2014


… defender uma petição que pretende que exista um concurso interno extraordinário para 2014.

Gabo-lhe a dedicação e o esforço mas sei, por experiência própria, que nada disto funciona.

O objectivo do MEC, com os seus parceiros privados preferenciais e a mão da FNE quase sempre à última da hora, é a completa desregulação do sistema de colocação de professores.

Só com uma bigorna na cabeça conseguiriam começar a vislumbrar uma fiozinho de luz.

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PRÓ-ORDEM REUNIU NO MEC PARA NEGOCIAÇÕES SOBRE CONCURSOS

A Pró-Ordem reivindica a realização em 2014 de um concurso geral interno e externo com declaração de todas as vagas e a sua recuperação automática

2014 : crise ou reprise ?

… os excessos da despedida do 2013 e da desconfiada recepção ao 2014. Foi tudo muito frugal e etéreo…

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(c) Francisco Goulão

Calendário Escolar 2013/2014

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Não se percebe a ausência de quadros síntese e/ou comparativos entre as várias opções e a evolução em relação ao último ano.

Ou estou muito enganado ou a rede de turmas de PCA indica apenas as novas turmas pois, se está certa e corresponde ao total, subitamente desapareceram os dois PCA que leccionei este ano.

Rede de Cursos Vocacionais – 2013-2014

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Rede PIEF (Programa Integrado de Educação e Formação) – 2013-2014

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Rede de Turmas de Percursos Curriculares Alternativos – 2013-2014

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Rede de Cursos de Educação e Formação de Jovens – CEF – 2013-2014

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Rede de Cursos Profissionais – 2013/2014

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Conjunto de tópicos, a partir de alguns testemunhos de directores presentes nas reuniões realizadas do norte ao sul do país. Muitas informações são o que seria de esperar atendendo aos despachos 7 e 7-A. Pelos vários testemunhos, parece que há alguma falta de sintonia – ou então é receio de assumir responsabilidades na primeira pessoa – por parte de quem aparece e tem de responder a questões.

Restrinjo-me ao essencial:

  • Publicação das Listas de colocação: Até dia 22, talvez esta semana
  • Os directores submetem a 1ª indicação de existência de componente lectiva de 23 a 26 de Julho.
  • Os docentes sem pelo menos 6 horas lectivas para atribuir apresentam-se a concurso para mobilidade interna de 29 a 2 de Agosto.
Organização do ano lectivo:
  • Mesa (DGAE, DGE, IGEC, Sec Estado) – a passar as questões de uns para outros a ver quem respondia…
  • Indefinição da rede escolar (CEF, Profissionais…)- tudo depende das fontes de financiamento. As escolas estão a receber telefonemas para cortar turmas.
  • 1º CEB – anda tudo à nora – afinal a oferta complementar  – por exemplo Inglês – só é lectiva se o docente do quadro do agrupamento já ficar com 6 horas e servirá para completar o horário e nunca para o cálculo base do serviço existente – agrupamento com horários residuais. Ora se é curricular… Assim não permite implementar uma dada solução a todo um agrupamento… Não há respostas claras sobre o 1º CEB.
  • Listas graduadas únicas por agrupamento, por código de recrutamento, todos os horários “cheios” e o último residual com 6 hs efectivamente lectivas.
  • Vão chegar ao secundários os alunos com currículo escolar individual – não sabem responder se os tempos das áreas que lhes forem atribuídos (sem serem os leccionados pela Ed. Especial) são lectivos ou não.
  • Lamentam estar a ser acusados de quererem tirar os jovens das escolas e remetê-los para o IEFP mas tal não é verdade – esses são nossos! (então os maiores de 18 não são…é uma conclusão possível).
  • Vão reforçar o nº de psicólogos e os docentes em funções nas CPCJ.
  • Admitem problemas da vigilância dos intervalos no 1º CEB.

Fica aqui: DespNormat7Ade2013.

DM71de2013

No comunicado enviado esta quarta-feira à comunicação social, o MEC anuncia, por outro lado, que já foi enviado para publicação em Diário da República o aditamento ao despacho de organização do próximo ano lectivo com vista a “dar cumprimento às condições estabelecidas no compromisso assumido pelo Ministério da Educação e Ciência com as organizações sindicais em matéria de distribuição de serviço docente”.

Ó pra ele cheio de autonomia: Despacho Organização Ano Letivo 2013_2014.

Ainda vou na alínea c) do artigo 2º que introduz o conceito de tempo lectivo e não apenas de hora

No serviço docente continua a possibilidade de coadjuvações e medidas tidas por úteis para o sucesso educativo. Há um novo nº 5 no artigo 4º que não me parece polémico, dependendo do modo de usar.

Alterações no crédito horário para as direcções (artigo 6º).

A DT desaparece da componente lectiva (artigo 7º) e aparece na não lectiva ou nas reduções do 79 (nº 5 do artigo 9º).

No artigo 8º contemplam-se como componente lectiva os tempos para coadjuvações, docência de grupos de nível, apoios ao estudo, etc, num total de 150 minutos para o 1º ciclo e 100 para o 2º e 3º.

O encaminhamento para os percursos alternativos, vocacionais e afins aparece explicitado de uma forma muito detalhada no nº 10 do artigo 13º.

Longas normas transitórias do artigo 18º, em especial por causa das assessorias para as escolas que deixaram de ser sede em virtude dos mega-ajuntamentos.

Diplomas para Publicação em Diário da República

Gabinete do Ministro da Educação e Ciência:

— Despacho normativo –  Organização do ano letivo.

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