A Pilhagem


… porque agora quase tudo passa por movimentos financeiros virtuais e eles sacam-nos o dinheiro na mesma.

A verdade é que, não tarda muito, estaremos todos a pagar as merdas feitas por aquele senhor que dizia que os portugueses eram uns preguiçosos.

E esta senhora das Finanças mais o seu ex-aluno acabarão a desdizer-se com o maior dos desplantes, na base do “perigo sistémico”.

Ajuda pública ao BES “só em último recurso”

A ministra das Finanças quis passar uma mensagem de tranquilidade sobre o BES. O banco está “capitalizado” e “nada” indica que precise de dinheiro público devido aos problemas do GES. A CGD também não está “ameaçada”.

O Banco Espírito Santo está bem e só em “último recurso”, e depois de se provar que é mesmo indispensável, é que poderá receber ajuda do Estado.

Esta foi uma das garantias deixadas pela ministra das Finanças, chamada pelo Bloco de Esquerda à comissão parlamentar de Orçamento, Finanças e Administração Pública.

Fazer o que não gosto com gosto.

 

Nenhum permaneceu capitão, cada um se moveu no movimento. É o devir permanecido, pá!

 

 

Já vomito tanto eusébio em direitos televisivos.

Se eu morrer – quero dar uma volta no Estádio do Bonfim!

 

Assim é que é e mai’nada. Quem lá esteve a asneirar é que sabe. E assim é que se emagrece o estado.

Firma de ex-ministro quis 100 000 € por um estudo

Augusto Mateus pediu 100 mil euros para fazer estudo económico.

Até porque nem há economistas na função pública que saibam fazer pesquisas e cálculos.

Desde 2011, com a diminuição média de 5% nos salários repetida nos anos seguintes e avalizada duas vezes pelo Constitucional, passando pela retenção de dois subsídios em 2012, também permitida pelo TC, funcionários públicos deram, sozinhos, mais de cinco mil milhões para combate ao défice. Este é um dos assuntos em destaque na edição de hoje do DN.

Submarinos: documentos nunca existiram?

Era hoje o início do Subsídio de Férias.

Sou mauzinho em lembrar ou torno-me pior por lembrar-me?

In the years before the crisis, laws were passed that made it possible for people to do within the law a lot of bad things. Many of the abusive pratices with credit cards, predatory lending, were clearly immoral. They went beyond the point of decency, but they didn’t go beyond what was legal.

Joseph Stiglitz, Time, 11 de Junho de 2012 (data de capa)

De qualquer modo, tudo pode ser um lapso.

Expresso, 6 de Abril de 2012

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