Abril 2013


Goran Bregović & Iggy Pop, In the Death Car

E com a orquestra para casamentos e funerais?

 

A Harpa Do Crente

… com um caso concreto de empurra-empurra de um colega:

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mgm.

https://www.youtube.com/watch?v=AelaCI_VIFM

 

de o criminoso ainda não estar preso?

Nivelando muito por baixo…

 

Comentadores

Aqui.

Mas há imeeeeensa gente entusiasmada.

Uma área muito nebulosa deste concurso passa pelas consequências das agregações na definição de horários-zero para o próximo ano lectivo.

A legislação prevê que concorram na 1ª prioridade os docentes que fiquem sem lugar na sequência do processo de reorganização da rede escolar, nomeadamente da extinção ou fusão de escolas.

Em boa verdade não há fusão de escolas numa agregação, mas entende-se que assim seja considerado por muito boa gente.

Mas…

… será que neste momento as CAP já estão em condições de designar quantos horários-zero vão ter?

Será que estão em condições de empurrar professores para fora das suas escolas? Fizeram listas graduadas “agregadas” e têm já a previsão de número de alunos  e turmas?

Por outro lado…

… os colegas que não concorram agora e se vejam, mais tarde, empurrados para DACL, não se poderão sentir ultrapassado, quando mais graduados, por não terem podido concorrer agora?

A verdade é que o processo de agregações foi mal conduzido, num timimg desastrado, permitindo agora situações de forte instabilidade e indecisão sobre o que deve ser feito.

Tudo seria mais fácil – e correcto – se as agregações com nomeações de CAP não acontecessem em cima do período de concurso. Ou então que os novos líderes não pudessem, de modo quase arbitrário, decidir da vida ou morte profissional de dezenas de colegas.

Que mostrassem a sua capacidade para gerir os seus quadros sem empurrões, sem abusos de poder, sem excessos de voluntarismo e com capacidade de confronto com as parvoíces do MEC/DGAE.

Só que, quase por inerência, muit@s dest@s presidentes de CAP estão onde estão exactamente por nºao terem tais qualidades…

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Eu acho que não se safa, a menos que o Mourinho conheça o segredo do cházinho.

Conforme anunciado, o Conselho de Ministros anunciou que futuramente anunciará.

A CULTURA DE PROTECÇÃO DE CRIANÇAS E JOVENS

Toda a gente sabia. Antes de irem para o governo, os que estão sabiam disto tudo e foram buscar as pessoas certas para esperar, a ver se a coisa se dissipava.

Swaps. Auditores das empresas de transportes deram alertas em 2009

Bancos envolvidos nos ‘swaps’ são assessores financeiros do Estado

Repito… tudo isto era sabido pelos actuais governantes – e não apenas os que foram convenientemente demitidos -, pelos anteriores e pelos especialistas da informação na área económica.

Por isso havia quem dissesse “eu não posso dizer tudo o que sei na televisão pois isto entrava logo em colapso”.

Por isso é tão fácil agora multiplicar a informação.

Da Verdade, sobre tudo em geral e particular.

Da Democracia, da que era para ser, da que é, da que será.

Da Liberdade, que foi, que ainda é, que poderá ser.

Da Razão, que ora é esta, ora é aquela.

Em regra falam alto ou ocupam muito espaço com as suas narrativas, de forma a silenciar ou minimizar qualquer contraditório. Há de todas as cores e sabores.

Quando falham ou foram desvios aos princípios (os de esquerda) ou meros lapsos técnicos (os de direita).

Falo dos Conselhos de Ministros.

Multinacionais ou Países

.

Por certo alguns, bastantes, teremos uma vaga ideia de como funciona uma ou outra multinacional.

Trata-se  - grosso modo – de uma empresa que tem a casa mãe num determinado país e várias outras empresas suas dependentes espalhadas pelo mundo fora, num, ou em mais continentes.

Não poucas vezes as multinacionais diversificam em produtos, não tendo que em cada país onde estão presentes ue ter que fazer sempre o mesmo produto ou serviço, que na sede.

Não poucas vezes vão aumentando o seu portfolio, adquirindo empresas já instaladas em determinados países, por serem – possivelmente – mercados  apetecíveis ou por quererem ampliar as suas marcas, que iram fazer aumentar vendas e dimensão, ou influenciar ou dominar localmente alguma região/ país.

Também adquirem uma ou outra empresa não  por ser lucrativa, mas por poder ter vindo no “pacote” de compra de uma outra, e também assumindo que poderão fazer muito melhor do que os “anteriores” faziam, implementando métodos da sede.

De quando em quando numa ou em outra filial as coisas não correm bem e da casa mãe chegam uns entendidos – engravatados – a dar ordens e tentado – obrigando – tudo mudar, mesmo sem querer conhecer as especificidades da terra onde chegaram(país). Leram umas coisas , disseram-lhes outras, mas como têm o dinheiro e o poder de decisão, exercem este.

A primeira medida – cega – é sempre e só -por vezes é indispensável, mas pensando-a   - despedir pessoal, reduzindo implicitamente custos fixos, mesmo que tal possa vir a implicar “fazer fora” o que até aí – melhor ou pior – era feito dentro, mas passando a entrar nas contas, no balanço, como custo variável, mas incrivelmente superior ao anterior, fixo.

E como desconfiam de todos , locais, por vezes com algumas fortes razões, mudam cabeças e colocam nas filiais pessoas , só de sua confiança, nem sempre mais capazes. E com muitos excel à mistura!

Quando resulta, acham-se os melhores,  e os locais , coitaditos, logo se via, nada de entenderem do que até aí estavam a mal fazer. Se não resulta, faz-se de conta que se tenta o diálogo, mas como é tudo a não ser de facto verdade, nem outras vias são tentadas, e vai-se pela venda do que resta se ainda possível, ou fecha-se o negócio local. acaba-se!

Bem, não sendo exactamente igual, mas parece haver neste tempo global, muitas possíveis semelhanças entre a casa mãe de algumas multinacionais e as troikas ( Alemanha?) relativamente a países intervencionados: Chipre, Grécia, Portugal, Irlanda, Espanha e depois Itália, França e mais! E dissimula-se a Democracia!

Claro que por vezes na filial se deve mudar – sem dúvida, atitudes e comportamentos – mas , rarissimamente a casa mãe – troika ( Alemanha)- permite que haja espaço e tempo de muita execução. E as Pessoas não poucas vezes nada contam, antes e só o dinheiro, os interesses da casa mãe .

Claro que muitas e muitas multinacionais funcionam, de forma bem mais cordata e humana.

Mas a troika e a Alemanha, nem por isso…logo as filiais, os PIIGS, estão-se a desfazer…….para acabar mal. Viva a troika , a Alemanha, o Euro…e lixem-se as Pessoas! Os PIIIGS!!! as filiais!

 

Augusto Küttner de Magalhães

Abril 2013

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Parov Stelar, The Mojo Radio Gang

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