No Público de hoje:

No dia em que o Governo for corrido, pelo mesmo tipo de rejeição que varreu o seu antecessor, só que agora do tamanho da sondas do Canhão da Nazaré, vai sair com a atitude daquele que diz: o último a sair que feche a a luz e a porta, porque já não é connosco, “queríamos mudar Portugal e não nos deixaram”. E irtão para os seus lugares de acolhimento confortável, já pensados e preparados, sem temor e sem tremor.

No entretanto, estragaram Portugal com a mesma sanha do filósofo de Paris, numa situação que vai demorar décadas para ser consertada, se é que tem remédio.

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