ser acrescentadas as linhas que se entendam necessárias.

Com os melhores cumprimentos,

João Grancho

Diretor Regional

Anexo: Medidas serviço letivo DREN.

De: Direção (DREN) <direcao@dren.min-edu.pt>
Data: 18 de julho de 2012 19:18

Ex.mo (a) Senhor (a)

Presidente da CAP,

Na sequência do processo de reordenamento/fusão das escolas, têm sido colocadas algumas questões a esta DRE.

Analisadas as questões, no seguimento das orientações das notas informativas sobre o assunto emitidas pela DGPGF, ex-GGF, relativamente às contas da ASE, somos a informar:

1.       neste processo há agrupamentos de escolas / escolas não integradas envolvidas;

2.       do processo decorre que, em cada conjunto, umas são unidades orgânicas (UO) são integradas e uma é a unidade orgânica (UO) integradora, sucedânea nas competências nos direitos e obrigações;

a.    a unidade orgânica integradora tem nova direção desde 4 de julho e é nova unidade desde essa data;

b.    existem transferências de verbas em trânsito para todos os agrupamentos de escolas, pelo que deverão as UO integradas que foram objeto de fusão encerrar a conta bancária relativa à ação social escolar com a maior brevidade;

c.     o princípio é que, desde 4 de julho, os dirigentes da UO integradora “herdam” de direito, na OU integradora, todos os compromissos e obrigações da (s) UO integrada (s), mas devem a partir dessa data processar tudo o que sejam direitos e obrigações, nomeadamente os respetivos registos, na UO integradora, ou seja, nas contas deste UO e sob os números de identificação desta nova UO (NIF, CGA, ADSE, …);

3.       decorre do ponto anterior que os recebimentos e pagamentos vindos das contas da (s) UO integrada (s)  são assumidos pela UO integradora e seus responsáveis, mas, para efeito de registo nas aplicações da ASE, para efeito de fecho de contas e da aplicação ASE, os recebimentos são registados nessas mesmas aplicações porque os documentos oficiais se reportam a contas com número de identificação dessas UO integradas, com reportes anteriores a 4 de julho, no pressuposto que os registos do ASE estão em dia;

4.       ora, se o ASE funciona por ano escolar, no mínimo, a 30 de agosto, estará já tudo fechado, sendo que desde 4 de julho já ocorrem todos os registos de futuro são integrados sob os números e contas da nova UO, validando a circunstância presente e futura;

5.       tais procedimentos permitem também que a exportação de dados para a MISI pelas diferentes aplicações, nomeadamente do ASE, relativa ao mês de junho e julho, se houver registos anteriores e com reporte até 4 de julho, seja feita pelas aplicações da UO integrada, em julho e agosto, respetivamente;

6.       contudo, os nomes dos responsáveis e a designação do órgão deve ser alterada nas aplicações, pois são já sob o mandato destes;

7.       em agosto e nos meses subsequentes, e a exportação ocorre na UO integradora, podendo ainda haver exportação também nas UO integras, conforme se explicita no ponto 4, sendo as restantes encerradas;

8.       faz-se notar que a UO integradora nunca poderá deixar de exportar também os seus dados e proceder aos seus registos, com a diferença que, possivelmente, com efeito e partir de 4 de julho, mudará, conforme os casos, só a designação e ou os números de registo conforme os casos;

9.       a DREN dará desta nota conhecimento à DGAE e à DGPGF, para que, tecnicamente, a base de dados da MISI interaja em conformidade aquando da exportação dos ficheiros no formato XML;

10.    quanto às questões técnicas inerentes à escolha das aplicações informáticas a manter para a UO agregada na UO agregadora para gestão a administração escolar, no quadro da autonomia da nova UO, deverá a mesma analisar a que melhor responde à necessidades, sendo que para tal concorrem as condições de integração dos dados das UO integradas em cada aplicação de gestão e administração escolar.

11.    não é despiciendo na escolha as condições técnicas que os fornecedores apresentem relativamente à compatibilização de outputs/inputs, nomeadamente o histórico dos anos anteriores para efeito de contagens e estatística, ajustes às bases de dados, funcionamento remoto através de VLANs, custo benefício, interoperabilidade, apoio técnico, mais ainda nesta fase, desencriptação/encriptação de dados, tempo de resposta, perspetiva evolutiva, entre outros;

a.    consolidada a agregação dos dados, é recomendável manter cópias de segurança de cada UO integrada e operacionais as aplicações à data, acautelando sempre a consolidação dos dados em informação fiável para efeito dos comandos de fecho de ano (letivo e económico);

b.    o fecho deve, consolidar sempre as contagens do respetivo ano (letivo e ou económico), pelo facto de relevarem muito em termos futuros e de acesso rápido à informação;

c.     nos termos legais, e acautelados os procedimentos atrás apontados, importa cessar a prestação dos serviços de manutenção e atualização com as aplicações que não vão continuar em uso;

12.    todas as escolas que foram alvo de fusão devem fechar contas e apresentar a respetiva conta de gerência da Ação Social Escolar dentro do prazo de 45 dias após o seu encerramento;

13.    Solicitamos o envio dos seguintes elementos para o seguinte endereço de e-mail: gat@dren.min-edu.pt:

a.    – designação da nova entidade;

b.    – n.º de Identificação Fiscal;

c.     – NIB da nova escola sede.

Com os melhores cumprimentos,

Aristides Sousa

Diretor Regional Adjunto

Os que amanhã vão ser possuídos, desculpem, tomar posse como CAP em Oliveira de Azeméis? Consta que vão ser uns quantos, tipo casamentos de Santo António (expressão que não é minha, mas surripiei a alguém), abençoados com a presença do senhor DREN.

CAP nomeada no novo mega em Castelo da Maia. Ao que parece, o senhor DREN recompensou a desafeição da directora da Secundária, Paula Romão, com o seu afastamento, optando pelo director do Agrupamento de Escolas de Castelo da Maia para chefiar a dita CAP e não a directora da escola-sede.

Vou acreditar que nada disto tem a ver com aquele Prós e Contras e depurações à moda da outra senhora, mas tudo com opções legítimas e fundamentadas nas vontades dos envolvidos.

Será tipo interesse público, define quem tem o poder para o impor?

O responsável da Direcção Regional de Educação do Norte (DREN), João Grancho, assegurou, em declarações ao PÚBLICO, que o número máximo de alunos por agrupamento resultante das propostas de agregação de escolas naquela zona do país chega, “num caso excepcional e por hipótese académica”, aos 3700, mas “não atinge, nunca, os 4000”.

Em 2010, João Grancho era por soluções de proximidade. Como se sabe, a proximidade é algo que existe com 3700 alunos, mas desaparece com, digamos, 4000? No caso de 3850, ainda se considera existir alguma proximidade?

Por seu turno, João Grancho, presidente da Associação Nacional de Professores (ANP), espera que o bom senso impere durante este ano lectivo que conta com uma agenda escolar recheada, com pontos algo controversos como a reorganização da rede escolar, a avaliação dos docentes, os resultados dos concursos dos professores. Caso contrário, Grancho admite que poderá haver “alguma tensão”.

Em seu entender, a proximidade é um factor importante. “Se houver por parte da tutela, como de todos os intervenientes, alguma cautela, algum cuidado, alguma atenção e sobretudo uma maior proximidade às pessoas, os problemas tendem a ser resolvidos.” “É preciso corrigir algumas das atitudes que foram tomadas no último ano escolar, medidas que apanharam muita gente de surpresa”, acrescenta ao EDUCARE.PT.

Mudam-se os cargos, mudam-se os argumentos e convicções?

Eu sei que o velho artigo 79º do ECD de 1998 tem causado muitos engulhos ao ME(C) nos últimos anos. A tentativa de limitar a redução da componente lectiva dos docentes foi escrita de forma canhestra, como é costume, deixando que o espírito e a letra da lei se afastassem bastante. No Ad Duo existe uma leitura sobre a possível interpretação ou o modo de agir, em caso de dúvidas.

No meu caso, que sou materialista nestas matérias e desconfio muito de certos espíritos legislativos, prefiro ater-me à letra da lei.

O que diz sobre isto o 75/2010?

Artigo 13.º
Salvaguarda da redução da componente lectiva

Até à completa transição entre o regime de redução da componente lectiva previsto na redacção anterior ao Decreto -Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro, e o mesmo regime que resulta da redacção deste decreto -lei, incluindo o previsto para os docentes da educação pré -escolar e do 1.º ciclo do ensino básico, continua aplicar -se o disposto no seu artigo 18.º

E o que diz o citado artigo 18º do 15/2007?

Artigo 18.o
Salvaguarda de redução da componente lectiva
1—Aos docentes que à data da entrada em vigor do presente decreto-lei beneficiem das regras da redução da componente lectiva estabelecidas no artigo 79.o do Estatuto da Carreira Docente, na redacção do Decreto-Lei n.o 1/98, de 2 de Janeiro, aplicam-se as seguintes regras:
a) Mantêm a redução que já lhes tiver sido atribuída em função da idade e tempo de serviço completados à data da entrada em vigor do presente decreto-lei;
b) Os docentes que já tiverem beneficiado da redução de oito horas da componente lectiva mantêm essa redução, não podendo beneficiar das reduções previstas no n.o 1 do mesmo artigo, tal como alterado pelo presente decreto-lei;
c) Os docentes que já tiverem beneficiado da redução de duas, quatro ou seis horas da componente lectiva mantêm essa redução, podendo beneficiar das reduções previstas no n.o 1 do mesmo artigo, tal como alterado pelo presente decreto-lei, até ao limite de oito horas, quando preencherem os requisitos ali previstos.

É possível que a intenção do legislador fosse outra, mas o que está escrito – alínea b) – é que quem tem já oito horas de redução não pode acumular mais nada, mas que quem tem – alínea c) – menos do que oito horas pode acumular até atingir esse limite, pelo que… quem tenha já quatro ou seis horas pode, preenchendo os requisitos, beneficiar de outras reduções…

Se é esse o espírito da lei? É possível que não! Mas, ao contrário do Fado que se diz agora ser património imaterial, a Lei precisa de se aplicar de forma concreta com base no que está escrito, na letra da lei.

A qual não dá razão a este ofício da DREN, motivado por requerimentos feitos por diversos docentes de uma escola da zona norte, que faz uma sistematização das reduções que está omissa na lei e não decorre, pelo menos em minha opinião, dela de forma explícita.

Eu sei que os tempos apontam no sentido do contornar do artigo 79º, assim como na tentativa de limitar tudo o que reduza a componente lectiva, mas… então aprendam a escrever as leis em condições.

 

 

De: Direcção (DREN) <drendirec@dren.min-edu.pt>
Data: 22 de setembro de 2011 17:24
Assunto: FW: Alunos Privado -> Público
Para:

Exmo(a) Senhor(a) Director(a) / Presidente da CAP / Gestora,

A Direcção Regional de Educação do Norte vem pedir a colaboração no preenchimento de um curto inquérito sobre os alunos que, tendo frequentado algum estabelecimento não público no ano lectivo anterior, se encontram matriculados numa escola pública no presente ano lectivo.

Ainda no decorrer do dia de hoje, o inquérito ficará disponível no Sistema de Informação da DREN, pelo que solicitamos o respectivo preenchimento e finalização até às 17 horas de sexta-feira, dia 23 de Setembro.

Depois de fazer o “login”, seleccione, por favor, o inquérito Alunos Privado -> Público, proceda à leitura do texto de apresentação e clique em Continuar >>> Alunos Privado -> Público.

O inquérito visa todas as escolas (não agrupadas e agrupadas), pelo que apenas será finalizado quando preenchidos os dados relativos a todas as escolas da respectiva Unidade Orgânica, seguidos da necessária operação de Gravar Dados.

Agradecemos a vossa colaboração no sentido de prestarmos um melhor serviço.

Com os melhores cumprimentos.

Aristides Sousa

Director Regional Adjunto
Direcção Regional de Educação do Norte
Rua António Carneiro, 98 – 4349-003 Porto
Tlf. 225191900

… há pouco mais de três meses. Aguarda-se aplicação:

Considero, sinceramente, que não é possível manter por muito mais tempo este clima de conflitualidade e de distanciamento entre governantes e governados. É necessário reabrir espaços de cooperação e de entendimento entre os atores educativos, em especial entre professores e tutela educativa. E isto é tão mais importante quanto é sabido que as escolas e os professores, através dos seus alunos, serão das primeiras instâncias a sentir e a enfrentar os impactos da crise social e económica que vivemos.

O que deveria ser óbvio sobre as aulas assistidas, mas…

A prova do que tenho andado a dizer

DREN actualiza o documento orientador de transição, reposicionamento e progressão

Finalmente um documento oficial, da DREN, que explica quase tudo

O pedido, com dados sobre as medidas disciplinares tomadas, chegou nos dias 23 e 24 pelo menos a algumas escolas com uma tabela anexa em Excel para resposta até ontem.

Exmo(a) Senhor(a)
Director(a)/PCE/Gestora

Encarrega-me o Senhor Director Regional de Educação do Norte, Dr. António Leite, de enviar Nota Informativa.

Com os melhores cumprimentos,

Fernanda Amorim
Gabinete da Direcção
Direcção Regional de Educação do Norte
Tlf: 22 519 19 09/10 Fax: 22 519 19 97

De tudo isto, se bem percebi, a DREN queria que fosse escolhido o candidato que faria horários à maneira das conveniências público/privado. Percebi bem?

Pais da Escola António Nobre querem instaurar processo-crime à DREN

A Federação Concelhia de Associações de Pais do Porto (FECAP) e a Associação de Pais da Escola Secundária António Nobre querem instaurar um processo-crime à Direcção Regional de Educação do Norte (DREN) por “autoritarismo” e “jogo de interesses”.

Quanto ao resto, é a DREN, palavras para quê?

Paulo,

É da máxima importância divulgares os dois documentos que te envio.

Refiro que estes documentos estão disponíveis online mas não em sítios oficiais, e, muito, mas muito dificilmente se consegue lá chegar, garanto eu…

Estes esclarecimentos são oriundos da DREN, concretamente da Coordenadora do Gabinete de Acompanhamento à Educação Especial, Maria Conceição Menino, dirigido aos Presidentes dos Conselhos Executivos/Directores.

Refiro que as restantes Direcções Regionais já deveriam ter enviado estes mesmos esclarecimentos para as escolas  da área de influência e já os deveriam ter disponibilizado online, “mas não há interesse”…

O primeiro documento diz respeito diz respeito à “Aplicação do Decreto -Lei nº 3/2008, de 7 de Janeiro, na frequência dos Cursos de dupla certificação” e tem a referência S/31931/2008, datado de 04-12-2008.

Este documento está disponível aqui:

Resumindo: o decreto-lei referido aplica-se aos cursos de dupla certificação e existe a ideia que não, esta ideia é inclusive vinculada por Directores: um escândalo! e o ME deixa andar porque assim são menos horas de apoio, tanto do professor de Educação Especial como dos professores curriculares – assim se poupa…sendo omisso!.

O segundo documento diz respeito a esclarecimentos relativamente à Medida Educativa “Adequações Curriculares Individuais” e tem a referência S/1250/2009, datado de 22-01-2009, também da máxima importância.

O segundo documento está disponível aqui:

Um abraço,

L.

1.

Decreto -Lei nº 3_2008_Cursos de dupla certificação0001Decreto -Lei nº 3_2008_Cursos de dupla certificação0002

Decreto -Lei nº 3_2008_Cursos de dupla certificação0003Decreto--Lei-nº-3_2008_Curs

2.

Adequações curriculares individuais0001Adequações curriculares individuais0002

Clicar para aumentar as imagens.

De novo a Escola Secundária João Gonçalves Zarco a motivar um mail enviado para vários blogues com o pedido de divulgação.

O triste nisto é o medo que se (pres)sente nos pedidos de anonimato. O receio de represálias é uma coisa que faz doer a alma.

É lamentável que um apelo à liberdade tenha de ser feito assim, mas compreende-se que os tempos que se vivem andam terrivelmente perigosos.

ZarcoObviamente que o espaço deste blogue – seja nos comentários ou através de texto para publicação em post – está aberto ao contraditório acerca deste ou qualquer outro assunto.

Descrição chegada por mail, com pedido de anonimato, mas identificação clara do remetente sendo possível verificar se os factos correspondem à realidade.

O caso é o seguinte:
Nesta escola [Esc. Secundária João Gonçalves Zarco, Matosinhos] o, ainda, Presidente do Conselho Executivo, José Ramos, que é membro do C.C.A.P e apoiante incondicional da directora regional e da ministra da educação , perdeu as eleições na 2º volta, apesar de todas as pressões internas e externas, nomeadamente por parte do vereador da Educação da Câmara Municipal de Matosinhos.
Tal eleição aconteceu no dia 28 de Maio. Sabe-se que a DREN pediu o envio das actas das reuniões e da documentação apenas da candidata que ganhou as eleições.
Entretanto, no passado dia 23 de Junho, o ainda Presidente anunciou, numa Reunião Geral de Professores, que tinha impugnado as eleições, no dia 17 de Junho.
Tudo isto é muito estranho por várias razões: primeira porque concorreram três candidatos  e só se pede os elementos da candidata que foi eleita;
segunda, porque, do que se sabe na escola, a DREN não se referiu à impugnação e os documentos foram pedidos em data anterior a 17 de Junho; terceira é a data do presumível pedido de impugnação que se estranha ser tão tardio.
As pessoas estão preocupadas porque parece haver uma intenção de criar dificuldades, quiçá, para posteriormente se invocar “superior interesse publico” e manter no lugar a pessoa que a Directora Regional e o Vereador da Educação da Câmara Municipal de Matosinhos desejavam, talvez como reconhecimento pelos serviços prestados à ministra, nomeadamente na defesa do modelo de avaliação dos professores e deste modelo de gestão que o mesmo José Ramos considera melhor e mais democrático. Há ainda a referir que a actuação por parte da DREN é idêntica à que se verifica em relação ao Agrupamento de Miragaia, onde, a eleição também não correu de acordo com o desejado pela Directora Regional.

Associações de pais do Porto pedem demissão da directora regional de educação

O presidente da Federação Concelhia das Associações de Pais do Porto (FECAP), Manuel Valente, pediu hoje a demissão da directora regional da educação do Norte, Margarida Moreira, acusando-a de “irresponsabilidade” e “incompetência”.

“Parece surda e muda, porque não ouve nada nem ninguém”, acusou Manuel Valente, apontando, entre outros exemplos, a falta de apoio a alunos com deficiência. Segundo os dados hoje disponibilizados em conferência de imprensa pelo presidente da FECAP, existem, em escolas do Porto, “30 alunos” com deficiência auditiva sem língua gestual.

“Na escola do Bom Sucesso existem também sete alunos autistas para uma tarefeira. Se pensarmos que cada autista deveria ter uma auxiliar a cuidar de si percebemos a gravidade da situação”, sustentou. Segundo Manuel Valente, “houve um processo de coacção aos pais para que colocassem os seus filhos nas escolas de referência (educação especial)”.

“Muitos optaram por mantê-los em escolas regulares e hoje estão sem apoios”, afirmou o mesmo responsável, que garante não estar a liderar “nenhuma cruzada política contra ninguém, mas apenas a denunciar factos”. O dirigente da federação disse concordar com “a criação por processos administrativos e burocráticos de escolas de referência”, mas discorda da imposição da transferência dos alunos.

“Ainda não está provado que estas escolas sejam melhores para os alunos com deficiência do que as normais. Não nos lembramos que se tenha efectuado qualquer avaliação dos processos, das dinâmicas e dos resultados das escolas de referência”, acrescentou. E questionou: “Com que direito é que alunos surdos e outros são puramente ignorados e isolados dos seus principais recursos e acesso à condição de cidadania?”.

Segundo Manuel Valente, “estas situações só ocorrem no Norte, porque em contactos com altos dirigentes do Ministério da Educação percebemos que ficam espantados quando lhes contamos estes casos”. “Há uma quantidade enorme de casos sobre os quais vimos há muito tempo a mostrar a nossa insatisfação, mas sem qualquer resultado. A senhora directora regional é irresponsável e incompetente porque não resolve os problemas nem ouve os intervenientes da comunidade educativa”, frisou.

A Federação representa a “totalidade” das cerca de “80″ associações de pais do concelho do Porto, segundo Manuel Valente. A DREN escusou-se a comentar as acusações do presidente da FECAP, remetendo para mais tarde uma eventual reacção.

Até aposto que há respostas desejadas e as perguntas indispensáveis para as encontrar. Como se vê, o alvo são os docentes:

Investigado arremesso de ovos à ministra
Inspecção da DREN ao episódio que envolveu Lurdes Rodrigues passapor inquirição a alunos e docentes

Três meses depois de a ministra da Educação ter sido recebida em Fafe com ovos, um inspector da tutela está a investigar quem esteve por trás da manifestação. Alunos e funcionários já foram ouvidos, mas o alvo são os docentes.

Um inspector do Ministério da Educação está há vários dias na Escola Secundária de Fafe a investigar os contornos da manifestação de Novembro em que um grupo de alunos e professores daquele estabelecimento de ensino recebeu a ministra da Educação com uma “chuva de ovos”. Maria de Lurdes Rodrigues teve então de abandonar a cidade cancelando a presença numa cerimónia pública organizada pela Associação Empresarial local.

Volvidos três meses, a tutela parece não ter esquecido esse episódio e tenta agora apurar os responsáveis da recepção com especial enfoque nos docentes. “Eu fui ouvida por um inspector que, com ar intimidatório, fez uma série de perguntas e todas no sentido de incriminarmos os professores”, afirmou ao JN uma das alunas da Secundária ouvidas no inquérito.

De entres as questões formuladas, o inspector terá insistido em saber “se os professores incentivaram a manifestação; se os alunos saíram a meio das aulas; se os portões foram abertos pelos funcionários e se os professores pagaram os ovos que os alunos arremessaram”.

Segundo o JN apurou, até ao momento foram escutados alguns funcionários e alunos do 12º ano e provavelmente seguir-se-ão os inquéritos aos docentes, nomeadamente aos que naquele dia de Novembro apareceram nas fotos da imprensa e deram entrevistas às estações de televisão.

Os alunos abordados pelo JN e que foram ouvidos pelo inspector falam todos de um clima de intimidação que os orienta para denunciarem situações que possam por em causa a actuação dos docentes. “Nós só temos de dizer a verdade e a verdade é que a iniciativa da manifestação partiu de nós de forma espontânea”, asseguram.

Os alunos têm sido chamados individualmente, durante o período lectivo, por um funcionário da escola que os encaminha para junto do inspector.

Porque, como no caso Charrua, há conclusões a que é necessário chegar, depressa e em força.

E o clima persecutório a Norte adensa-se, enquanto esta senhora tem rédea livre para fazer o que lhe apetece, como lhe apetece.

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