De acordo com a primeira página do Expresso de hoje (no qual o SE Rosalino publica um artigo de opinião, o que certamente não será coincidência) estão em risco 50.000 funcionários do Estado para que o valor de 4 mil milhões de euros em cortes na despesa seja atingido.

Não sei se o método será dispensar tudo o que seja contratado, empurrar os mais antigos para fora ou negociar rescisões com a malta que está a meio da tabela e ainda tenha forma de conseguir outra saída profissional.

Vamos lá tomar-me como exemplo médio, actualmente a receber 12 meses a 2000 euros brutos (mais coisa, menos coisa, 1500 deles líquidos). Isto significa 24.000 euros brutos e 18.000 líquidos, valor que não se deve alterar para mais no próximo ano, muito pelo contrário.

Este valor líquido significa que, multiplicando por 50.000, a poupança será inferior a mil milhões de euros e que, em bruto (se maximizarmos a coisa para 13 meses a 2000 euros), dará 1,3 mil milhões de euros. No máximo, 1,5 mil milhões em bruto.

Ora bem… a mim parece-me que…

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