Fevereiro 2013


Milton Nascimento, Peixinhos do Mar

Olha do que eu me havia de alimbrar

 

Maradona poderá treinar o Sporting

Argentino deverá reunir-se com um dos candidatos à presidência.
.
Já agora… ainda se arranja por aí o Zandinga? Ou o outro que era firme e hirto?
.
man-horrified

Ambos ficam a andar por aí.

maria veleda

… e do que seria um sinal inequívoco da crise da democracia ma Europa.

Afinal não foi no país que elegeu a Elena Staller?

Aliás, basta o Francisco Assis escrever sobre um assunto para eu perder todo o interesse…

EducEsp

Comunicado

Exmos.(as) Srs.(as) Deputados(as)

 

A Associação Nacional dos Professores Contratados verificou, com grande surpresa, que os(as) deputados(as) do vosso grupo parlamentar, no passado dia 20 de fevereiro, votaram contra um Projeto de Lei (apresentado pelo Partido Comunista Português) que permitiria a resolução da precariedade laboral de milhares de Professores Contratados, e possibilitaria a reposição da verdade e da justiça ao fim de mais de 15 anos de violação pelo Estado Português de dois dos mais básico princípios – o do Direito à Estabilidade Profissional e da Igualdade de Direitos entre Cidadãos.

Vejamos ainda, curiosamente, que em todos os momentos em que encetamos reuniões de trabalho com Vs. Exas. os(as) deputados(as) do vosso grupo parlamentar sempre demonstraram compreensão total pelos problemas da precariedade docente, tendo mesmo referido vontade política, real, em resolver este grave problema que atormenta milhares de profissionais que se vêm dedicando à  Escola Pública, ano após ano, e aos quais nunca foi permitida a entrada no quadro.

Face ao exposto, vimos, por este meio, no sentido de defesa da transparência a que a vossa função de serviço público está diretamente associada, requerer formalmente a justificação para esse voto contra, no sentido de que os Professores Contratados portugueses possam tomar conhecimento das razões objetivas que levaram os(as) deputados(as) do vosso grupo parlamentar a tomar essa decisão política adversa aos professores portugueses e à Escola Pública.

Aguardamos a vossa resposta urgente.

Certo da Vossa Cuidada Atenção,

Subscrevemo-nos com os Melhores Cumprimentos,

A Direção da ANVPC.

CIMG5029

Aquilo do coelho enforcado na Faculdade de Direito.

Ultrapassou os limites do bom senso na contestação e está para lá da irreverência. É macabro, desnecessário e contraproducente.

Para quem acha que alinho em toda a treta que esteja contra, é por aqui que traço o limite.

… ou então acabará como membro da administração de uma concessionária…

Se há uns tempos vimos dois secretários de Estado da Educação a desdizer-se em público e ninguém se preocupou em apurar a verdade…

Estudo prova batota de milhões nos contratos das PPP

2m_aveiro_p2m_beja_p2M_Braga2m_CBranco_p270799_107701582743111_2129145298_n

O problema é que a responsabilização é só para alguns e depois remete-se para eleições o acerto de contas, mas a verdade é que a não recondução em cargos públicos não é castigo justo para quem defrauda milhões de cidadãos.

Só que o rotativismo político (que vai à escala local e não fica pelo aparelho central) desaconselha a que exista qualquer pretensão de penalização pelo mau exercício de funções públicas e, em especial, executivas e legislativas. Até porque os fiscais de governantes e deputados são, na sua maior parte, resultado de cooptações.

CM28Fev13Correio da Manhã, 28 de Fevereiro de 2013

“Portugal Contemporâneo” de Henrique Raposo. /   Janeiro de 2013

 

Neste tempo em que vivemos com tantas incertezas e ainda mais inseguranças e com políticos suficientemente “maus e a mais”, vários livros têm aparecido a falar sobre Salazar, fazendo comparações  com o tempo democrático do pós – 25 de Abril . Alguns, estando a tentar passar a imagem de um Salazar, ditador, mas brando, seja lá “isso” o que possa poder ser!!!!

Um desses livros é a “História Politicamente Incorrecta de Portugal Contemporâneo (de Salazar a Soares)” de Henrique Raposo.

Não comungo da maioria das ideias/ conclusões  expressas neste livro, mesmo neste tempo de péssimos políticos que estamos a viver, uma vez que se baseia em algumas realidades que se postulam para defender algum branqueamento de algumas intenções de 48 anos, que em tempo de desnorte,  como este em que vivemos , podem ser putativamente admissíveis.

Não concordado, mesmo assim, “História Politicamente Incorrecta de Portugal Contemporâneo (de Salazar a Soares)” de Henrique Raposo,  é um livro interessante a ser lido, com base no que o autor refere, como introdução:

 - ” Se a primeira metade do seculo XX foi cunhada pela ambiguidade de Salazar, a segunda foi marcada pela ambiguidade de Mário Soares”.

E assim, neste tempo em  que tudo é excessivamente mediatizado, sem vontade e/ou capacidade de escolher bem factos, acontecimentos, realidades, em que não nos queremos focar na nossa História, até na mais recente, é útil – cada vez mais – começarmos a deixar de nos encantar com a espuma da noticia de hoje, que morre amanhã, para amanhã aparecer outra que é abafada por outra no dia seguinte, e assim sucessivamente!

É muito, muito pouco, ou até nada! Logo, temos que aprender com o antes, e saber que existiu um “antes”!

Torna-se indispensável saber (re)ler a História – cada um faz um pouco à sua maneira, mas há factos e factos! – , com Memoria.  Aprendendo ou reaprendendo este País, contextualizando-nos, com passado e presente num tempo e mundo global, para conseguirmos saber encontrar  em democracia – não em ditadura, se bem que a democracia de hoje, esteja muito “perdida” – vias sociais, civis e humanas bem melhores e capazes, com pessoas competentes ,  que as actuais, com muito mais consistência e um futuro mais promissor.

Ler este recente Livro de Henrique Raposo, “História Politicamente Incorrecta de Portugal Contemporâneo (de Salazar a Soares)” de Henrique Raposo ajuda a fazer pensar em politica de verdade e não “isto” que estamos a achar ser política, com História, de forma real, melhor do que estamos habituados, essencialmente nestes últimos 20 anos.

Ajuda a refletir mais e melhor, mesmo não tendo evidentemente que estar de acordo, nem na mesma onda, devemos ler este livro de Henrique Raposo, para não ler só o que nos impingem a ler e seja, supostamente politicamente correcto. Quando só lemos a espuma dos acontecimentos que nos impingem diariamente lemos mesmo muito pouco….e ficamos mal aconselhados!

 

Augusto Küttner de Magalhães

18.02.2013

Loiseau

Gustave Loiseau, Vento com Neve (1899)

Snow Patrol, Spitting Games

Cherchez la femme de socas.

Geração relvas.

Os teste intermédios tiveram resultados muito negativos…

O discurso de Passos Coelho, que nunca foi muito rico no conteúdo ou na forma, vai-se tonando cada vez mais básico e rarefeito… mesmo sendo a audiência formada por jotinhas…

Debater reforma do Estado é mostrar que se prepara futuro “com pés e cabeça”

Página seguinte »

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 832 outros seguidores