Em tempos de tecnologias, continuo fascinado com a papelada burrocrática que envolve um secretariado de exames, como se aquilo fosse sinónimo de rigor.

Uma criatura temente a jesus ou ao pinto da costa decide inscrever-se para um exame e é necessário arregimentar quase uma dezena de professores e folhas de papel às resmas.

E desculpem lá, mas a culpa não é das escolas, nem dos profes, mas da lógica que permanece de que de cada acto pífio é preciso fazer registoe  assinar em duplicado.

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