BenzósDeus


O sorteio das facturas não convence nem sindicatos nem técnicos de contas

Espero, ansioso, pelos números musicais e pela entrega do troféu Ruth Marlene em silicone ao inventor das medida.

A Montana School Just Fired a Teacher for Getting Pregnant. That Actually Happens All the Time

Last month, a Catholic school district in Montana fired middle school teacher Shaela Evenson for becoming pregnant outside of marriage. Evenson, who taught literature and physical education at Butte Central Catholic Schools for nearly ten years, was dismissed after the school district received an anonymous letter revealing her pregnancy. Despite the fact that Evenson’s principal has called her an “excellent teacher,” officials at the Roman Catholic Diocese of Helena, who oversee Evenson’s school, are standing by their decision. They contend that sex outside of marriage violates the morality clause in the teaching contract Evenson signed.

Resta convencer uns certos e determinados senhores a irem para Chamonix ou algo assim. Se há quem parta a bacia, eles podem partir os alguidares e os tachos.

,… acerca do meu próximo retiro em spa.

Coreia do Norte inaugura luxuosa estância de esqui

Chama-se Masik Pass e é a nova estância de esqui da Coreia do Norte. Com 110 quilómetros de pistas, o negócio deverá ser inagurado na quinta-feira.

… nunca passou pelo pessoal menos qualificado, mas pelos ódios de estimação desta pandilha.

Venho por este meio convocar V.ª Ex.ª para uma reunião a realizar no dia 02 de setembro, segunda-feira, pelas onze horas, no Auditório da Escola Artística do Conservatório de Música de Coimbra, relativa ao assunto: “Esclarecimentos sobre o programa de rescisões voluntárias levado a cabopela Direção Geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP)”

Com os melhores cumprimentos,

Pela Delegada Regional de Educação do Centro

… dos princípios neo-conservadores e pretensamente libertários ou liberais do Tea Party e das suas tácticas de bloqueio legislativo com base numa fidelidade absoluta a uma Constituição com mais de 200 anos e a País Fundadores esclavagistas e misóginos se mostrem tão abespinhados com uma Constituição de 1976 já tão revista desde então.

Não deixa de ser patético ver os putos tóxicos que deliram com as palermices de um Marco Rubio, de uma Michele Bachmann, de um Ted Cruz, com as teses mais heterodoxas de um Rand Paul e com as tácticas republicanas de sistemático filibustering no Congresso americano queixarem-se de um excessivo rigor constitucional por cá.

  1. O princípio da separação de poderes, mesmo quando andam com a boca cheia de constitucionalismo à americana. Ao mesmo tempo, criticam o carácter histórico da Constituição Portuguesa (escrita e revista no último quartel do século XX) quando usam como farol uma Constituição com mais 200 anos que admitia o esclavagismo e desprezava as mulheres como cidadãos. Gente ignorante.
  2. Que a existência de um tribunal superior que fiscaliza a constitucionalidade das leis comuns é um princípio básico de defesa contra os abusos das maiorias conjunturais. Parece que há gente que não entende que o que hoje é força de bloqueio, amanhã pode ser o último travão aos desmandos alheios. Gente burra!

Entre outras coisas.

Gaspar volta ao Banco de Portugal e passa a observador da troika

Miguel Relvas assume cargo de Alto Comissário da Casa Olímpica da Língua Portuguesa

O Ministério da Educação já começou a aceitar algumas turmas que não tinham sido incluídas na rede escolar. A correção começou a chegar ontem às escolas.

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Que sentido faz definir uma rede escolar truncada a 26, obrigar as pessoas a irem para a mobilidade a 30 e agora (1 de Agosto) andar a aprovar turmas às mijinhas?
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É isto a famigerada autonomia? De acordo com a qual me dizem alguns directores estarem as suas escolas a receber a indicação de que serão visitadas por inspecções em pleno Agosto para controlar o que se está a passar?
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… ou então anda com demasiado tempo para gastar.

De: DGE (DGE) <dgidc@dge.mec.pt>
Data: 16 de Julho de 2013 às 15:36

Exmo.(a) Senhor(a) Diretor(a) de Agrupamento de Escolas / Escolas não agrupadas
Junto se envia, em formato PDF, o Referencial de Educação Financeira para a Educação Pré-Escolar, o Ensino Básico, o Ensino Secundário e a Educação e Formação de Adultos (versão em língua portuguesa e versão em língua inglesa) elaborado pelo Ministério da Educação e Ciência, através da Direção-Geral da Educação (DGE) e da Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional (ANQEP), em parceria com o Conselho Nacional de Supervisores Financeiros (Banco de Portugal, Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e Instituto de Seguros de Portugal) no quadro do Plano Nacional de Formação Financeira (PNFF).
Destinado aos docentes da educação pré-escolar, do ensino básico e do ensino secundário, o Referencial de Educação Financeira para a Educação Pré-Escolar, o Ensino Básico, o Ensino Secundário e a Educação e Formação de Adultos visa enquadrar a Educação Financeira no âmbito da Educação para a Cidadania e promover a sua operacionalização na escola, de forma ajustada à realidade de cada comunidade educativa e tendo em conta o desenvolvimento de parcerias.
O Referencial de Educação Financeira (REF), constituído como um documento orientador e um instrumento de apoio à prática educativa, foi aprovado por despacho do Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, de 30 de maio de 2013.
Organizado como um todo coerente, o REF obedece a uma estrutura comum, com várias partes, onde se apresenta uma proposta de abordagem específica de Educação Financeira para cada nível de educação, de ensino e de formação — educação pré-escolar, 1.º, 2.º e 3.º ciclos do ensino básico, ensino secundário e a educação e formação de adultos.
É constituído por temas globais, integradores de subtemas. Para cada subtema definiram-se objetivos que, por sua vez, são especificados em descritores de desempenho.
Os descritores de desempenho integram um conjunto de conhecimentos, capacidades, atitudes/valores e comportamentos necessários para a concretização do respetivo objetivo.
No quadro do Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho, com alteração introduzida pelo Decreto-Lei n.º 91/2013 de 10 de julho, o REF pode ser utilizado em contextos muito diversificados, no seu todo ou em parte:
o             na dimensão transversal da Educação para a Cidadania;
o             no desenvolvimento de projetos e atividades que contribuam para a formação pessoal e social dos alunos;
o             na oferta complementar, nos 1.º, 2.º e 3.º ciclos do ensino básico.
Os educadores, os professores, os formadores ou outros atores que tenham interesse em intervir na área da Educação Financeira, ao desenvolver um recurso de educação, ensino e formação (palestra, seminário, ação de formação, material de apoio, projeto, curso…), devem ter em conta o Referencial de Educação Financeira como sustentáculo para a concretização desse recurso, salvaguardando ainda os Princípios Orientadores das Iniciativas de Formação Financeira, anteriormente divulgado por esta Direção-Geral a todos os Agrupamentos de Escolas / Escolas não Agrupadas.
O Referencial de Educação Financeira para a Educação Pré-Escolar, o Ensino Básico, o Ensino Secundário e a Educação e Formação de Adultos, bem como outra documentação e sítios de apoio a esta área da educação para a cidadania, encontra-se também disponível no site da DGE:
Lisboa, 16 de julho de 2013
O Subdiretor-Geral da Direção-Geral da Educação

Luís Filipe Santos

Anexo (não incluo a versão ingalesa): Referencial de Educacao Financeira_final_versão port

Passos Coelho faz declaração às 19h30

A declaração deverá ser conjunta, mas só o líder do PSD deverá tomar a palavra após reuniões dos partidos. Portas deverá ficar no Governo, com posição reforçada.

Quanto à declaração, a pessoa amada parece que não pode pronunciar-se…

Porque nem com um governo, uma maioria, um presidente e uma oposição formal inepta se conseguem aguentar…

Haverá prova maior do imenso divórcio entre os portugueses e as suas cliques políticas?

Sai quem se enganava nas previsões, entra quem enganou o Parlamento.

Maria Luís Albuquerque é a nova ministra das Finanças

O indispensável é manter a estratégia de encobrimento.

Aceitam-se apostas sobre o tempo de permanência da nova ministra no cargo.

Entretanto, Passos Coelho, após perder Relvas e Gaspar, cada vez fica mais parecido ao cavaleiro negro…

Na Presidência, o costume.

A felicidade de Michelle Brito era tal que até deu para brincar… com Cavaco Silva. “Já sei que o Presidente está a tentar falar comigo. Estou em roaming e vai sair caro, mas quando acabar estas entrevistas todas, claro que vou responder, claro”, gracejou, citada pelo jornal “A Bola”.

Ainda na quarta-feira, o chefe da Casa Civil da Presidência da República, Nunes Liberato, telefonou ao pai e treinador da tenista portuguesa para lhe transmitir os parabéns de Cavaco Silva, talvez por isso Michelle Brito tivesse resolvido gracejar.

Cavaco Silva, Passos Coelho e Nuno Crato, as declarações e a irritação

Governo reforça argumentos para despedir no Estado

Nova proposta do Governo diz que segurança no emprego no Estado “não é um direito absoluto”.

Então há outros direitos que não são, por certo, “absolutos, certo?

Importar-se-ia o secretário Rosalino de teorizar sobre o tema?

Agora que lhe(s) parece que a Constituição já deve ser um referencial?

O Governo diz que o regime que irá substituir a mobilidade especial não pretende “nunca pôr em causa” o “direito fundamental à segurança no emprego”. Porém, também deixa claro que a segurança no emprego no Estado “não é um direito absoluto” e deve ter em conta “interesse público”, previsto na Constituição, e o “dever de boa administração”.

Ou será possível que por “boa administração” se entenda a devida alocação dos meios e recursos e não a dispensa dos funcionários do Estado para se fazerem contratos com escritórios de amigos e conhecidos?

 

Pais pedem intervenção do PR na educação

Mandem estes tipos catar-se…

DE: DGEste – Secretariado
ASSUNTO: Projetos da Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental – Solicitação de dados
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Exmo. Senhores Diretores de Escola/Agrupamento de Escolas
Exmos. Senhores Presidentes de CAP
 
Considerando os limites que foram apresentados por Portugal para extensão da sua Plataforma Continental, as áreas de soberania e jurisdição aumentaram em cerca de 40 vezes a área terrestre, afirmando-se, assim, Portugal como um dos maiores países marítimos do mundo. Neste âmbito, a Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental, em colaboração com o Oceanário de Lisboa, encontra-se a desenvolver projetos que pretende vir a dinamizar em escolas.
Assim, e com vista à recolha de dados para distribuição de informação sobre este assunto, solicita-se a V. Exa. que proceda à indicação do número de salas de aula normais e laboratórios de ciências do conjunto das escolas da unidade orgânica sob a V. direção/presidência.
Para o efeito, deverá aceder à Área Privada da DGEstE (http://www.dgeste.mec.pt/areaprivada/login.aspx ) e preencher os dados, até 05/06/2013.
 
Com os melhores cumprimentos,
 
José Alberto Moreira Duarte
Diretor-Geral dos Estabelecimentos Escolares

Exp25Mai13

Expresso, 25 de Maio de 2013

Isto cada vez fica mais parecido com os pecados dos fundamentalistas religiosos.

Há comprimidos contra o ciúme? Daqueles que deixam as pessoas numb e sem emoções?

… e ser partilhada por ambos não a diminui, antes pelo contrário.

O Presidente da República explicou que a invocação de uma «inspiração» da Nossa Senhora de Fátima e do 13 de maio, no fecho da 7.ª avaliação da ‘troika’, deveu-se a um comentário da esposa.

«Quando, no dia 13 de maio, surgiu a notícia de que finalmente a 7.ª avaliação tinha sido mandada para trás da costas e que estava aberto o caminho para a extensão das maturidades, a minha mulher disse-me: ó meu caro – ela [Maria Cavaco Silva] trata-me de outra forma – isto é com certeza influência de Nossa Senhora de Fátima, porque hoje é dia 13. Foi essa a razão», explicou o Presidente da República em Monção.

Na terça-feira, durante uma visita oficial ao Porto, Cavaco Silva sublinhou que com o encerramento desta sétima avaliação «foi tomada uma decisão muito importante» para o futuro de Portugal. «Eu penso [no fim da sétima avaliação] como uma inspiração – como já a minha mulher disse várias vezes – da nossa Senhora de Fátima, do 13 de maio», disse, na altura.

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