Julho 2013


The Morning Benders, Waiting for a War

It’s a no-brainer.

Entre outras medidas mais ou menos avulsas:

  • Reduz-se a carga lectiva dos alunos, cortando disciplinas ou áreas disciplinares e não recuperando essas horas para as disciplinas das quais foram originalmente retiradas.
  • Retira-se da componente lectiva o que antes fazia parte dela.
  • Proíbe-se a abertura de turmas em escolas onde existem alunos para elas e professores para leccionarem, empurrando-os para a mobilidade.
  • (continua…)

Tudo tão simples que até admira como nem recuperaram ainda a tele-escola.

Número de professores declarados com horário zero é superior ao do ano passado

Ritalina: o monstro da infância

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Transtorno do deficit de atenção com hiperatividade: doença ou diagnóstico da moda?

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Mais alguém a fazer um trabalho que o MEC parece incapaz de disponibilizar:

Estatísticas – LISTA DEFINITIVA DE ORDENAÇÃO – Concurso Docentes 2013/2014

Porque não está a rede escolar pública de turmas “regulares” acessível como está a de ofertas alternativas?

Porque só é possível aceder à rede local no espaço privado de cada escola/agrupamento?

O que está a ser escondido da opinião pública?

Como podemos comparar a evolução de turmas em funcionamento nos últimos anos e a rede aprovada este ano, por forma a comparar com a evolução do número de alunos matriculados?

Como podemos saber se esta rede escolar agora divulgada (nas palavras do actual MEC num “primeiro movimento”) não se destina apenas a justificar um novo exercício de engenharia profissional com os horários-zero, que assim se multiplicarão ainda mais sem justificação válida?

Ou este tipo de dados é apenas fornecido, a pedido, para estudos académicos? A divulgar em tempo quase inútil?

Eu sei que estamos, de acordo com as palavras de alguns representantes dos docentes, em período de férias, mas isso não é verdade, pois há muitos milhares de professores sem qualquer possibilidade de retemperarem forças como certos lutadores do bronze, que seria útil não esperarem pela morte dos artistas para desempenharem o seu papel.

Era o que o actual ministro Nuno Crato chamava às equipas de apoio às escolas e inspectores que o ministério enviava às escolas para controlar tudo o que se passava.

Ora… parece-me que é isso que agora está de novo a acontecer, com a agravante de se aconselhar colegas a constituir advogado por terem contestado “ordens” que contrariavam claramente os normativos legais em vigor.

Ou vamos ficar outra vez apenas pela ameaças?

Directores de escolas ameaçam impedir corte de turmas na Justiça

A Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas está disposta a ir até às últimas consequências, incluindo tribunais, se a situação em relação às turmas não for esclarecida urgentemente. Em causa, explica o Diário de Notícias (DN), está o facto de a proposta para o aumento do número de alunos por turma ter chegado um mês após o previsto.

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