Terça-feira, 9 de Julho, 2013


Green Day, Warning

Não há greves, demissões, quedas abruptas dos e nos mercados, nem sei se há sequer briefings.

Esta normalidade entedia-me.

Pessoalmente, no caso dele, faria por não me indignar muito em torno do assunto. Ainda há quem se lembre… dos beija-mão…

Soares diz que primeira missa do patriarca foi «uma vergonha»

“Financial Irresponsibility and Incompetence”: Louisiana Superintendent John White Perfectly Describes School Voucher Program

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School vouchers: A pathway toward fraud and abuse of taxpayer dollars

 

THE GREAT SCHOOL VOUCHER FRAUD

Portugueses dizem que corrupção aumentou e Governo ‘está nas mãos’ de grupos económicos

Vitória retumbante, mas …

A lista está aqui.

Estamos quase, quase, quase, quase, quase, nos tais 6000 aposentados. Só faltam para aí mais de 4500…

E para quem não esteja com atenção, em Setembro já é um novo ano lectivo…

Só para comparar há 14 aposentações no ensino superior e politécnico…

Aqui e aqui.

Ministro diz que haverá controlo dos alunos que fazem formação nas empresas

O Ministro da Educação admitiu hoje que será  preciso estar atento para que as empresas não se aproveitem da proposta  governamental que defende que os alunos dos cursos profissionais poderão  passar o dobro das horas em formação nas empresas.

AEC podem esticar para sete horas e meia por semana

Albino I e II devem estar felizes. Nem é notícia de blogue, nem nada.

Colhido no Facebook:

“O Porquê da Reforma do Estado”- Almoço-debate com o Dr. Luís Marques Mendes, Ministro Adjunto do Primeiro Ministro do XII Governo

(…)

O INTERNATIONAL CLUB OF PORTUGAL convida V. Exa. a participar no seu próximo ALMOÇO-DEBATE com o Dr. Luís Marques Mendes, Ministro Adjunto do Primeiro Ministro do XII Governo – como orador – subordinado ao tema “O Porquê da Reforma do Estado”.

O Evento terá lugar no dia 17 de Julho, pelas 12h15m (welcome drink), no Fontana Park Hotel, sito à Rua Eng.º Vieira da Silva, nº2, em Lisboa (Saldanha). O almoço iniciar-se-á pelas 13h00m, seguindo-se a intervenção do orador e um período de debate a terminar por volta das 15h00.

Os lugares para este evento são limitados e as reservas serão aceites por ordem de chegada, mediante pagamento a ser efectuado por transferência bancária para o NIB 0010 0000 4424 8300 00134, com a indicação de nome, morada e NIF para fins de facturação, a enviar por email para geral@icpt.pt ou geral.icpt@gmail.com (reservas não acompanhadas pelo respectivo comprovativo de pagamento, não poderão ser consideradas).

Inscrições: €35,00 (sócios com quotas em dia) €45,00 (não sócios)

Desde 1995 não fez mais nada que merecesse uma actualização da nota curricular com que se apresenta?
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Ou então ainda não percebeu que agora passam a 30 e amanhã passam a 10 e tornam-se um mero clube de apoio. A menos que seja essa a sua verdadeira esperança.

O Conselho de Escolas, órgão consultivo do Ministério da Educação e Ciência, vai ser reduzido a 30 elementos, metade dos atuais 60 diretores. O ministro Nuno Crato revelou ontem que pretende uma estrutura mais pequena, mais ágil, de forma a obter pareceres e respostas mais rápidas.

“Para ser mais eficiente tem de ser mais restrito. No máximo 30 pessoas, o que já é bastante”, revelou Nuno Crato, na abertura de uma reunião com o Conselho de Escolas. No encontro, o ministro revelou a criação de uma comissão permanente “que represente o conselho em matérias urgentes e que possa ser acionado com uma antecedência de dois a três dias”.

Manuel Esperança, presidente do órgão, encara a redução com bons olhos e vê nas intenções do ministério “uma vontade de trabalhar com o Conselho”.

Vamos lá ser claros… o Conselho de Escolas faz escasso sentido… até porque existem associações representativas dos directores.

Para outros assuntos existe o CNE…

Como órgão consultivo do MEC o Conselho de Escolas é uma anedota porque não foi criado por MLR para mais do que servir-lhe de muleta e Nuno Crato não o extingue porque pareceria mal…

Em tempos de tecnologias, continuo fascinado com a papelada burrocrática que envolve um secretariado de exames, como se aquilo fosse sinónimo de rigor.

Uma criatura temente a jesus ou ao pinto da costa decide inscrever-se para um exame e é necessário arregimentar quase uma dezena de professores e folhas de papel às resmas.

E desculpem lá, mas a culpa não é das escolas, nem dos profes, mas da lógica que permanece de que de cada acto pífio é preciso fazer registoe  assinar em duplicado.

gelo

Os livros sobre Salazar, continuam a dar. Mas!

 

Num tempo de autêntico desnorte e em que  todos os nossos políticos, “sempre de serviço, ao serviço, sempre os mesmos, e todos bastantes maus”, e em que não se vislumbra futuro, a crença em ditadores é fascinante.

Estamos consistentemente a ler histórias – para todos os gostos! -  sobre Salazar, quer sobre o que  fez e não na política durante as décadas seguidas  em que foi Político no activo, e até da sua privada vida, das suas namoradas, da francesa jornalista e das escapadelas pela Urgeiriça.

E das funções que ocupou – impondo-se nas mesmas! –  e outras que acumulou, como Ministro das Finanças, dos Negócios Estrangeiros e Presidente do Conselho. E, aquela imagem de ditador tenta ser esbatida, para não ser tanto assim, só um pouco.

E a imagem do homem que fez tudo pelo Estado e que não enriqueceu à custa do Estado. Esta sem dúvida é um facto, tudo o resto cada um assume como melhor jeito lhe der. Claro que não enriquecer, não se governar, à custa das suas funções é algo que hoje é quase incompreensível.

Mas eternizar-se – à força e pela força! -  no Poder, fê-lo ainda melhor que “estes” que vamos conhecendo e que de poleiro em poleiro, andam lá eternizando-se e infernizando-nos.

E não permitia à comunicação social dizer as realidades, dizer o que se passava, era verdade, e que torturava quem o contrariava é verdade. Que era ditador ninguém duvidará. E não era agradável viver em sufoco. Hoje o exagero foi para o outro lado, mas podemos  -livremente – não ouvir, não ver, não ler o que não queremos. Naquele tempo não havia escolha!

Que ajudou a “pôr” as finanças em ordem, não é mentira, mas os métodos utilizados não foram os melhores e não compensa fazer tudo à força, e depois esquecer-se –  parece que é um mal que vem de longe e permanece – de desenvolver bem a economia, fazer o País de facto crescer e tornar-se sustentável. Não fez! Não!

E existiu num tempo em que as ditaduras estavam em força na Europa , não nos esqueçamos convenientemente de Mussolini – de quem muito Salazar gostava – , de Franco – não se gostavam , aceitavam-se  - e de Hitler na nossa neutralidade , não neutral.

Mas , estamos, agora, num tempo em que todos os políticos ao serviço, essencialmente nos últimos 15 a 20 anos são profissionais da política – e não políticos! – , cá no nosso retângulo e são maus, e eternizam-se dado que não saem, nem deixam outros entrar, e tudo o que fazem em crise é para mais agravá-la, e, claro que se sonha com Salazar. Mas é um sonho mau.

Esperemos ser possível haver algum  bom senso, e sem ter que aparecer um Salazar ditador que hoje nem espaço tem, neste mundo global, aqui na Europa, talvez se comece a criar uma nova classe política, com qualidade, com democracidade, com conhecimentos, sem querer enriquecer pelo Poder, e que seja totalmente refrescada e desligada da actual.

Sempre com Partidos Políticos e nunca com um único, mas talvez até refrescando  Partidos, com gente nova, com mais vida que não só a política, e que entrem nesta não para lá ficarem, mas saindo e entrando novos.

E Salazar faz parte da História e só como tal deveria ser lido.

 

Augusto Küttner de Magalhães

Henricartoon6

(c) Henrique Monteiro

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